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Inovação em Parceria

Centro de excelência

A Petrobras vive hoje seu melhor momento desde que foi criada, há 44 anos, segundo dados divulgados pela empresa no ano passado. Em pouco mais de quatro décadas, a empresa petroquímica atingiu rapidamente competência operacional em todas as fases da indústria petrolífera, conquistando, também, a capacidade de operar, projetar, construir e pesquisar com seu próprio corpo técnico.

Em 1997, os resultados gerais da empresa mereceram comemoração. A produção de petróleo e gás vem crescendo a mais de 10% ao ano, chegando a 18% em 1996. Além disso, os projetos em andamento na empresa elevaram a produção para 1,5 milhão de barris por dia. Seu investimento anual em Pesquisa e Desenvolvimento é da ordem de US$ 200 milhões, o maior investimento nacional isolado nesta área. A empresa mantém ainda um intenso intercâmbio com as universidades brasileiras, o que culminou com a instituição, em 1992, do Projeto Estratégico Centros de Excelência.

Esses centros caracterizam-se pela utilização de técnicas inovadoras e métodos científicos avançados por profissionais de elevada capacitação, “que procuram resultados situados no limiar ou além da fronteira do conhecimento existente em determinada área industrial ou tecnológica”. Ao adotar a idéia dos Centros de Excelência, em articulação com órgãos governamentais, universidades e empresas, a Petrobras quer se preparar para desenvolver as tecnologias de que precisará no futuro, garantindo sua competitividade no setor petrolífero, informa o material de divulgação da empresa.

O projeto baseia-se numa rede que incorpora conhecimentos, recursos, instalações, marketing, e está ligada aos projetos de ciência e tecnologia do Governo Federal. Cada projeto conta com uma ou várias universidades-âncora, que têm o papel de completar ou suprir as pesquisas necessárias, além de estabelecer cursos de graduação e pós-graduação. Há, ainda, uma relação com empresas privadas ou estatais para o desenvolvimento de novos produtos, processos, equipamentos e softwares e para ação conjunta no mercado.A empresa já implantou centros de excelência nas áreas de Geoquímica e Águas Profundas.

Estão em fase final de concepção: Automação, Asfalto e Computação Científica. Todos eles funcionam no Centro de Pesquisa da Petrobras (CENP) na Ilha do Fundão, no Rio de Janeiro. Agora chegou a vez do Centro de Excelência de Aplicativos em Automação Industrial, que terá a USP como universidade-âncora. A Escola Politécnica foi a escolhida por reunir competência na gestão de projetos e na articulação com organismos e instituições nacionais e/ou estrangeiras.

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