PESQUISA INOVATIVA EM PEQUENAS EMPRESAS (PIPE)

Print Friendly

Crescem as adesões

PIPE investe mais de R$ 10 milhões em pequenas empresas

ED. 50 | JANEIRO 2000

Email this to someoneTweet about this on TwitterShare on Google+Share on FacebookShare on LinkedIn

 

imagem_07A sexta rodada de inscrições para o Programa de Inovação Tecnológica em Pequenas Empresas (PIPE), encerrada em 30 de novembro, recebeu 73 novas adesões. Entre essas empresas, o maior número pertence à área de engenharia elétrica, com 13 projetos. Em seguida vem computação, com 12, engenharia mecânica, 8 e engenharia civil, 5. Também estão participando empresas das seguintes áreas: medicina, engenharia de materiais, educação, genética, bioquímica, administração, turismo, geociências e agronomia. Os novos pedidos chegaram de todo o Estado, de cidades grandes e pequenas.

A liderança ficou com São Paulo, com 26 pedidos, vindo a seguir Campinas, 9, São Carlos e São José dos Campos, 5 cada, e Catanduva, São Bernardo do Campo, Osasco, Ribeirão Preto e Piracicaba, com 2. Com um pedido cada, inscreveram-se, por exemplo, empresas de Jaboticabal, Itu, Ilha Solteira, Paraibuna, Itariri e São Joaquim da Barra, além de mais 13 municípios. Até o momento, o total de recursos repassados pela FAPESP para as 96 empresas que já tiveram seus projetos aprovados, sem necessidade de futura contrapartida, já atingiu R$ 7,7 milhões e US$ 2,3 milhões.

imagem_08Valorizar a pesquisa
Criado em 1995, o PIPE é o primeiro programa da FAPESP destinado a financiar diretamente a pesquisa na empresa, por meio de um pesquisador contratado ou associado. O alvo são as empresas com menos de cem funcionários que pretendem desenvolver produtos, serviços e sistemas com tecnologia de ponta.Os projetos inscritos são submetidos à análise de assessores indicados pela FAPESP.

Se aprovado, a empresa começa a empreender a primeira fase do programa, que consiste na realização de estudos para comprovar a viabilidade técnica das idéias propostas. Se bem demonstradas e receberem a aprovação dos assessores, o projeto passa para a segunda fase, quando efetivamente, a pesquisa se desenvolve.

Ao contrário da primeira, que tem duração de seis meses, na segunda o período de elaboração do objeto do projeto é de dois anos. O limite de financiamento na primeira fase é de R$ 50 mil e na segunda, R$ 200 mil, incluindo a compra de material de consumo e equipamento importado.A Fundação recebe novos pedidos para o PIPE duas vezes por ano, nos dias 30 de junho e 30 de novembro, e faz a análise dos projetos no período máximo de 120 dias.

Email this to someoneTweet about this on TwitterShare on Google+Share on FacebookShare on LinkedIn

Matérias relacionadas

ARTE
Acompanhe, pelas fotos de Léo Ramos Chaves, o trabalho de restauração que...
LJUBICA TASIC
Teste poderá auxiliar no diagnóstico de distúrbios psiquiátricos
YURI LEITE
Zoólogo comenta análise que revelou parentescos em família de roedores