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A orquídea discreta

ED. 231 | MAIO 2015

 

Fotolab_image030Foi por cacoete de biólogo que o olhar de Carlos Eduardo de Siqueira se prendeu no ponto esbranquiçado do tronco sobre o qual crescia uma orquídea, foco de seu mestrado na Universidade Federal de Santa Catarina, em Florianópolis. Olhando de perto, viu que se tratava de um talo de 8,5 milímetros (mm) com sete flores, cada uma delas com menos de 2 mm. Convocou o colega Edlley Pessoa, da Universidade Federal de Pernambuco, e juntos descreveram a nova espécie, Campylocentrum insulare. A diminuta planta sem folhas, com poucas raízes e uma inflorescência que está entre as menores conhecidas em orquídeas, ainda não voltou a ser encontrada na natureza.

Foto enviada pelo biólogo Carlos Eduardo de Siqueira

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