CARTAS

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Cartas | Ed. 234

ED. 234 | AGOSTO 2015

 

Integridade na ciência
A respeito da reportagem “Para promover uma cultura de integridade” (edição 233), desde o primeiro ano de graduação as boas práticas científicas já deveriam ser ministradas na academia.

Dulcenéa De Paula
Via Facebook

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Patrimônio histórico
Moro em São Luiz do Paraitinga e entendo bem os problemas expostos na reportagem “Por trás das fachadas” (edição 233). O imóvel ou a área considerado patrimônio histórico é tombado e depois pouco ou nenhum suporte é dado para a manutenção desse mesmo“patrimônio”. Espero que os estudos apresentados no texto mostrem a necessidade e a urgência de políticas para preservar parte de nossa história. Parabéns aos pesquisadores.

Vinicius Guimarães
Via Facebook

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Boletim eletrônico
Muito bom o boletim eletrônico de 27 de julho com notícias produzidas por Pesquisa FAPESP. As reportagens sobre o Museu Paulista (“O colecionador”, edição 233) e povoamento das Américas (“A complexa ocupação das Américas”, edição on-line) mostram que o boletim passou para um patamar superior.

Antonio Mário
IAG-USP
São Paulo, SP

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Cerrado
Após ler a reportagem “Terra frágil” (edição 231), e em seguida o artigo de autoria de René Beuchle e colaboradores na revista Applied Geography, foi possível deduzir que, infelizmente, as taxas de redução das áreas ocupadas por ecossistemas naturais do Cerrado são, na realidade, bem superiores às mencionadas no texto de Pesquisa FAPESP. Por duas razões: 1) as áreas perdidas das fisionomias campestres do Cerrado – campos limpos, campos cerrados, veredas e campos rupestres – não foram contabilizadas; 2) as extensas áreas sobre as quais a silvicultura de eucalipto está avançando dentro do domínio geográfico do Cerrado foram, equivocadamente, contabilizadas como “ganhos de cobertura arbórea”, como se servissem para “neutralizar” as perdas. O desafio metodológico de quantificar as formas campestres de vegetação precisa ser vencido para que quantificações futuras sejam mais precisas. O segundo desafio a vencer é o reconhecimento de que esses ecossistemas invisíveis são extremamente valiosos pela sua biodiversidade e, também, pelo seu papel na garantia da segurança hídrica do Brasil e, portanto, precisam ser conservados como são.

Giselda Durigan
Laboratório de Ecologia e Hidrologia Florestal do Instituto Florestal de São Paulo
Assis, SP

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Vídeos
Parabéns a todos os envolvidos na produção do vídeo “Teoria em construção”. É muito instrutivo e bem animado. Fico feliz de ver que, mesmo com todos os cortes em educação e pesquisa, as instituições e pessoas ainda conseguem dar nó em pingo d’água e produzir material de tamanha qualidade.

Marco Araujo Bonamico
Via Facebook

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Muito boa a animação e a explicação do vídeo “O relevo econômico do interior”. Retransmiti para a primeira turma de Geografia do Instituto Federal do Sul de Minas – Campus Poços de Caldas.

Jefferson Resende
Via Facebook

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Já utilizei o vídeo “O relevo econômico do interior” em sala de aula. É muito elucidativo. Parabéns à equipe responsável.

Efraim Ferraz
Via Facebook

Cartas para esta revista devem ser enviadas para o e-mail cartas@fapesp.br ou para a rua Joaquim Antunes, 727, 10º andar – CEP 05415-012, Pinheiros, São Paulo-SP. As cartas poderão ser resumidas por motivo de espaço e clareza.


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