Aldeamentos indígenas, comércio de peles e Saint Peter | 09.12.2016

 

De 1845 e 1898 o Império brasileiro criou aldeamentos administrados por religiosos para atrair os índios e transformá-los em trabalhadores rurais. A antropóloga Marta Amoroso (foto), professora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP (FFLCH-USP) e autora do livro Terra de Índio: Imagens em Aldeamentos do Império, mostra que os índios se aproveitaram dessa política da forma que lhes convinha e não a aceitaram de forma passiva.

O biólogo e pesquisador da Wildlife Conservation Society, André Antunes, explica os impactos e a história do comércio de peles de animais na primeira metade do século XX na Amazônia. Entre 1904 e 1969, cerca de 23 milhões de animais silvestres foram mortos para suprir o consumo internacional de couros e peles.

Conhecida como Saint Peter, a tilápia é o peixe mais cultivado no Brasil. Devido à alta demanda, pesquisadores se dedicam a pesquisas que vão desde o melhoramento genético até novas formas de apresentar o produto ao consumidor. O zootecnista Alexandre Wagner Silva Hilsdorf, do Laboratório de Genética de Organismos Aquáticos e Aquicultura (Lagoaa) da Universidade de Mogi das Cruzes (UMC) fala sobre as vantagens de uma nova variedade, mais vermelha, da espécie.

Revista Pesquisa FAPESP
Aldeamentos indígenas, comércio de peles e Saint Peter

Programação musical:
Cássia Eller – O segundo sol
Bro mc’s – Koangagua
Ceumar – Banzo
Vital Farias – Saga da Amazônia
Elis Regina – Aos nossos filhos

Apresentação: Fabrício Marques
Participação: Alexandra Ozório
Produção e roteiro: Biancamaria Binazzi
Assistência de produção: Sarah Caravieri
Gravação e montagem: Dagoberto Alves (Rádio USP)

Pesquisa Brasil vai ao ar todas as sextas-feiras às 13:00, pela Rádio USP.

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