Cidadania e abstinência | 06.02.2017

 

A dependência do crack é um problema grave. Tratá-lo exige a adoção de medidas múltiplas e integradas. Na cidade de São Paulo, dois programas, um do estado e outro da prefeitura, usam estratégias distintas para lidar com o problema. Uma técnica testada por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) pode em breve se incorporada ao programa estadual, o Recomeço. Chamada de manejo de contingências, essa técnica consiste em oferecer uma recompensa sempre que um dependente químico exibe um comportamento desejável. O psicólogo André Constantino Miguel, da Unifesp, testou a técnica em usuários de crack do AME-Vila Maria. Ele e os colegas Clarice Madruga e Marcelo Ribeiro explicam como funciona o manejo de contingências.

O psiquiatra Leon Garcia, do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (IPq-USP), conta sobre o programa De Braços Abertos, iniciado em 2014 pela prefeitura paulistana.

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