CARTAS

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Cartas | 253

ED. 253 | MARÇO 2017

 

Remédios na Justiça
O mapeamento da judicialização da saúde é importante para avaliar o quanto do individual é custeado pelo social. Fica um quê de falta de proatividade, pois governos poderiam ir a campo para resolver os casos fora do sistema jurídico ou mesmo estimular que decisões sejam mais objetivas e não subjetivas. O caso da fosfoetanolamina é um desses, no qual predominou o clamor popular sobre as evidências científicas. De qualquer forma, a judicialização, que acontece em todas as esferas da vivência humana, chega fortemente à saúde como um câncer para tentar curar outro.

Adilson Roberto Gonçalves
IPBEN-Unesp
Campinas, SP

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Eduardo Franco
Foi motivo de alegria e orgulho encontrar em Pesquisa FAPESP uma entrevista do professor Eduardo Franco. Por seus trabalhos pioneiros, juntamente com os da professora Luisa Villa, na década de 1980, e, atualmente, por seu estudo da epidemiologia e do comportamento clínico e pelo planejamento terapêutico do carcinoma epidermoide de cabeça e pescoço, o HPV está no centro das discussões.

Marcos Brasilino de Carvalho
Depto. de Cirurgia de Cabeça e Pescoço/Hospital Heliópolis
São Paulo, SP

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Unicamp 50 Anos
Gostaria de registrar, ainda que tardiamente, minha surpresa pela pouquíssima cobertura que o Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica (Imecc) recebeu na edição especial Unicamp 50 Anos, que circulou com a revista Pesquisa FAPESP de setembro de 2016 (edição 247). Esse instituto deixou de ser somente instrutor de disciplinas básicas, servindo outras áreas, e já há décadas é polo de pesquisa de excelência em matemática, com reputação internacional. Possui três programas de pós-graduação stricto sensu, dois deles com conceitos 6 e 7 na Capes. Recebe visitas de renomados matemáticos, além de vários outros indicadores de excelência acadêmica.

Paulo Ruffino
Departamento de Matemática, Imecc/Unicamp
Campinas, SP

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Vídeo
Impossível assistir ao vídeo “Desaparecimento e luta” e não lembrar de José Montenegro de Lima, Luís Maranhão, Elson Costa, David Capistrano… E tantos outros companheiros. É um trabalho para se respeitar.

Alice Duarte

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Um trabalho muito importante para a identificação de ossada de pessoas que não tiveram um sepultamento digno.

Higo Silva

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Correção
A imagem da página 66 da reportagem “O passado revelado pela ciberarqueologia” (edição 252) foi feita por pesquisadores da Universidade de Ferrara, da Itália, e sem o uso de drone.

Sua opinião é bem-vinda. As mensagens poderão ser resumidas por motivo de espaço e clareza. cartas@fapesp.br


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