CARTAS

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Cartas | 258

ED. 258 | AGOSTO 2017

 

Belas adormecidas
A respeito da reportagem “Artigos adormecidos” (edição 256), não vejo sentido em avaliar o número de citações limitando a somente os últimos anos. Isso é querer obrigar a publicar sobre algo incremental do momento e não em pesquisa básica. O número total de citações mostra a trajetória sem limitações, se se quiser dividir pelo número de anos em atividade, até que poderia ser um critério mais razoável. Um fator que vem mudando a si-tuação são as redes sociais de cientistas, nas quais se pode colocar livremente artigos sem que fiquem na clausura do acesso restrito.

José Joaquín Lunazzi
IFGW/Unicamp
Campinas, SP
***
Ciência sem Fronteiras
Custo alto com retorno perto do zero (“Experiência encerrada”, edição 256). Mais uma ação populista sem nenhum controle.

Fabrício Vilas Boas
***
R$ 13,2 bilhões? Com esse dinheiro dá para trazer quantos professores de fora do país para darem aula aqui? E financiar quantos projetos?

Matheus Grossi
***
O programa foi ótimo. O maior erro foi na execução. Mas ainda assim acredito que quem teve essa oportunidade poderá fazer a diferença. Eu fui bolsista do Ciência sem Fronteiras. Estou iniciando o doutorado em agosto e espero poder dar retorno de alguma forma à sociedade pelo investimento que recebi.

Gustavo Anndré
***
Nível do mar
Sobre a nota “Nível do mar na costa brasileira deve subir” (edição 256), tudo tende a ficar pior: destruição de ecossistemas inteiros, mudança nas correntes marinhas e bilhões de vidas perdidas. Esse cenário pode ainda ficar pior se nada fizermos.

Marcelo Prado Felice
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Vídeos
Lindo trabalho, que traz o conhecimento de forma clara e objetiva (“A saúde das árvores urbanas”).

Cleide M. Fuhlendorf
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Muito bom este vídeo. Esclarecedor.

Ibirá Lucas
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Qual o status atual da saúde das árvores de São Paulo? As entrevistas foram genéricas e só se falou de projetos em andamento. Faltou mostrar resultados dos estudos dos grupos.

Thais Mauad
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Muito importante a discussão do vídeo “Vale quanto pesa”. A indústria farmacêutica, por exemplo, depende desse padrão.

Luzianderson Ramos

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Correção
Na reportagem “Na selva de pedra” (edição 255),
a araponga é uma ave típica da Mata Atlântica, e não do Cerrado, como foi publicado.

Sua opinião é bem-vinda. As mensagens poderão ser resumidas por motivo de espaço e clareza. cartas@fapesp.br


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