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No fundo do Amazonas

ED. 259 | SETEMBRO 2017

 

Em julho deste ano, uma equipe de pesquisadores de várias instituições brasileiras embarcou no navio norte-americano Alucia para registrar recifes de coral na margem equatorial do rio Amazonas e na zona marítima afetada por ele, do Amapá ao Maranhão. “A biodiversidade se altera quanto mais se vai para oeste, em função da influência do rio”, explica o biólogo Gilberto Amado, do JBRJ. Na foto, ele (ao fundo) se prepara para mergulhar até 300 metros de profundidade no cânion do Amazonas, junto com o piloto do submersível. “Nas profundidades maiores não tem muita diversidade, os mergulhos mais interessantes acontecem até 150 metros.”

Imagem enviada pelo biólogo marinho Fernando Moraes, pesquisador do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ)

Sua pesquisa rende imagens bonitas? Mande para imagempesquisa@fapesp.br Seu trabalho poderá ser publicado na revista.


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