Cartas | 264

Cartas | 264

Febre amarela
Tem gente atacando os macacos acreditando equivocadamente que eles são os transmissores da febre amarela (“O alarme dos macacos”, edição 263). Na verdade, são apenas os primeiros a serem atingidos e suas mortes nos alertam sobre as áreas de risco.

Dulci Lima
**
Redação científica
Parabéns à Pesquisa FAPESP pela publicação da reportagem “Táticas para elevar o impacto” (edição 263) e aos editores das revistas científicas brasileiras não só pela coragem para diminuir o prazo de avaliação, mas também por aumentar o rigor. O crescimento do número de papers rejeitados é um dos preços a serem pagos pela adoção de estratégias para aumentar a seletividade na revisão. A esse propósito, há dois equívocos frequentes em manuscritos acadêmicos destinados à publicação: (1) redação correta de textos contendo termos científicos não é o mesmo que redação científica; (2) um tradutor nativo pode não ser capaz de traduzir adequadamente um texto de comunicação científica se a sua experiência está restrita a textos de divulgação científica. O ideal é que manuscritos científicos sejam redigidos no estilo de redação científica.

Paulo Boschcov
**
Pressão na universidade
É problemático que ainda tratemos das doenças sem repensar o sistema educacional (“Distúrbios na academia”, edição 262). Pode ser ele o causador dessas anomalias.

Luciano Skiter Delmondes
**
A vida acadêmica, em geral, produz essas moléstias. Ao contrário do que se pensa, é um ambiente altamente competitivo e solitário.

Tessa Reddington
**
Vídeos
Financiamento coletivo de pesquisa: a sociedade apoiando o desenvolvimento científico, que, por sua vez, retorna como benefício à sociedade (“Crowdfunding: apoio multiplicado”).

Marcia P. Alves Mayer
**
Muito bom, eu mesma já contribuí com alguns desses financiamentos coletivos, por apoio à ciência. Nem tenho ligação com o meio acadêmico.

Lola Vita
**
Como é lindo ver a pesquisa e o conhecimento serem voltados ao bem comum (“Mais uma possível causa do autismo”).

Vera Capucho
**
Acesso aberto
Ao menos uma estatística para nos orgulhar (“Brasil é o país com mais publicação científica em acesso aberto”, edição on-line).

Alex Platão
***
Sua opinião é bem-vinda. As mensagens poderão ser resumidas por motivo de espaço e clareza. cartas@fapesp.br