CARTAS

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Cartas | 264

ED. 264 | FEVEREIRO 2018

 

Febre amarela
Tem gente atacando os macacos acreditando equivocadamente que eles são os transmissores da febre amarela (“O alarme dos macacos”, edição 263). Na verdade, são apenas os primeiros a serem atingidos e suas mortes nos alertam sobre as áreas de risco.

Dulci Lima
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Redação científica
Parabéns à Pesquisa FAPESP pela publicação da reportagem “Táticas para elevar o impacto” (edição 263) e aos editores das revistas científicas brasileiras não só pela coragem para diminuir o prazo de avaliação, mas também por aumentar o rigor. O crescimento do número de papers rejeitados é um dos preços a serem pagos pela adoção de estratégias para aumentar a seletividade na revisão. A esse propósito, há dois equívocos frequentes em manuscritos acadêmicos destinados à publicação: (1) redação correta de textos contendo termos científicos não é o mesmo que redação científica; (2) um tradutor nativo pode não ser capaz de traduzir adequadamente um texto de comunicação científica se a sua experiência está restrita a textos de divulgação científica. O ideal é que manuscritos científicos sejam redigidos no estilo de redação científica.

Paulo Boschcov
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Pressão na universidade
É problemático que ainda tratemos das doenças sem repensar o sistema educacional (“Distúrbios na academia”, edição 262). Pode ser ele o causador dessas anomalias.

Luciano Skiter Delmondes
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A vida acadêmica, em geral, produz essas moléstias. Ao contrário do que se pensa, é um ambiente altamente competitivo e solitário.

Tessa Reddington
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Vídeos
Financiamento coletivo de pesquisa: a sociedade apoiando o desenvolvimento científico, que, por sua vez, retorna como benefício à sociedade (“Crowdfunding: apoio multiplicado”).

Marcia P. Alves Mayer
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Muito bom, eu mesma já contribuí com alguns desses financiamentos coletivos, por apoio à ciência. Nem tenho ligação com o meio acadêmico.

Lola Vita
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Como é lindo ver a pesquisa e o conhecimento serem voltados ao bem comum (“Mais uma possível causa do autismo”).

Vera Capucho
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Acesso aberto
Ao menos uma estatística para nos orgulhar (“Brasil é o país com mais publicação científica em acesso aberto”, edição on-line).

Alex Platão
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Sua opinião é bem-vinda. As mensagens poderão ser resumidas por motivo de espaço e clareza. cartas@fapesp.br


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