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Selfies na floresta

Animais que circulavam pela floresta ou invadiam plantações de mandioca acionaram automaticamente câmeras presas a árvores na região do rio Juruá, oeste da Amazônia. O objetivo das armadilhas fotográficas instaladas por Mark Abrahams e Hugo Costa, estudantes de doutorado sob orientação do ecólogo paraense Carlos Peres, professor da Universidade de East Anglia, no Reino Unido, era identificar os destruidores dos roçados: cutias, pacas e veados-mateiros (à esq.) foram os mais frequentes, em concordância com relatos dos ribeirinhos e com os índices de caça. Suçuaranas (no alto) e aves de rapina (à dir.), além de outros animais, passaram pelas estações de selfie mais raramente e sem danificar as plantações.

Imagens enviadas por Mark Abrahams, obtidas durante doutorado na Universidade de East Anglia

Sua pesquisa rende fotos bonitas? Mande para imagempesquisa@fapesp.br. Seu trabalho poderá ser publicado na revista.