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	<title>Revista Pesquisa Fapesp &#187; Agropecuária</title>
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	<description>Revista Pesquisa Fapesp</description>
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		<title>Frutas em três dimensões</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Oct 2012 20:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnociência]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[Instituto desenvolve embalagens retornáveis sob medida]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_25496" class="wp-caption alignright" style="width: 300px"><img class="size-full wp-image-25496" title="" src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/10/014-017_Tecnociencia_200-4.jpg" alt="" width="290" height="193" /><p class="wp-caption-text">Digitalização das frutas em 3D: embalagem sob medida para cada fruta</p></div>
<p>Embalagens retornáveis concebidas sob medida para acomodar adequadamente frutas como caqui, manga, mamão e morango, reduzindo perdas no transporte pós-colheita, foram desenvolvidas pelo Instituto Nacional de Tecnologia (INT), em parceria com o Centro de Tecnologia de Alimentos da Embrapa Agroindústria de Alimentos. As perdas de frutas e hortaliças pelos sistemas utilizados atualmente, como caixas de madeira, de papelão ou plástico, chegam a 39%, segundo dados da Embrapa. “Criamos as embalagens de acordo com a fisiologia das frutas”, diz Marcos Henrique Garamvolgyi, <em>designer</em> de projeto da divisão de desenho industrial do INT. O processo de desenvolvimento das embalagens envolve a digitalização das frutas em <em>scanner</em> 3D e testes com amostras impressas em máquinas de prototipagem rápida, que permitem criar e testar os invólucros mesmo fora das safras dos frutos. A embalagem é feita de plástico e fibras vegetais e tem uma base articulada dobrável que pode ser retornada ao produtor. A bandeja é fina e as  concavidades têm o tamanho exato da fruta.
<p><a style="float:left" href="http://www.printfriendly.com/print/v2?url=http://revistapesquisa.fapesp.br/tag/agropecuaria/feed/" rel="nofollow"><img src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/04/ico_print_pt.png" alt="Print Friendly"></a><span class='st_facebook_large' st_title='Frutas em três dimensões' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2012/10/11/frutas-em-tres-dimensoes/' displayText='share'></span><span class='st_twitter_large' st_title='Frutas em três dimensões' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2012/10/11/frutas-em-tres-dimensoes/' displayText='share'></span><span class='st_email_large' st_title='Frutas em três dimensões' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2012/10/11/frutas-em-tres-dimensoes/' displayText='share'></span><span class='st_sharethis_large' st_title='Frutas em três dimensões' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2012/10/11/frutas-em-tres-dimensoes/' displayText='share'></span></p>
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		<title>Vespas soltas nos laranjais</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Aug 2012 22:58:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos de Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>

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		<description><![CDATA[Inseto é usado para eliminar transmissor do greening]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Começam a surgir soluções para a mais cruel doença da citricultura brasileira conhecida por um complicado nome em chinês, &lt;em&gt;huanglongbing, &lt;/em&gt;ou&lt;em&gt; &lt;/em&gt;ainda &lt;em&gt;greening&lt;/em&gt;, em inglês, que já se mostrou mais agressiva que outras enfermidades dos laranjais como o cancro cítrico ou a clorose variegada dos citros. Novas formas de combatê-la são muito bem-vindas, porque a indicação hoje é simplesmente arrancar a planta com raiz e fazer severas pulverizações de inseticidas. Já foram erradicados cerca de 14 milhões de plantas de laranjeiras de 2005 a 2011.</p>
<p>A mais nova solução para conter essa epidemia agrícola prevê o combate ao inseto transmissor da bactéria &lt;em&gt;Liberibacter,&lt;/em&gt; que causa a doença. Conhecido como psilídeo (&lt;em&gt;Diaphorina citri)&lt;/em&gt;, ele pode ter sua população diminuída por meio de manejo ecológico com o uso de uma vespa, a &lt;em&gt;Tamarixia radiata&lt;/em&gt;, que não causa danos à agricultura e ao homem. Essas vespas parasitam os psilídeos ainda jovens – quando estão na fase de ninfa e não voam – ao colocar ovos no corpo do inseto transmissor da doença. As vespas depois de saírem do ovo destroem o ser parasitado. O ciclo de reprodução da &lt;em&gt;Tamarixia&lt;/em&gt; e do psilídeo foi obtido por uma equipe do professor José Roberto Postali Parra, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP). Em estudos realizados no município de Araras (SP), a soltura da vespa em pomares da região teve resultados entre 51% e 72% de eliminação das ninfas do inseto.</p>
<p>O domínio da técnica se completou em 2011, por meio de estudos desenvolvidos pela equipe de entomologia da Esalq, que conta com 10 pesquisadores, num projeto financiado pelo Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus), entidade mantida pelos produtores. Atualmente, para manter o experimento, são produzidos de 60 mil a 100 mil vespas por mês na Esalq. Elas são liberadas no campo em áreas com altas populações de &lt;em&gt;Diaphorina citri&lt;/em&gt;, numa relação de 400 vespas por hectare.</p>
<p>O problema com esse tipo de manejo já verificado em estudos preliminares pelo professor Parra, que tem parcerias também com o Instituto Agronômico (IAC), o Instituto Biológico de São Paulo e a Universidade da Califórnia, em Davis, nos Estados Unidos, é que a vespa migra e morre em áreas onde existe a aplicação de produtos químicos para controle da praga. Assim, enquanto continua a aplicação maciça de inseticidas em áreas comerciais, as liberações estão sendo realizadas em áreas de murta (&lt;em&gt;Murraya paniculata&lt;/em&gt;), uma planta ornamental usada em cercas vivas e pertencente à mesma família dos citros, também hospedeira da doença, em pomares abandonados e áreas de plantações orgânicas de citros.</p>
<p>“Em função dos resultados da pesquisa, é possível recomendar como tática de controle do psilídeo a aplicação de inseticidas apenas no período de repouso vegetativo (período de menor atividade metabólica da planta com queda de folhas) das plantas cítricas”, diz Parra. A adoção dessa técnica permite que a liberação de &lt;em&gt;Tamarixia radiata&lt;/em&gt; possa ser realizada também em áreas com aplicação de inseticidas, atuando de forma complementar à ação desses produtos.</p>
<p>Uma série de alternativas para eliminar o psilídeo ainda está em estado inicial de estudo. “Uma delas é o uso de bactérias que interferem no comportamento e na biologia dos insetos, além de fungos que podem ser utilizados como agentes de controle”, diz Parra. Esse tipo de controle biológico é feito de forma semelhante a inseticidas industriais com a aplicação de fungos misturados à água, sobre os insetos e nas plantações. O fungo é inerte para os vegetais e ao homem, mas parasita tanto o inseto adulto como as ninfas, deixando-os secos como se estivessem mumificados. A equipe de Parra leva em conta possível isolamento de feromônios sexuais, substâncias secretadas pela fêmea para atrair insetos machos, que poderiam ser usados em armadilhas para diminuir a população do psilídeo.</p>
<p>Nas goiabeiras reside uma outra possível solução para barrar a investida do transmissor da bactéria. “Elas produzem algumas substâncias voláteis que repelem o inseto, como foi observado inicialmente no Vietnã, onde se plantam goiaba e laranja nos mesmos pomares, de forma intercalada”, diz o agrônomo José Belasque Júnior, pesquisador do Fundecitrus. A pesquisa encontra-se na fase de identificação química dos compostos repelentes para os psilídeos. Estudos para identificação e síntese dessas substâncias voláteis da goiabeira estão sendo feitos pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) de Semioquímicos na Agricultura, financiado pela FAPESP e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, que tem sede na Esalq e é coordenado pelo professor Parra. “A ideia é produzir essas substâncias no futuro nas próprias laranjeiras por meio de técnicas de transgenia com o objetivo de repelir o inseto”, explica.</p>
<p>O &lt;em&gt;huanglongbing&lt;/em&gt; (HLB) foi identificado no Brasil pela primeira vez em 2004 por pesquisadores do Centro de Citricultura Sylvio Moreira, vinculado ao Instituto Agronômico (IAC), e do Fundecitrus. A rápida expansão da doença pode ser percebida em um experimento realizado pela equipe do agrônomo Marcos Machado, diretor do Centro de Citricultura, em um projeto financiado pela FAPESP, entre 2005 e 2008, com a parceria do Fundecitrus, para estudo da bactéria em relação ao diagnóstico, à biologia e à forma de combatê-la. O pesquisador Renato Bassanezi, do Fundecitrus, isolou um pomar novo de laranjas em Araraquara com 10 mil plantas sem HLB, cercada por plantações de cana e distante um quilômetro de qualquer outro pomar.</p>
<p>Foi feito o controle químico com inseticidas, com diferentes tipos de aplicação. Depois de três anos, 15% das plantas tinham a doença. A conclusão foi que, mesmo com intenso controle químico dentro do pomar, não foi possível evitar a entrada de insetos contaminados de outras áreas. “A situação não é simples, porque é possível que tenham chegado ali vários insetos, mas se apenas um estivesse contaminado a transmissão da doença poderia ocorrer”, diz Machado. Em 2009, o experimento havia sido todo dizimado pelo HLB.</p>
<p>O nome em chinês &lt;em&gt;huanglongbing &lt;/em&gt;é traduzido como doença do dragão amarelo ou doença do ramo amarelo, porque deixa as folhas amareladas e os frutos verdes, deformados e imprestáveis para o consumo ou para o processamento industrial. “A infecção é severa. Não adianta cortar galhos, é preciso arrancar a árvore, inclusive com a raiz, com uma máquina para que não volte a brotar”, diz Machado.</p>
<p>Atualmente, existem cerca de 160 milhões de árvores de citros no estado de São Paulo e o período de produção de cada uma é de até 20 anos. Em 2011, segundo o Fundecitrus, o &lt;em&gt;greening&lt;/em&gt; estava presente em 53,38% dos talhões (em média 2 mil plantas) paulistas. Outras doenças importantes, como a clorose variegada, atacava 40,3% do parque citrícola enquanto o cancro cítrico, 0,99% das plantas. O HLB também está presente em municípios de Minas Gerais e do Paraná. Os três estados são responsáveis por quase 90% da produção nacional de frutas cítricas e 60% da produção mundial de suco concentrado congelado, o produto mais importante do setor, que rendeu US$ 2 bilhões em exportações em 2010.<br />
&lt;table class=&#8221;tabela_interna&#8221; border=&#8221;0&#8243; align=&#8221;left&#8221;&gt;<br />
&lt;tbody&gt;<br />
&lt;tr&gt;<br />
&lt;td&gt;&lt;strong&gt;OS PROJETOS&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;<br />
&lt;/tr&gt;<br />
&lt;tr&gt;<br />
&lt;td&gt;1. Bioecologia e estabelecimento de estratégias de controle de &lt;em&gt;Diaphorina citri Kuwayama&lt;/em&gt; (Hemiptera: Psyllidae), vetor da bactéria causadora do &lt;em&gt;greening&lt;/em&gt; nos citros – &lt;a href=&#8221;http://www.bv.fapesp.br/pt/projetos-tematicos/1246/bioecologia-estabelecimento-estrategias-controle-diaphorina/&#8221; target=&#8221;_blank&#8221;&gt;nº 2004/14215-0&lt;/a&gt; (2005-2009)<br />
2. Estudos da bactéria &lt;em&gt;Candidatus Liberibacter spp.&lt;/em&gt;, agente causal do &lt;em&gt;huanglongbing&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;ex-greening&lt;/em&gt;) dos citros: diagnóstico, biologia e manejo – &lt;a href=&#8221;http://www.bv.fapesp.br/pt/projetos-tematicos/1319/estudos-bacteria-candidatus-liberibacter-spp/&#8221; target=&#8221;_blank&#8221;&gt;nº 2005/00718-2&lt;/a&gt; (2005-2010)<br />
3. Epidemiologia molecular e manejo integrado do &lt;em&gt;huanglongbing&lt;/em&gt; (asiático<br />
e americano) no estado de São Paulo – &lt;a href=&#8221;http://www.bv.fapesp.br/pt/projetos-tematicos/1917/epidemiologia-molecular-manejo-integrado-huanglongbing/&#8221; target=&#8221;_blank&#8221;&gt;nº 2007/55013-9&lt;/a&gt; (2007-2012)<br />
4. Centro de Pesquisa em Óptica e Fotônica de São Carlos (subprojeto: Óptica aplicada à agricultura e ao meio ambiente)&nbsp; – &lt;a href=&#8221;http://www.bv.fapesp.br/pt/projetos-de-pesquisa/29461/centro-ciencias-opticas-fotonica/&#8221; target=&#8221;_blank&#8221;&gt;nº 1998/14270-8&lt;/a&gt; (2000-2012)<br />
5. Imagem de fluorescência aplicada em doenças de citros no campo – &lt;a href=&#8221;http://www.bv.fapesp.br/pt/projetos-regulares/29552/imagem-fluorescencia-aplicada-doencas-citros/&#8221; target=&#8221;_blank&#8221;&gt;nº 2010/16536-9&lt;/a&gt; (2010-2012)&lt;/td&gt;<br />
&lt;/tr&gt;<br />
&lt;tr&gt;<br />
&lt;td&gt;&lt;strong&gt;Modalidades&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;<br />
&lt;/tr&gt;<br />
&lt;tr&gt;<br />
&lt;td&gt;1. a 3. Projeto Temático<br />
4. Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepid)<br />
5. Auxílio Regular a Projeto&nbsp;de Pesquisa&lt;/td&gt;<br />
&lt;/tr&gt;<br />
&lt;tr&gt;<br />
&lt;td&gt;&lt;strong&gt;Coordenadores&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;<br />
&lt;/tr&gt;<br />
&lt;tr&gt;<br />
&lt;td&gt;1. José Roberto Postali Parra – USP<br />
2. Marcos Antonio Machado – IAC<br />
3. Armando Bergamin Filho – USP<br />
4. Débora Milori – Embrapa<br />
5. Luís Gustavo Marcassa – USP&lt;/td&gt;<br />
&lt;/tr&gt;<br />
&lt;tr&gt;<br />
&lt;td&gt;&lt;strong&gt;Investimento&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;<br />
&lt;/tr&gt;<br />
&lt;tr&gt;<br />
&lt;td&gt;1. R$ 462.875,46<br />
2. R$ 1.418.367,25<br />
3. R$ 1.175.226,06<br />
4. R$ 38.622.748,13<br />
5. R$&nbsp;85.260,51&lt;/td&gt;<br />
&lt;/tr&gt;<br />
&lt;/tbody&gt;<br />
&lt;/table&gt;<br />
A&nbsp; doença é relatada na Ásia desde o século XIX, continente de origem dos citros. Foi primeiro descrita na China e mais tarde ganhou também o nome &lt;em&gt;greening&lt;/em&gt; na África do Sul, que se refere aos frutos que não amadurecem e ficam verdes. No Brasil, segundo Machado, o HLB pode ter chegado por meio material de propagação vegetativa, há mais de dez anos. O inseto que dissemina a bactéria é um velho conhecido dos agricultores brasileiros. O psilídeo foi registrado no Brasil pela primeira vez no início da década de 1940 e deve ter chegado provavelmente no meio de mudas infestadas. Ele se adaptou bem ao clima, mas não era considerado uma praga, porque não produzia danos, embora estivesse relacionado à transmissão da bactéria causadora do HLB na China e em outros países da Ásia. Os olhares dos citricultores brasileiros em relação ao &lt;em&gt;Diaphorina citri, &lt;/em&gt;que mede de 2 a 3 milímetros de comprimento, só mudaram com a confirmação do HLB&lt;em&gt; &lt;/em&gt;em São Paulo. Ele adquire e transmite as bactérias de plantas doentes quando se alimenta nos vasos do floema, o sistema de circulação da seiva da planta.&nbsp; A importância desse vetor no âmbito da doença logo acionou Parra que apresentou um projeto sobre o inseto à FAPESP ainda em 2004. “Até aquele momento, o inseto não havia sido estudado profundamente. O nível populacional não justificava estudos e um controle maior por parte do produtor”, diz. “Com o temático, conseguimos conhecer melhor o &lt;em&gt;Diaphorina&lt;/em&gt; e indicar medidas biológicas, comportamentais e recomendar o uso de inseticida de forma racional sem desequilibrar o ambiente e sem matar os seus inimigos naturais, como algumas pequenas vespas”, explica. “Identificamos que o inseto se desenvolve melhor em outras árvores, principalmente na murta.”</p>
<p>A fêmea coloca os ovos nas brotações dessas plantas. Nos citros, ela coloca uma média de 160 ovos, enquanto em outras chega até a 348. “Estabelecemos parâmetros climáticos e zonea-mento dos lugares onde a praga ocorre mais intensamente. A maior prevalência acontece nos municípios de São Carlos, Bariri, Botucatu, Lins e Araraquara.” O professor Parra realiza há mais de 40 anos pesquisas com insetos ligados à agricultura e sente que o desafio de entender e combater o &lt;em&gt;grenning&lt;/em&gt; é grande, talvez o maior de sua carreira. “O inseto é de difícil manejo na criação. Há também o problema das populações que são variáveis ao longo do ano, das estações e de condições de temperatura e chuva, o que nos impediu de estabelecer modelos de sua presença no campo”, diz.&nbsp; Se o inseto é complicado, as bactérias não são menos. Elas foram identificadas em laboratório na França, em 1970, no grupo do professor Joseph Bové, do Instituto Nacional de Pesquisa Agronômica. Ainda hoje elas não têm uma identificação taxonômica ou nome científico definitivo, porque há dificuldades em cultivá-las em meio de cultura nos laboratórios. Por isso recebem a denominação de &lt;em&gt;Candidatus Liberibacter&lt;/em&gt; &lt;em&gt;(Ca.L.)&lt;/em&gt; e três espécies estão associadas ao HLB, a &lt;em&gt;Ca. L.&lt;/em&gt; &lt;em&gt;asiaticus&lt;/em&gt;, responsável por mais de 90% da doença no Brasil e causadora da infecção mais deletéria, a &lt;em&gt;Ca. L.&lt;/em&gt; &lt;em&gt;africanus&lt;/em&gt;, mais amena e ausente dos pomares brasileiros, e a &lt;em&gt;Ca. L. americanus&lt;/em&gt;, muito pouco presente no país.</p>
<p>Para cultivar a &lt;em&gt;Liberibacter&lt;/em&gt; é preciso um caldo de que ela goste, e isso é feito por meio de sequências de tentativa e erro”, diz Elliot Kitajima, professor da Esalq e especialista em microscopia eletrônica. Ele e Francisco Tanaka, também professor da mesma universidade, fizeram imagens da &lt;em&gt;Liberibacter&lt;/em&gt; em um floema da vinca ou maria-sem-vergonha [&lt;em&gt;Catharanthus roseus&lt;/em&gt;], uma planta ornamental usada como hospedeiro alternativo da bactéria. “A concentração na laranjeira é muito baixa, não é possível fazer imagens como a obtida com a vinca”, diz. “Não existe a relação entre o número de bactérias e o estrago no floema”, diz Machado. Mesmo assim, as poucas bactérias devem secretar toxinas que prejudicam a funcionalidade do floema. “Rapidamente, em cerca de meia hora depois que o inseto portador da bactéria pica a planta, ela se torna infectada, mas a evolução é lenta e os sintomas podem se manifestar até um ano depois”, diz Parra.</p>
<p>O combate ao HLB também deve contar no futuro com o conhecimento do genoma da bactéria. O sequenciamento genético da &lt;em&gt;Ca.Liberibacter asiaticus&lt;/em&gt; foi finalizado em 2008 pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. A espécie asiática possui um genoma pequeno, com cerca de 1,2 milhão de pares de base, enquanto a bactéria &lt;em&gt;Xylella fastidiosa&lt;/em&gt;, que causa a clorose variegada, tem 2,4 milhões de pares, e a &lt;em&gt;Xanthomonas axonopodis citri&lt;/em&gt;, bactéria causadora do cancro, possui 4,5 milhões de pares.</p>
<p>O menor genoma da &lt;em&gt;Liberibacter&lt;/em&gt; significa que ela é ainda mais especializada que as outras. Pode indicar que o parasitismo da bactéria em relação à planta é obrigatório porque ela é incapaz de viver livre”, diz Machado. Ele coordena também o recém-criado Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) de Genômica para Melhoramento de Citros, que engloba institutos e universidades em São Paulo, Bahia, Paraíba e na Flórida, nos Estados Unidos. Esse estado norte-americano também é atacado pelo &lt;em&gt;greening&lt;/em&gt;, onde a doença foi identificada em 2005. A Flórida, com mais de 60 milhões de pés de laranja, é o segundo produtor mundial, atrás de São Paulo, com quase 78% do total de frutas do Brasil. Flórida e São Paulo somados são responsáveis por cerca de 80% da produção mundial de suco.</p>
<p>Os próprios agricultores é que têm de combater a doença. No Brasil, uma lei federal os obriga a eliminar as árvores doentes mas nem sempre isso ocorre. “Metade dos citricultores, principalmente os pequenos não pulverizam as plantações com inseticidas. Embora fácil, esse procedimento não é barato”, diz Armando Bergamin Filho, professor da Esalq-USP e coordenador de outro projeto financiado pela FAPESP que aborda a infestação do &lt;em&gt;greening&lt;/em&gt;, iniciado em 2008. “O controle tem que ser regional, não adianta um produtor pulverizar com inseticidas e o vizinho não fazer o mesmo.”</p>
<p>Para Bergamin, a doença é controlável quando em uma região ampla exista uma colaboração entre agricultores para erradicar as plantas doentes, pulverizar e fazer as inspeções, de preferência mensalmente, nos pomares. No projeto, Bergamin e seu grupo, que inclui pesquisadores da Fundecitrus, estudaram a disseminação da doença em função do tempo, a rapidez como a infecção atinge as plantações e o inseto, averiguando hábitos de voo do psilídeo, que pode ser levado pelo vento a centenas de metros, tudo com base em análises moleculares nas várias etapas da doença.</p>
<p>&lt;strong&gt;Leds nas folhas&lt;/strong&gt;<br />
Um dos problemas dos agricultores é identificar o HLB pelos sintomas, porque eles se parecem muito com os de outras doenças dos citros. Uma inspeção mais eficaz e segura pode estar disponível em breve, como mostram pesquisas realizadas com sistemas de detecção fotônica que estão em desenvolvimento por dois grupos de pesquisadores de São Carlos. Os experimentos utilizam o princípio da fluorescência que utiliza a emissão de luz pela folha após ter sido iluminada por um diodo emissor de luz (Led) ou por um laser.</p>
<p>Um estudo é conduzido por Luís Gustavo Marcassa, professor do Instituto de Física de São Carlos da USP, como uma sequência de outro estudo em que os pesquisadores usaram laser para identificar o cancro cítrico (&lt;em&gt;ver Pesquisa FAPESP&lt;/em&gt;&lt;em&gt; nº 80&lt;/em&gt;). “Agora com o &lt;em&gt;greening&lt;/em&gt;&lt;em&gt; não uso o laser, que requer mais cuidados e é mais caro, mas &lt;/em&gt;Leds (diodos emissores de luz) de alta potência. Ao analisarmos as folhas, chegamos a um acerto de 90% das amostras comprovadas com exames moleculares”, diz Marcassa.</p>
<p>O estudo consiste em iluminar a folha com a luz de um led e captar com uma câmara fotográfica a fluorescência alterada pela bactéria. Os dados enviados a um computador mostram em um gráfico a possibilidade de a planta estar infectada. Além de São Paulo, Marcassa, em parceria com Reza Ehsani, professor do Centro de Pesquisa e Educação em Citrus (Crec, sigla em inglês), da Universidade da Flórida, fez estudos também em plantações de laranjas naquele estado norte-americano. “Mas os testes na Flórida mostraram resultados diferentes e o índice de acerto lá foi de 61%. Os colegas dos Estados Unidos acreditam que a diferença se deva às condições ambientais das plantas, como adubação e nutrientes distintos, em relação a São Paulo”, diz Marcassa.</p>
<p>O segundo experimento é conduzido pela pesquisadora Débora Milori, da Embrapa Instrumentação Agrícola, unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, em São Carlos (SP), que estuda o uso de feixes de laser e leds para diagnosticar precocemente o HLB. Débora e sua equipe inventaram um equipamento portátil que lança um feixe de luz sobre as folhas e consegue diagnosticar o &lt;em&gt;greening&lt;/em&gt; e a clorose variegada com taxa de acerto de 95%. No caso do HLB, o equipamento consegue o diagnóstico positivo mesmo em fase assintomática. O sistema teve depósito de patente no Brasil e no exterior e em 2011 foi licenciado para a empresa Opto Eletrônica, também de São Carlos, que, em parceria com os pesquisadores da Embrapa, desenvolve o primeiro protótipo para uso no campo.</p>
<p>“Hoje a inspeção visual pode levar a erros de 30 a 60%, inclusive na confusão com outras doenças que apresentam sintomas semelhantes”, diz Débora. “Em laboratório, com calibração do aparelho para cada variedade de citro, os índices de acerto são elevados e o resultado sai em alguns segundos. O desafio agora é testá-lo em campo.” Este estudo recebe apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Centro de Pesquisa em Óptica e Fotônica de São Carlos, um dos centros de Pesquisa, Inovação e Difusão da FAPESP.</p>
<p>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Artigo científico&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;<br />
BASSANEZI, R.B.&lt;em&gt; et al&lt;/em&gt;. &lt;a href=&#8221;http://www.fundecitrus.com.br/ImageBank/FCKEditor/file/HLB%20revis%C3%A3o%20epidemiologia%20-%20Bassanezi%20et%20al%202010.pdf&#8221; target=&#8221;_blank&#8221;&gt;Epidemiologia do &lt;em&gt;huanglongbing &lt;/em&gt;e suas implicações para manejo da doença&lt;/a&gt;. &lt;strong&gt;Citrus Research &amp;amp; Technology.&lt;/strong&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;v.31, n.1, p. 11-23, 2010.</p>
<p>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;De nosso arquivo&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;<br />
&lt;em&gt;&lt;a href=&#8221;http://revistapesquisa2.fapesp.br/?art=3921&amp;amp;bd=1&amp;amp;pg=1&amp;amp;lg=&#8221; target=&#8221;_blank&#8221;&gt;A luta contra o dragão amarelo&lt;/a&gt; – &lt;/em&gt;Edição nº 162 – agosto de 2009</TEXTAREA><SPAN class="mceEditor wp_themeSkin"><SPAN class="mceVoiceLabel">Área de Texto Rico</SPAN><br />
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<TD><A id="content_bold" class="mceButton mceButtonEnabled mce_bold" title="Negrito (Ctrl + B)" href=";"><SPAN class="mceIcon mce_bold"></SPAN><SPAN class="mceVoiceLabel mceIconOnly">Negrito (Ctrl + B)</SPAN></A></TD><br />
<TD><A id="content_italic" class="mceButton mceButtonEnabled mce_italic" title="Itálico (Ctrl + I)" href=";"><SPAN class="mceIcon mce_italic"></SPAN><SPAN class="mceVoiceLabel mceIconOnly">Itálico (Ctrl + I)</SPAN></A></TD><br />
<TD><A id="content_strikethrough" class="mceButton mceButtonEnabled mce_strikethrough" title="Rasurado (Alt + Shift + D)" href=";"><SPAN class="mceIcon mce_strikethrough"></SPAN><SPAN class="mceVoiceLabel mceIconOnly">Rasurado (Alt + Shift + D)</SPAN></A></TD><br />
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<TD><A id="content_justifyleft" class="mceButton mceButtonEnabled mce_justifyleft" title="Alinhar à Esquerda (Alt + Shift + R)" href=";"><SPAN class="mceIcon mce_justifyleft"></SPAN><SPAN class="mceVoiceLabel mceIconOnly">Alinhar à Esquerda (Alt + Shift + R)</SPAN></A></TD><br />
<TD><A id="content_justifycenter" class="mceButton mceButtonEnabled mce_justifycenter" title="Centralizar (Alt + Shift + C)" href=";"><SPAN class="mceIcon mce_justifycenter"></SPAN><SPAN class="mceVoiceLabel mceIconOnly">Centralizar (Alt + Shift + C)</SPAN></A></TD><br />
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<p><P>Começam a surgir soluções para a mais cruel doença da citricultura brasileira conhecida por um complicado nome em chinês, <EM>huanglongbing, </EM>ou<EM> </EM>ainda <EM>greening</EM>, em inglês, que já se mostrou mais agressiva que outras enfermidades dos laranjais como o cancro cítrico ou a clorose variegada dos citros. Novas formas de combatê-la são muito bem-vindas, porque a indicação hoje é simplesmente arrancar a planta com raiz e fazer severas pulverizações de inseticidas. Já foram erradicados cerca de 14 milhões de plantas de laranjeiras de 2005 a 2011.</P><br />
<P>A mais nova solução para conter essa epidemia agrícola prevê o combate ao inseto transmissor da bactéria <EM>Liberibacter,</EM> que causa a doença. Conhecido como psilídeo (<EM>Diaphorina citri)</EM>, ele pode ter sua população diminuída por meio de manejo ecológico com o uso de uma vespa, a <EM>Tamarixia radiata</EM>, que não causa danos à agricultura e ao homem. Essas vespas parasitam os psilídeos ainda jovens – quando estão na fase de ninfa e não voam – ao colocar ovos no corpo do inseto transmissor da doença. As vespas depois de saírem do ovo destroem o ser parasitado. O ciclo de reprodução da <EM>Tamarixia</EM> e do psilídeo foi obtido por uma equipe do professor José Roberto Postali Parra, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP). Em estudos realizados no município de Araras (SP), a soltura da vespa em pomares da região teve resultados entre 51% e 72% de eliminação das ninfas do inseto.</P><br />
<P>O domínio da técnica se completou em 2011, por meio de estudos desenvolvidos pela equipe de entomologia da Esalq, que conta com 10 pesquisadores, num projeto financiado pelo Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus), entidade mantida pelos produtores. Atualmente, para manter o experimento, são produzidos de 60 mil a 100 mil vespas por mês na Esalq. Elas são liberadas no campo em áreas com altas populações de <EM>Diaphorina citri</EM>, numa relação de 400 vespas por hectare.</P><br />
<P>O problema com esse tipo de manejo já verificado em estudos preliminares pelo professor Parra, que tem parcerias também com o Instituto Agronômico (IAC), o Instituto Biológico de São Paulo e a Universidade da Califórnia, em Davis, nos Estados Unidos, é que a vespa migra e morre em áreas onde existe a aplicação de produtos químicos para controle da praga. Assim, enquanto continua a aplicação maciça de inseticidas em áreas comerciais, as liberações estão sendo realizadas em áreas de murta (<EM>Murraya paniculata</EM>), uma planta ornamental usada em cercas vivas e pertencente à mesma família dos citros, também hospedeira da doença, em pomares abandonados e áreas de plantações orgânicas de citros.</P><br />
<P>“Em função dos resultados da pesquisa, é possível recomendar como tática de controle do psilídeo a aplicação de inseticidas apenas no período de repouso vegetativo (período de menor atividade metabólica da planta com queda de folhas) das plantas cítricas”, diz Parra. A adoção dessa técnica permite que a liberação de <EM>Tamarixia radiata</EM> possa ser realizada também em áreas com aplicação de inseticidas, atuando de forma complementar à ação desses produtos.</P><br />
<P>Uma série de alternativas para eliminar o psilídeo ainda está em estado inicial de estudo. “Uma delas é o uso de bactérias que interferem no comportamento e na biologia dos insetos, além de fungos que podem ser utilizados como agentes de controle”, diz Parra. Esse tipo de controle biológico é feito de forma semelhante a inseticidas industriais com a aplicação de fungos misturados à água, sobre os insetos e nas plantações. O fungo é inerte para os vegetais e ao homem, mas parasita tanto o inseto adulto como as ninfas, deixando-os secos como se estivessem mumificados. A equipe de Parra leva em conta possível isolamento de feromônios sexuais, substâncias secretadas pela fêmea para atrair insetos machos, que poderiam ser usados em armadilhas para diminuir a população do psilídeo.</P><br />
<P>Nas goiabeiras reside uma outra possível solução para barrar a investida do transmissor da bactéria. “Elas produzem algumas substâncias voláteis que repelem o inseto, como foi observado inicialmente no Vietnã, onde se plantam goiaba e laranja nos mesmos pomares, de forma intercalada”, diz o agrônomo José Belasque Júnior, pesquisador do Fundecitrus. A pesquisa encontra-se na fase de identificação química dos compostos repelentes para os psilídeos. Estudos para identificação e síntese dessas substâncias voláteis da goiabeira estão sendo feitos pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) de Semioquímicos na Agricultura, financiado pela FAPESP e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, que tem sede na Esalq e é coordenado pelo professor Parra. “A ideia é produzir essas substâncias no futuro nas próprias laranjeiras por meio de técnicas de transgenia com o objetivo de repelir o inseto”, explica.</P><br />
<P>O <EM>huanglongbing</EM> (HLB) foi identificado no Brasil pela primeira vez em 2004 por pesquisadores do Centro de Citricultura Sylvio Moreira, vinculado ao Instituto Agronômico (IAC), e do Fundecitrus. A rápida expansão da doença pode ser percebida em um experimento realizado pela equipe do agrônomo Marcos Machado, diretor do Centro de Citricultura, em um projeto financiado pela FAPESP, entre 2005 e 2008, com a parceria do Fundecitrus, para estudo da bactéria em relação ao diagnóstico, à biologia e à forma de combatê-la. O pesquisador Renato Bassanezi, do Fundecitrus, isolou um pomar novo de laranjas em Araraquara com 10 mil plantas sem HLB, cercada por plantações de cana e distante um quilômetro de qualquer outro pomar.</P><br />
<P>Foi feito o controle químico com inseticidas, com diferentes tipos de aplicação. Depois de três anos, 15% das plantas tinham a doença. A conclusão foi que, mesmo com intenso controle químico dentro do pomar, não foi possível evitar a entrada de insetos contaminados de outras áreas. “A situação não é simples, porque é possível que tenham chegado ali vários insetos, mas se apenas um estivesse contaminado a transmissão da doença poderia ocorrer”, diz Machado. Em 2009, o experimento havia sido todo dizimado pelo HLB.</P><br />
<P>O nome em chinês <EM>huanglongbing </EM>é traduzido como doença do dragão amarelo ou doença do ramo amarelo, porque deixa as folhas amareladas e os frutos verdes, deformados e imprestáveis para o consumo ou para o processamento industrial. “A infecção é severa. Não adianta cortar galhos, é preciso arrancar a árvore, inclusive com a raiz, com uma máquina para que não volte a brotar”, diz Machado.</P><br />
<P>Atualmente, existem cerca de 160 milhões de árvores de citros no estado de São Paulo e o período de produção de cada uma é de até 20 anos. Em 2011, segundo o Fundecitrus, o <EM>greening</EM> estava presente em 53,38% dos talhões (em média 2 mil plantas) paulistas. Outras doenças importantes, como a clorose variegada, atacava 40,3% do parque citrícola enquanto o cancro cítrico, 0,99% das plantas. O HLB também está presente em municípios de Minas Gerais e do Paraná. Os três estados são responsáveis por quase 90% da produção nacional de frutas cítricas e 60% da produção mundial de suco concentrado congelado, o produto mais importante do setor, que rendeu US$ 2 bilhões em exportações em 2010.</P><br />
<TABLE class="tabela_interna mceItemTable" border="0" align="left"><br />
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<TD><STRONG>OS PROJETOS</STRONG></TD></TR><br />
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<TD>1. Bioecologia e estabelecimento de estratégias de controle de <EM>Diaphorina citri Kuwayama</EM> (Hemiptera: Psyllidae), vetor da bactéria causadora do <EM>greening</EM> nos citros – <A href="http://www.bv.fapesp.br/pt/projetos-tematicos/1246/bioecologia-estabelecimento-estrategias-controle-diaphorina/" target="_blank">nº 2004/14215-0</A> (2005-2009)<BR>2. Estudos da bactéria <EM>Candidatus Liberibacter spp.</EM>, agente causal do <EM>huanglongbing</EM> (<EM>ex-greening</EM>) dos citros: diagnóstico, biologia e manejo – <A href="http://www.bv.fapesp.br/pt/projetos-tematicos/1319/estudos-bacteria-candidatus-liberibacter-spp/" target="_blank">nº 2005/00718-2</A> (2005-2010)<BR>3. Epidemiologia molecular e manejo integrado do <EM>huanglongbing</EM> (asiático<BR>e americano) no estado de São Paulo – <A href="http://www.bv.fapesp.br/pt/projetos-tematicos/1917/epidemiologia-molecular-manejo-integrado-huanglongbing/" target="_blank">nº 2007/55013-9</A> (2007-2012)<BR>4. Centro de Pesquisa em Óptica e Fotônica de São Carlos (subprojeto: Óptica aplicada à agricultura e ao meio ambiente)&nbsp; – <A href="http://www.bv.fapesp.br/pt/projetos-de-pesquisa/29461/centro-ciencias-opticas-fotonica/" target="_blank">nº 1998/14270-8</A> (2000-2012)<BR>5. Imagem de fluorescência aplicada em doenças de citros no campo – <A href="http://www.bv.fapesp.br/pt/projetos-regulares/29552/imagem-fluorescencia-aplicada-doencas-citros/" target="_blank">nº 2010/16536-9</A> (2010-2012)</TD></TR><br />
<TR><br />
<TD><STRONG>Modalidades</STRONG></TD></TR><br />
<TR><br />
<TD>1. a 3. Projeto Temático<BR>4. Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepid)<BR>5. Auxílio Regular a Projeto&nbsp;de Pesquisa</TD></TR><br />
<TR><br />
<TD><STRONG>Coordenadores</STRONG></TD></TR><br />
<TR><br />
<TD>1. José Roberto Postali Parra – USP<BR>2. Marcos Antonio Machado – IAC<BR>3. Armando Bergamin Filho – USP<BR>4. Débora Milori – Embrapa<BR>5. Luís Gustavo Marcassa – USP</TD></TR><br />
<TR><br />
<TD><STRONG>Investimento</STRONG></TD></TR><br />
<TR><br />
<TD>1. R$ 462.875,46<BR>2. R$ 1.418.367,25<BR>3. R$ 1.175.226,06<BR>4. R$ 38.622.748,13<BR>5. R$&nbsp;85.260,51</TD></TR></TBODY></TABLE><br />
<P>A&nbsp; doença é relatada na Ásia desde o século XIX, continente de origem dos citros. Foi primeiro descrita na China e mais tarde ganhou também o nome <EM>greening</EM> na África do Sul, que se refere aos frutos que não amadurecem e ficam verdes. No Brasil, segundo Machado, o HLB pode ter chegado por meio material de propagação vegetativa, há mais de dez anos. O inseto que dissemina a bactéria é um velho conhecido dos agricultores brasileiros. O psilídeo foi registrado no Brasil pela primeira vez no início da década de 1940 e deve ter chegado provavelmente no meio de mudas infestadas. Ele se adaptou bem ao clima, mas não era considerado uma praga, porque não produzia danos, embora estivesse relacionado à transmissão da bactéria causadora do HLB na China e em outros países da Ásia. Os olhares dos citricultores brasileiros em relação ao <EM>Diaphorina citri, </EM>que mede de 2 a 3 milímetros de comprimento, só mudaram com a confirmação do HLB<EM> </EM>em São Paulo. Ele adquire e transmite as bactérias de plantas doentes quando se alimenta nos vasos do floema, o sistema de circulação da seiva da planta.&nbsp; A importância desse vetor no âmbito da doença logo acionou Parra que apresentou um projeto sobre o inseto à FAPESP ainda em 2004. “Até aquele momento, o inseto não havia sido estudado profundamente. O nível populacional não justificava estudos e um controle maior por parte do produtor”, diz. “Com o temático, conseguimos conhecer melhor o <EM>Diaphorina</EM> e indicar medidas biológicas, comportamentais e recomendar o uso de inseticida de forma racional sem desequilibrar o ambiente e sem matar os seus inimigos naturais, como algumas pequenas vespas”, explica. “Identificamos que o inseto se desenvolve melhor em outras árvores, principalmente na murta.”</P><br />
<P>A fêmea coloca os ovos nas brotações dessas plantas. Nos citros, ela coloca uma média de 160 ovos, enquanto em outras chega até a 348. “Estabelecemos parâmetros climáticos e zonea-mento dos lugares onde a praga ocorre mais intensamente. A maior prevalência acontece nos municípios de São Carlos, Bariri, Botucatu, Lins e Araraquara.” O professor Parra realiza há mais de 40 anos pesquisas com insetos ligados à agricultura e sente que o desafio de entender e combater o <EM>grenning</EM> é grande, talvez o maior de sua carreira. “O inseto é de difícil manejo na criação. Há também o problema das populações que são variáveis ao longo do ano, das estações e de condições de temperatura e chuva, o que nos impediu de estabelecer modelos de sua presença no campo”, diz.&nbsp; Se o inseto é complicado, as bactérias não são menos. Elas foram identificadas em laboratório na França, em 1970, no grupo do professor Joseph Bové, do Instituto Nacional de Pesquisa Agronômica. Ainda hoje elas não têm uma identificação taxonômica ou nome científico definitivo, porque há dificuldades em cultivá-las em meio de cultura nos laboratórios. Por isso recebem a denominação de <EM>Candidatus Liberibacter</EM> <EM>(Ca.L.)</EM> e três espécies estão associadas ao HLB, a <EM>Ca. L.</EM> <EM>asiaticus</EM>, responsável por mais de 90% da doença no Brasil e causadora da infecção mais deletéria, a <EM>Ca. L.</EM> <EM>africanus</EM>, mais amena e ausente dos pomares brasileiros, e a <EM>Ca. L. americanus</EM>, muito pouco presente no país.</P><br />
<P>Para cultivar a <EM>Liberibacter</EM> é preciso um caldo de que ela goste, e isso é feito por meio de sequências de tentativa e erro”, diz Elliot Kitajima, professor da Esalq e especialista em microscopia eletrônica. Ele e Francisco Tanaka, também professor da mesma universidade, fizeram imagens da <EM>Liberibacter</EM> em um floema da vinca ou maria-sem-vergonha [<EM>Catharanthus roseus</EM>], uma planta ornamental usada como hospedeiro alternativo da bactéria. “A concentração na laranjeira é muito baixa, não é possível fazer imagens como a obtida com a vinca”, diz. “Não existe a relação entre o número de bactérias e o estrago no floema”, diz Machado. Mesmo assim, as poucas bactérias devem secretar toxinas que prejudicam a funcionalidade do floema. “Rapidamente, em cerca de meia hora depois que o inseto portador da bactéria pica a planta, ela se torna infectada, mas a evolução é lenta e os sintomas podem se manifestar até um ano depois”, diz Parra.</P><br />
<P>O combate ao HLB também deve contar no futuro com o conhecimento do genoma da bactéria. O sequenciamento genético da <EM>Ca.Liberibacter asiaticus</EM> foi finalizado em 2008 pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. A espécie asiática possui um genoma pequeno, com cerca de 1,2 milhão de pares de base, enquanto a bactéria <EM>Xylella fastidiosa</EM>, que causa a clorose variegada, tem 2,4 milhões de pares, e a <EM>Xanthomonas axonopodis citri</EM>, bactéria causadora do cancro, possui 4,5 milhões de pares.</P><br />
<P>O menor genoma da <EM>Liberibacter</EM> significa que ela é ainda mais especializada que as outras. Pode indicar que o parasitismo da bactéria em relação à planta é obrigatório porque ela é incapaz de viver livre”, diz Machado. Ele coordena também o recém-criado Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) de Genômica para Melhoramento de Citros, que engloba institutos e universidades em São Paulo, Bahia, Paraíba e na Flórida, nos Estados Unidos. Esse estado norte-americano também é atacado pelo <EM>greening</EM>, onde a doença foi identificada em 2005. A Flórida, com mais de 60 milhões de pés de laranja, é o segundo produtor mundial, atrás de São Paulo, com quase 78% do total de frutas do Brasil. Flórida e São Paulo somados são responsáveis por cerca de 80% da produção mundial de suco.</P><br />
<P>Os próprios agricultores é que têm de combater a doença. No Brasil, uma lei federal os obriga a eliminar as árvores doentes mas nem sempre isso ocorre. “Metade dos citricultores, principalmente os pequenos não pulverizam as plantações com inseticidas. Embora fácil, esse procedimento não é barato”, diz Armando Bergamin Filho, professor da Esalq-USP e coordenador de outro projeto financiado pela FAPESP que aborda a infestação do <EM>greening</EM>, iniciado em 2008. “O controle tem que ser regional, não adianta um produtor pulverizar com inseticidas e o vizinho não fazer o mesmo.”</P><br />
<P>Para Bergamin, a doença é controlável quando em uma região ampla exista uma colaboração entre agricultores para erradicar as plantas doentes, pulverizar e fazer as inspeções, de preferência mensalmente, nos pomares. No projeto, Bergamin e seu grupo, que inclui pesquisadores da Fundecitrus, estudaram a disseminação da doença em função do tempo, a rapidez como a infecção atinge as plantações e o inseto, averiguando hábitos de voo do psilídeo, que pode ser levado pelo vento a centenas de metros, tudo com base em análises moleculares nas várias etapas da doença.</P><br />
<P><STRONG>Leds nas folhas</STRONG><BR>Um dos problemas dos agricultores é identificar o HLB pelos sintomas, porque eles se parecem muito com os de outras doenças dos citros. Uma inspeção mais eficaz e segura pode estar disponível em breve, como mostram pesquisas realizadas com sistemas de detecção fotônica que estão em desenvolvimento por dois grupos de pesquisadores de São Carlos. Os experimentos utilizam o princípio da fluorescência que utiliza a emissão de luz pela folha após ter sido iluminada por um diodo emissor de luz (Led) ou por um laser.</P><br />
<P>Um estudo é conduzido por Luís Gustavo Marcassa, professor do Instituto de Física de São Carlos da USP, como uma sequência de outro estudo em que os pesquisadores usaram laser para identificar o cancro cítrico (<EM>ver Pesquisa FAPESP</EM><EM> nº 80</EM>). “Agora com o <EM>greening</EM><EM> não uso o laser, que requer mais cuidados e é mais caro, mas </EM>Leds (diodos emissores de luz) de alta potência. Ao analisarmos as folhas, chegamos a um acerto de 90% das amostras comprovadas com exames moleculares”, diz Marcassa.</P><br />
<P>O estudo consiste em iluminar a folha com a luz de um led e captar com uma câmara fotográfica a fluorescência alterada pela bactéria. Os dados enviados a um computador mostram em um gráfico a possibilidade de a planta estar infectada. Além de São Paulo, Marcassa, em parceria com Reza Ehsani, professor do Centro de Pesquisa e Educação em Citrus (Crec, sigla em inglês), da Universidade da Flórida, fez estudos também em plantações de laranjas naquele estado norte-americano. “Mas os testes na Flórida mostraram resultados diferentes e o índice de acerto lá foi de 61%. Os colegas dos Estados Unidos acreditam que a diferença se deva às condições ambientais das plantas, como adubação e nutrientes distintos, em relação a São Paulo”, diz Marcassa.</P><br />
<P>O segundo experimento é conduzido pela pesquisadora Débora Milori, da Embrapa Instrumentação Agrícola, unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, em São Carlos (SP), que estuda o uso de feixes de laser e leds para diagnosticar precocemente o HLB. Débora e sua equipe inventaram um equipamento portátil que lança um feixe de luz sobre as folhas e consegue diagnosticar o <EM>greening</EM> e a clorose variegada com taxa de acerto de 95%. No caso do HLB, o equipamento consegue o diagnóstico positivo mesmo em fase assintomática. O sistema teve depósito de patente no Brasil e no exterior e em 2011 foi licenciado para a empresa Opto Eletrônica, também de São Carlos, que, em parceria com os pesquisadores da Embrapa, desenvolve o primeiro protótipo para uso no campo.</P><br />
<P>“Hoje a inspeção visual pode levar a erros de 30 a 60%, inclusive na confusão com outras doenças que apresentam sintomas semelhantes”, diz Débora. “Em laboratório, com calibração do aparelho para cada variedade de citro, os índices de acerto são elevados e o resultado sai em alguns segundos. O desafio agora é testá-lo em campo.” Este estudo recebe apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Centro de Pesquisa em Óptica e Fotônica de São Carlos, um dos centros de Pesquisa, Inovação e Difusão da FAPESP.</P><br />
<P><EM><STRONG>Artigo científico</STRONG></EM><BR>BASSANEZI, R.B.<EM> et al</EM>. <A href="http://www.fundecitrus.com.br/ImageBank/FCKEditor/file/HLB%20revis%C3%A3o%20epidemiologia%20-%20Bassanezi%20et%20al%202010.pdf" target="_blank">Epidemiologia do <EM>huanglongbing </EM>e suas implicações para manejo da doença</A>. <STRONG>Citrus Research &amp; Technology.</STRONG><EM> </EM>v.31, n.1, p. 11-23, 2010.</P><br />
<P><EM><STRONG>De nosso arquivo</STRONG></EM><BR><EM><A href="http://revistapesquisa2.fapesp.br/?art=3921&amp;bd=1&amp;pg=1&amp;lg=" target="_blank">A luta contra o dragão amarelo</A> – </EM>Edição nº 162 – agosto de 2009</P><br />
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<TD>Contagem de palavras:<SPAN class="word-count">2850</SPAN></TD><br />
<TD class="autosave-info"><SPAN class="autosave-message">&nbsp;</SPAN> <SPAN>Última edição feita por Redação, em 21 de agosto de 2012 às 19:58 </SPAN></TD></TR></TBODY></TABLE></DIV><br />
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<DIV><A class="title" href="#">Vespas soltas nos laranjais | Revista Pesquisa Fapesp</A><BR><A class="url" href="#">revistapesquisa.fapesp.br/2012/08/21/vespas-soltas-nos-laranjais/</A> &#8211; <A class="util" href="#">Cached</A><br />
<P class="desc"><SPAN>21 Aug 2012</SPAN> – <SPAN class="content">Começam a surgir soluções para a mais cruel doença da citricultura brasileira conhecida por um complicado nome em chinês, huanglongbing, <STRONG>&#8230;</STRONG></SPAN></P></DIV></TD></TR><br />
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<H3 class="hndle"><SPAN>Resumo</SPAN></H3><br />
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<P>Resumos são descrições opcionais feitas manualmente, sobre o conteúdo do seu post e que podem ser mostrados em seu tema. Saiba mais sobre <A href="http://codex.wordpress.org/pt-br:Resumo" target="_blank">Resumos</A>.</P></DIV></DIV><br />
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<TD><LABEL for="meta[61473][value]">Valor</LABEL><TEXTAREA rows="2" cols="30" name="meta[61473][value]">Inseto é usado para eliminar transmissor do greening, uma das doenças mais graves dos citros</TEXTAREA></TD></TR><br />
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<P><STRONG>Adicionar Novo Campo Personalizado:</STRONG></P><br />
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<P>Os Campos Personalizados podem ser usados para adicionar metadados adicionais a um post, que você pode <A href="http://codex.wordpress.org/pt-br:Campos_Personalizados" target="_blank">usar no seu tema</A>.</P></DIV></DIV><br />
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<H3 class="hndle"><SPAN>Discussão</SPAN></H3><br />
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<H3 class="hndle"><SPAN>Comentários</SPAN></H3><br />
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<P>Nenhum comentário ainda.</P></DIV></DIV><br />
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<LI><A href="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-admin/revision.php?revision=16050&amp;action=edit">21 de agosto de 2012, às 19:58</A> por Redação</LI></UL></DIV></DIV><br />
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<H3 class="hndle"><SPAN>Miniatura</SPAN></H3><br />
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<P class="mf_caption">O chapéu aparece como título nas miniaturas do post na página inicial.</P></DIV><br />
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		<title>Maturidade precoce</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Aug 2012 22:32:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Evanildo da Silveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Biologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Técnicas diversas deixam bovinos prontos para o abate em 15 meses]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Bois prontos para o abate com menos idade que a média nacional e novilhas que têm o primeiro parto mais jovens são os principais resultados de dois projetos de pesquisa realizados no início da década passada com financiamento da FAPESP. Os dois trabalhos ajudaram a melhorar a pecuária nacional e, consequentemente, aumentar sua competitividade no mercado de carne internacional. Com 209 milhões de bovinos, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tem o maior rebanho comercial do mundo. Daí a importância de estudos nesta área.</p>
<p>O mais antigo dos dois projetos, <em>Estratégias de cruzamentos, práticas de manejo e biotécnicas para intensificação sustentada da produção de carne bovina</em>, realizado de 1998 a 2002, reuniu duas dezenas de pesquisadores de quatro instituições: Embrapa Pecuária Sudeste, sediada em São Carlos; Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP), em Piracicaba; Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV) da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Jaboticabal; e as unidades de Sertãozinho e Nova Odessa do Instituto de Zootecnia do Estado de São Paulo.</p>
<p>Coordenado pelo engenheiro agrônomo Maurício Mello de Alencar, da Embrapa Pecuária Sudeste, o projeto tinha como principal objetivo avaliar o ciclo completo de vida do gado, do momento do nascimento até quando ele está pronto para o abate. Antes disso, vários pesquisadores brasileiros já haviam tratado dessa questão, mas normalmente focados apenas em fases isoladas do sistema de produção. A novidade do trabalho coordenado por Alencar é que ele envolveu ao mesmo tempo vários aspectos, como melhoramento genético, reprodução, nutrição, sanidade, pastagem e genética molecular. Para isso, os estudos foram divididos em oito subprojetos.</p>
<p>Os pesquisadores avaliaram animais resultantes de cruzamento de vacas nelore com touros da mesma raça e das raças canchim, angus e simental, submetidos a práticas de alimentação e manejo não intensivo e intensivo. “Na fase de cria, avaliamos cinco sistemas de produção”, diz Alencar. “O que usamos como referência foi o de nelore sob manejo não intensivo, com um animal por hectare. Nesse sistema, que é o mais usado no país, vacas nelore ou aneloradas foram acasaladas com touros da mesma raça.” Foram estudados os animais sob manejo intensivo, com cinco deles por hectare, com suplementação alimentar das vacas no inverno e adubação das pastagens no verão.</p>
<p>O nelore (<em>Bos taurus indicus</em>), originário da Índia, foi escolhido por ser o zebuíno predomimante na pecuária de corte nacional (80% do rebanho). O canchim é uma raça sintética criada no Brasil, composta de 5/8 de charolês e 3/8 de zebu, de porte médio, e o simental é um taurino (<em>Bos taurus taurus</em>) da Europa continental, de tamanho grande. O angus também é europeu, mas da Grã-Bretanha e de porte médio. Canchim e simental se destacam principalmente pelo ganho de peso e o angus pela precocidade reprodutiva. Todos os três são usados em cruzamentos comerciais.</p>
<p>Segundo Alencar, os cinco sistemas de produção foram testados em duas épocas de monta, outono-inverno e primavera-verão, visando à produção de animais em diferentes períodos do ano. “As vacas e os touros resultantes dos vários sistemas, ou seja, nelores ‘puros’ e cruzados canchim x nelore, simental x nelore e angus x nelore, foram avaliados quanto a características de crescimento, habilidade materna, eficiência reprodutiva, exigência nutricional, comportamento, resistência a parasitas e qualidade da carcaça e da carne”, explica. Além disso, nas fases de recria e de reprodução das fêmeas nelores e cruzadas, foram estudadas estratégias de alimentação e de manejo para redução da idade à primeira cobertura e melhoria da eficiência reprodutiva. No caso dos machos, foram avaliados o crescimento, a conversão alimentar e características quantitativas e qualitativas da carcaça.</p>
<p>Os resultados do trabalho mostraram que o nível de suplementação não influenciou a precocidade sexual (idade até a puberdade) das novilhas, mas o cruzamento sim. As vacas cruzadas tiveram o primeiro bezerro mais cedo do que as nelores. Entre elas as resultantes da mistura entre angus e nelore, nascidas na primavera, tiveram a primeira cria com menos de 2 anos de idade – mais precisamente aos 709 dias, ou 23 meses e 19 dias. Na pecuária brasileira o normal era ter o primeiro parto aos 4 anos. Entre os machos nascidos no outono, destinados ao abate após confinamento iniciado aos 12 meses de idade, os animais cruzados de angus com nelore foram abatidos aos 16 meses com cerca de 20 arrobas (300 quilogramas de carcaça), bem mais cedo do que a média de idade de abate à época no país. Outros resultados importantes obtidos se referem a resistência a parasitas, exigência nutricional de vacas, comportamento animal, marcadores moleculares e efeitos da intensificação no uso das pastagens.</p>
<p>O trabalho evoluiu para o estudo de alternativas de cruzamento envolvendo raças bovinas adaptadas e não adaptadas. O objetivo é obter animais que sejam produtivos nas condições tropicais, precoces, tanto em reprodução quanto em acabamento, e produtores de carne macia de boa qualidade. “O que se pretende é avaliar a possibilidade de produzir animais com elevada proporção de <em>Bos taurus</em> <em>taurus, </em>mantendo um elevado potencial de adaptação a regiões de clima tropical” , explica Alencar.</p>
<p><strong>Modelo biológico superprecoce</strong><br />
Precocidade também foi o principal resultado do projeto <em>Crescimento de bovinos de corte no modelo biológico superprecoce</em>, desenvolvido de 2000 a 2006 na Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Unesp em Botucatu. Sob a coordenação do professor Antônio Carlos Silveira, do departamento de melhoramento e nutrição animal, e a participação de 30 pesquisadores, o trabalho resultou num sistema de criação de bovinos que reduz a idade de abate para até 15 meses. São os chamados novilhos superprecoces que, nessa idade, atingem 450 quilogramas. Eles se originaram do cruzamento de gado nelore com raças europeias, como angus, hereford, simental, braunvieh, charolês, limousin e pardo suíço.</p>
<table class="tabela_interna" border="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Os projetos</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>1. Estratégias de cruzamentos, práticas de manejo e biotécnicas para intensificação sustentada da produção de carne bovina – <a href="http://www.bv.fapesp.br/pt/projetos-tematicos/1232/estrategias-cruzamentos-praticas-manejo-biotecnicas/" target="_blank">nº 1998/03761-0 </a>(1998-2002)<br />
2. Crescimento de bovinos de corte no modelo biológico superprecoce – <a href="http://www.bv.fapesp.br/pt/projetos-tematicos/767/crescimento-bovinos-corte-modelo-biologico/" target="_blank">nº 1999/05195-5</a> (2000-2006)</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Modalidade</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Projeto Temático</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Coordenadores</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>1. Maurício Mello de Alencar – Embrapa Pecuária Sudeste<br />
2. Antônio Carlos Silveira – FMVZ/Unesp de Botucatu</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Investimento</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>1. R$ 374.840,67<br />
2. R$ 773.318,74</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Esse trabalho permite queimar etapas no processo de criação. Agora os bezerros não passam pela fase da recria, que pode durar de dois a três anos. Eles são desmamados aos sete meses de idade, pesando cerca de 230 quilos, e imediatamente colocados em confinamento para engordar. Além da precocidade para abate, esse método garante cobertura de gordura subcutânea na carcaça superior a 3,5 milímetros, que dá qualidade à carne e seus subprodutos.</p>
<p>Para chegar  a esses resultados, os pesquisadores monitoraram o crescimento do tecido muscular esquelético dos novilhos desde o nascimento até a desmama, e daí à terminação – maturidade para o abate –, e estudaram a qualidade de alimentos e suplementos para orientar o manejo alimentar. Na área de biologia molecular, caracterizaram os genes envolvidos no crescimento e na composição da carcaça, para identificar indivíduos geneticamente superiores e eventualmente destiná-los à reprodução.</p>
<p>Silveira cita mais quatro resultados importantes do trabalho. O primeiro deles é a tecnologia de avaliação de carcaça dos animais em tempo real por meio de aparelho de ultrassom. “Com ela, conseguimos verificar o tempo ideal para abater os animais”, diz. “Além disso, torna possível a seleção de touros para maior crescimento muscular e deposição de gordura na carne e separação de animais em lotes em confinamentos para melhor desenvolvimento e desempenho dentro do sistema de terminação.” Um segundo resultado foi a identificação de marcadores moleculares para maciez da carne e deposição de gordura, principalmente na raça nelore, que tem a carne mais dura do que animais europeus.</p>
<p>A introdução de um sistema de alimentação privativa para bezerros, chamado de <em>creepfeeding,</em> de cochos pré-moldados, foi outro resultado do projeto. Eles são colocados em lugares do pasto onde só os bezerros – ainda mamando – têm acesso. Assim, eles chegam ao desmame com maior peso – cerca de 30 a 45 kg a mais. O trabalho de Silveira e de sua equipe também resultou na produção de silagem de grão úmido como forma de processamento de milho para as dietas de bovinos. “Durante as pesquisas, compramos uma máquina que produz a silagem em <em>bags</em>”, ele conta. “É uma maneira alternativa de conservar alimentos.”</p>
<p>Todos esses métodos e tecnologias desenvolvidos durante o projeto foram repassados para os criadores e hoje estão difundidos em todo o Brasil, contribuindo para a melhoria da pecuária nacional. “O principal resultado do nosso trabalho foi esta consolidação do sistema de produção de carne de animais jovens intitulado superprecoce”, diz Silveira. “Ele já foi adotado como um modo de produzir carne de qualidade, padronizada pelos pecuaristas confinadores em nosso país.”</p>
<p><em><strong>Artigo científico</strong></em><br />
BIANCHINI, W. <em>et al</em>. <a href="http://revistas.ufba.br/index.php/rbspa/article/viewArticle/780" target="_blank">Crescimento e características de carcaça de bovinos superprecoces nelore, simental e mestiços</a>. <strong>Rev. Bras. Saúde Prod. An.</strong>  v. 9, n. 3, p. 554-64, 2008.</p>
<p><em><strong>De nosso arquivo</strong><br />
<a href="http://revistapesquisa2.fapesp.br/?art=2551&amp;bd=1&amp;pg=1&amp;lg=" target="_blank">Rebanho de fino trato</a></em> – Edição nº 102 – agosto de 2004<em><br />
<a href="http://revistapesquisa2.fapesp.br/?art=2182&amp;bd=1&amp;pg=1&amp;lg=" target="_blank">O avanço da boiada</a></em> – Edição nº 88 – junho de 2003<em><br />
<a href="http://revistapesquisa2.fapesp.br/?art=1171&amp;bd=1&amp;pg=1&amp;lg=" target="_blank">Jovem, enxuto e com peso de boi</a></em> – Edição nº 60 – dezembro de 2000
<p><a style="float:left" href="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/08/190-193_pecuaria.pdf"><img  src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/themes/revistafapesp/images/icon_pdf.png" /></a><a style="float:left" href="http://www.printfriendly.com/print/v2?url=http://revistapesquisa.fapesp.br/tag/agropecuaria/feed/" rel="nofollow"><img src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/04/ico_print_pt.png" alt="Print Friendly"></a><span class='st_facebook_large' st_title='Maturidade precoce' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2012/08/21/maturidade-precoce/' displayText='share'></span><span class='st_twitter_large' st_title='Maturidade precoce' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2012/08/21/maturidade-precoce/' displayText='share'></span><span class='st_email_large' st_title='Maturidade precoce' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2012/08/21/maturidade-precoce/' displayText='share'></span><span class='st_sharethis_large' st_title='Maturidade precoce' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2012/08/21/maturidade-precoce/' displayText='share'></span></p>
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		<item>
		<title>Fertilizante marinho</title>
		<link>http://revistapesquisa.fapesp.br/2012/07/16/fertilizante-marinho/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=fertilizante-marinho</link>
		<comments>http://revistapesquisa.fapesp.br/2012/07/16/fertilizante-marinho/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Jul 2012 20:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Yuri Vasconcelos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Oceanografia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://revistapesquisa.fapesp.br/?p=13662</guid>
		<description><![CDATA[Uso de algas calcárias como adubo pode elevar a produtividade]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-13666" title="062-065_Algas_197-2" src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/07/062-065_Algas_197-2.jpg" alt="" width="290" height="275" />Pode estar no fundo do mar a solução para o Brasil elevar em até 50% sua produção de açúcar e etanol sem que seja necessário plantar nem um metro quadrado a mais de cana-de-açúcar. O montante que o país deve produzir este ano é de 37 milhões de toneladas de açúcar e 23,6 bilhões de litros de etanol. Estudos realizados pela Universidade Federal de Lavras (Ufla), no interior de Minas Gerais, em parceria com a empresa TWB Mineração, com sede no Guarujá, no litoral paulista, revelaram que o uso de biofertilizante a partir de algas marinhas calcárias, chamado granulado bioclástico, é capaz de gerar um significativo ganho de produtividade nos canaviais por elevar o teor de açúcar – ou sacarose – presente na planta.</p>
<p>Os pesquisadores descobriram que, ao ser aplicado na lavoura como adubo misturado à vinhaça, um resíduo da produção sucroalcooleira já empregado como fertilizante por várias usinas do país, o granulado bioclástico possui um efeito remineralizador e condicionador do solo e agrega mais de 40 nutrientes importantes para o desenvolvimento da cana, entre eles cálcio, silício e magnésio. “Essa nova fonte de nutrientes para a agricultura tem um papel importante na correção da acidez do solo. Ela retifica o pH dos solos ácidos, melhorando a assimilação dos elementos nutritivos”, afirma o engenheiro agrônomo Paulo César Melo, professor da Ufla e um dos primeiros pesquisadores a analisar o uso do granulado na adubação de lavouras no Brasil. “Ao mesmo tempo, o granulado elimina o característico odor fétido da vinhaça, ao absorver os gases voláteis exalados por ela.”</p>
<p>Os granulados bioclásticos são areias e cascalhos constituídos principalmente por algas marinhas da família Corallinaceae. Essas algas, cuja espécie mais conhecida é a do gênero <em>Lithothamnium</em>, precipitam magnésio em suas paredes celulares, além do carbonato de cálcio num volume de concentração em seu corpo maior do que qualquer outro organismo vivo. De origem vegetal, elas crescem em profundidades que variam de 10 a 40 metros e em seu estado natural possuem uma tonalidade avermelhada ou azulada. A plataforma continental brasileira detém um dos maiores depósitos de algas calcárias do mundo, numa faixa de 4 mil quilômetros que se estende do litoral do Pará ao do Rio de Janeiro.</p>
<p><a href="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/07/062-065_Algas_197-3.jpg" rel="lightbox[13662]" title="062-065_Algas_197-3"><img class="alignleft size-medium wp-image-13795" title="062-065_Algas_197-3" src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/07/062-065_Algas_197-3-300x132.jpg" alt="" width="300" height="132" /></a>A existência de amplas ocorrências dessas algas na plataforma continental das regiões Norte e Nordeste foi relatada na década de 1960 por pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). A última descoberta foi uma área de 21 mil quilômetros quadrados identificada na região do arquipélago de Abrolhos no sul do litoral do estado da Bahia (<a href="http://revistapesquisa.fapesp.br/?p=10353" target="_blank"><em>ver </em>Pesquisa Fapesp <em>nº 196</em></a>). “Na Europa, principalmente na França, essas algas já são empregadas há décadas para nutrição animal e vegetal. Aqui no Brasil seu uso é recente e foi iniciado apenas há cerca de 20 anos. Mas o potencial de exploração econômica das algas na plataforma brasileira é maior do que a dos depósitos franceses”, ressalta Melo. <strong></strong></p>
<p>O uso do granulado bioclástico como fertilizante foi objeto da tese de doutorado defendida pelo pesquisador no departamento de ciência do solo da Ufla. Na ocasião, ele avaliou a eficiência do produto nas lavouras de milho-doce e feijão. Isso foi em 2002. Seis anos depois, Melo foi procurado pela empresa TWB, que explorava uma jazida de algas calcárias a 300 milhas da costa do Espírito Santo, e queria encontrar aplicações economicamente rentáveis para a matéria-prima. “Naquela época, meus estudos já mostravam que o granulado aumentava a concentração de açúcar em frutas, como laranja, maracujá, pitaia, mamão e goiaba. Tivemos, então, a ideia de testá-lo na lavoura de cana-de-açúcar, uma das mais importantes do país”, lembra o pesquisador. Para isso, foi firmado um acordo com a Cooperativa Agroindustrial de Rolândia (Corol), no interior do Paraná, para uso do granulado em canaviais da Fazenda Santa Rosa, no município paranaense de Jaguapitã. Antes da aplicação no campo, foram conduzidos estudos nos laboratórios da Ufla para definição da dose recomendada do produto, de acordo com a análise do solo do local, o histórico da área cultivada e a quantidade de adubo aplicado na plantação. Em novembro de 2009, os pesquisadores misturaram o granulado em 18 mil litros de vinhaça, um resíduo da indústria sucroalcooleira,  que foram aplicados no canavial. Para avaliar a eficiência agronômica da inovação, o pesquisador utilizou uma metodologia chamada de arranjo produtivo local (APL), usado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que consiste em avaliar e validar determinado produto numa cultura e num local específicos, comparando seus resultados com o de uma lavoura que não recebeu aquele produto. No estudo conduzido por Melo, uma área de 3.600 metros quadrados de canavial da Fazenda Santa Rosa foi dividida em três partes. A primeira teve aplicação de granulado e vinhaça; a segunda, somente de vinhaça; e a terceira não recebeu nenhum dos dois produtos.</p>
<div id="attachment_13668" class="wp-caption alignright" style="width: 300px"><img class="size-full wp-image-13668" title="062-065_Algas_197-4" src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/07/062-065_Algas_197-4.jpg" alt="" width="290" height="166" /><p class="wp-caption-text">Granulado calcário já triturado</p></div>
<p>Onze meses depois, a cana foi colhida e foram realizados testes para avaliar a eficiência agronômica do granulado. “O emprego do granulado associado à vinhaça, em comparação ao uso apenas da vinhaça, gerou um aumento significativo de açúcar. Constatamos também que houve uma elevação de 52% na produção de açúcar e álcool. O granulado bioclástico potencializou a ação da vinhaça”, diz Melo. A produção por hectare de álcool na área adubada com granulado e vinhaça atingiu 4.210 litros, ante 2.770 litros na área tratada apenas com vinhaça. A produção de açúcar, por sua vez, alcançou 9.020 quilos, ante 5.937 quilos. A comparação entre a área onde foi aplicada a mistura de granulado e vinhaça com aquela que não recebeu nenhum dos dois produtos revelou um ganho ainda maior, da ordem de quase 100%.<strong></strong></p>
<p>Uma vantagem do uso do granulado como biofertilizante, de acordo com Melo, é seu baixo custo de processamento. Depois que as algas calcárias são retiradas do fundo do mar, por dragagem, não é necessário nenhum tipo de beneficiamento industrial. O processamento das algas se dá por secagem natural, ensacamento e estocagem do produto. “O granulado bioclástico é um produto orgânico e atóxico ao homem, mais barato e mais eficiente do que os fertilizantes químicos convencionais. Todo seu ciclo produtivo – extração, processamento e transporte – não traz impacto ao meio ambiente”, afirma o professor da Ufla. “Durante a dragagem, extraímos apenas as formas livres das algas – ou seja, o exoesqueleto, que é a parte morta delas –, como rodolitos, nódulos e seus fragmentos. A área do fundo do mar desses bancos de algas se parece com um deserto, praticamente sem vida marinha, a não ser pela presença de grandes peixes.”</p>
<p><strong>Impacto ambiental</strong><br />
Esse tipo de exploração das algas preocupa a comunidade científica que estuda os rodolitos. “A exploração das algas calcárias provoca impactos ambientais por tratar-se, na prática, de um recurso natural não renovável. Os rodolitos crescem muito lentamente e têm o tamanho um pouco maior do que uma bola de tênis. Eles podem levar mais de 8 mil anos para serem formados”, diz o biólogo Rodrigo Leão de Moura, professor do Instituto de Biologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Segundo ele, os rodolitos são responsáveis pela complexidade do fundo e agregam biomassa de algas, invertebrados e uma série de espécies de importância comercial, tais como lagostas e peixes de recife. “O impacto sempre irá existir, mas pode ser reduzido se a extração se der em áreas pequenas e cuidadosamente selecionadas, o que não temos visto nesse tipo de empreendimento.”<strong></strong></p>
<div id="attachment_13669" class="wp-caption alignleft" style="width: 300px"><img class="size-full wp-image-13669" title="062-065_Algas_197-5" src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/07/062-065_Algas_197-5.jpg" alt="" width="290" height="149" /><p class="wp-caption-text">Aspersão na lavoura de cana com a vinhaça</p></div>
<p>Pelo menos três empresas brasileiras com minas aprovadas pelo Ministério de Minas e Energia já comercializam o produto ou demonstraram interesse na extração de algas calcárias no litoral brasileiro. A Oceana Brasil explora atualmente uma jazida a 50 quilômetros da costa de Tutoia, no Maranhão. O produto moído e ensacado custa na fábrica o valor de R$ 750,00 a tonelada e recebe o nome de Algen. Outra empresa, a Algarea Mineração, extrai o recurso de uma reserva na costa do Espírito Santo. A TWB explorou por três anos uma grande jazida de algas calcárias no chamado banco Davis, situado há cerca de 300 milhas náuticas da costa, na cadeia submarina Vitória-Ilha de Trindade, no litoral capixaba. Em 2008, a empresa obteve a concessão de dois alvarás do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), órgão ligado ao Ministério de Minas e Energia, para exploração da jazida, mas em 2011 teve as licenças anuladas sob a alegação de que a reserva estava em águas internacionais, além da fronteira marítima brasileira, cujo limite são 200 milhas náuticas (370 quilômetros) a partir da costa.</p>
<p>O potencial de exploração dessa reserva, de 150 mil hectares, é enorme. Segundo Paulo César de Melo, num ritmo de extração de 1 milhão de toneladas por ano, a jazida só se esgotaria em 2 mil anos. “O cancelamento das autorizações de pesquisa fez com que a TWB perdesse o interesse no projeto.” A empresa investiu aproximadamente R$ 5,8 milhões sem que tivesse obtido uma perspectiva de solução para uma operação continuada”, afirma o consultor e sócio da TWB, João Manoel de Lima Monteiro. “A empresa paralisou o projeto e está se concentrando em outras áreas de suas atividades”, diz ele.</p>
<p>Uma das alternativas para viabilizar a exploração do banco Davis seria estender a plataforma continental brasileira para além das atuais 200 milhas náuticas. O governo brasileiro está pleiteando, junto à Comissão de Limites da Plataforma Continental (CLPC) da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (CNUDM), a extensão de sua plataforma continental com a incorporação de uma área de quase 1 milhão de quilômetros quadrados aos 3,5 milhões de quilômetros quadrados de espaços marítimos que já pertencem ao país. Chamada de “Amazônia Azul”, em função de sua grande extensão e dos recursos naturais que abriga, essa região guarda em seu subsolo uma extensa lista de recursos minerais, como diamante, zircônio, potássio, areia e cascalho – além dos depósitos de algas calcárias.</p>
<div>
<p><em>Artigo científico</em><br />
MOREIRA, R.A. <em>et al.</em> <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-84782011000500008&amp;script=sci_arttext" target="_blank">Crescimento de pitaia-vermelha com adubação orgânica e granulado bioclástico</a>. <strong>Ciência Rural </strong><strong><em>online</em></strong>. v. 41, n. 5. mai 2011.</p>
</div>
<p><a style="float:left" href="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/07/Pesquisa_197-21.pdf"><img  src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/themes/revistafapesp/images/icon_pdf.png" /></a><a style="float:left" href="http://www.printfriendly.com/print/v2?url=http://revistapesquisa.fapesp.br/tag/agropecuaria/feed/" rel="nofollow"><img src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/04/ico_print_pt.png" alt="Print Friendly"></a><span class='st_facebook_large' st_title='Fertilizante marinho' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2012/07/16/fertilizante-marinho/' displayText='share'></span><span class='st_twitter_large' st_title='Fertilizante marinho' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2012/07/16/fertilizante-marinho/' displayText='share'></span><span class='st_email_large' st_title='Fertilizante marinho' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2012/07/16/fertilizante-marinho/' displayText='share'></span><span class='st_sharethis_large' st_title='Fertilizante marinho' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2012/07/16/fertilizante-marinho/' displayText='share'></span></p>
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		<title>Seleção transgênica</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jun 2012 20:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnociência]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Genética]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa aprimora desenvolvimento de plantas transgênicas no Brasil]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_10174" class="wp-caption alignright" style="width: 300px"><img class="size-full wp-image-10174" title="014-017_Tecnociencia_196-1a" src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/06/014-017_Tecnociencia_196-1a.jpg" alt="" width="290" height="179" /><p class="wp-caption-text">Nova técnica nacional de inserção de genes vai combater doenças como a broca-do-café</p></div>
<p>Para aprimorar o desenvolvimento de plantas transgênicas no Brasil, pesquisadores de duas unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) – Recursos Genéticos e Biotecnologia e Café, ambas sediadas em Brasília – criaram uma técnica que consiste em selecionar partes específicas do gene, denominadas promotores. Eles são responsáveis por definir onde, quando e em que condições as características desejadas irão se manifestar nas plantas. A intenção dos pesquisadores, coordenados por Juliana Dantas de Almeida, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, é selecionar os promotores de interesse e colocá-los em um catálogo para as instituições de pesquisa. A patente da técnica de modificação de genes de interesse foi depositada em abril. Atualmente, para  desenvolverem uma planta transgênica, os pesquisadores utilizam promotores constitutivos, o que significa que o  gene inserido vai se manifestar em todas as partes da planta e em todas as etapas do seu desenvolvimento. O novo método permite que o gene inserido se expresse apenas no endosperma (tecido nutritivo presente nas sementes) do fruto da planta transformada. No combate a doenças como a broca-do-café, por exemplo, causada por um besouro que se instala no grão do fruto para se reproduzir, o ataque seria diretamente no ponto de origem do problema.  O gene de resistência à broca seria comandado por um promotor específico que combateria apenas o besouro, e não outros insetos que se alimentam de folhas.
<p><a style="float:left" href="http://www.printfriendly.com/print/v2?url=http://revistapesquisa.fapesp.br/tag/agropecuaria/feed/" rel="nofollow"><img src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/04/ico_print_pt.png" alt="Print Friendly"></a><span class='st_facebook_large' st_title='Seleção transgênica' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2012/06/14/selecao-transgenica/' displayText='share'></span><span class='st_twitter_large' st_title='Seleção transgênica' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2012/06/14/selecao-transgenica/' displayText='share'></span><span class='st_email_large' st_title='Seleção transgênica' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2012/06/14/selecao-transgenica/' displayText='share'></span><span class='st_sharethis_large' st_title='Seleção transgênica' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2012/06/14/selecao-transgenica/' displayText='share'></span></p>
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		<title>Manejo da irrigação</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 20:09:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégias]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>

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		<description><![CDATA[Novo software para o manejo da água utilizada na agricultura irrigada]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_672" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="wp-image-672" title="notcont71838" src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/01/notcont71838.jpg" alt="" width="300" height="150" /><p class="wp-caption-text">Software ajuda a usar água na agricultura de forma mais racional</p></div>
<p>A Faculdade de Engenharia (FE) da Universidade Estadual Paulista (Unesp), <em>campus </em>de Ilha Solteira, disponibilizou um <em>software </em>para o manejo da água utilizada na agricultura irrigada. O programa é resultado do projeto Modelagem da Produtividade da Água em Bacias Hidrográficas com Mudanças de Uso da Terra, financiado pela FAPESP e pela Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (Facepe). De acordo com Fernando Tangerino Hernandez, coordenador do projeto, o sistema pode ser aplicado em todas as culturas. O desenvolvimento do <em>software </em>levou 10 meses e seus principais benefícios são estimar rapidamente a evapotranspiração, que é a perda de água do solo por evaporação e a perda de água da planta por transpiração. Hernandez afirmou que a ferramenta foi desenvolvida pensando na simplicidade do uso. “Um tutorial mostra como entrar com os dados a partir de uma planilha e, caso falte alguma variável, ela é estimada por rotinas internas”, disse à <em>Agência FAPESP</em>.
<p><a style="float:left" href="http://www.printfriendly.com/print/v2?url=http://revistapesquisa.fapesp.br/tag/agropecuaria/feed/" rel="nofollow"><img src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/04/ico_print_pt.png" alt="Print Friendly"></a><span class='st_facebook_large' st_title='Manejo da irrigação' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2012/01/19/manejo-da-irrigacao/' displayText='share'></span><span class='st_twitter_large' st_title='Manejo da irrigação' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2012/01/19/manejo-da-irrigacao/' displayText='share'></span><span class='st_email_large' st_title='Manejo da irrigação' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2012/01/19/manejo-da-irrigacao/' displayText='share'></span><span class='st_sharethis_large' st_title='Manejo da irrigação' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2012/01/19/manejo-da-irrigacao/' displayText='share'></span></p>
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		<title>A segurança dos transgênicos</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 22:26:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos de Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Genética]]></category>

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		<description><![CDATA[Transgênicos - Franco Maria Lajolo e Marília Regini Nutti]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright  wp-image-601" title="092-093_Resenhas_191-3" src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/01/092-093_Resenhas_191-3.jpg" alt="" width="300" height="414" />As plantações de alimentos geneticamente modificados (AGM) aumentaram 87 vezes entre 1996 e 2010 e estão presentes em 29 países. No Brasil espera-se um aumento de 20% na safra de 2011/2012. Assim, poderíamos dizer que as culturas transgênicas são um sucesso entre os agricultores. Mas muitas pessoas ainda têm dúvidas ou mesmo rejeitam os alimentos transgênicos porque temem que eles possam ser danosos à saúde humana ou animal. Fazem isso com base em evidências ou faltam informações?</p>
<p>A possibilidade de elucidação do problema para os temerosos e também para quem quer conhecer melhor esse ramo das engenharias genética e de alimentos pode ser encontrada no livro <em>Transgênicos: bases científicas de sua segurança</em>, que tem como autores o professor Franco Maria Lajolo, do Departamento de Alimentos e Nutrição Experimental da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP), e da engenheira de alimentos Marília Regini Nutti, pesquisadora da Embrapa e especialista em segurança de AGM da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e da Organização Mundial da Saúde (OMS). Eles fazem nessa 2ª edição atualizada (a primeira foi lançada em 2003) um levantamento de centenas de estudos, incluindo documentos de organismos mundiais, e descrevem a metodologia científica, baseada na análise de riscos, usada nos ensaios antes da aprovação dos alimentos transgênicos.</p>
<p>“Recentemente vários estudos têm sido realizados para avaliar a influência dos AGM na alimentação de animais durante várias gerações. Entretanto, em nenhum deles foram observados efeitos adversos.” Os autores mostram resultados como esse ao longo dos 10 capítulos que se iniciam com explicações, em forma didática e de fácil compreeensão, de como é a gênese dos organismos geneticamente modificados. Mostram também que dificilmente, com as metodologias aplicadas, um produto AGM possa apresentar riscos para a população. Muitos quadros explicativos, tabelas e infográficos ajudam a completar as informações e a elucidar o tema transgênicos.
<p><a style="float:left" href="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/01/092-093_Resenhas_1912.pdf"><img  src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/themes/revistafapesp/images/icon_pdf.png" /></a><a style="float:left" href="http://www.printfriendly.com/print/v2?url=http://revistapesquisa.fapesp.br/tag/agropecuaria/feed/" rel="nofollow"><img src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/04/ico_print_pt.png" alt="Print Friendly"></a><span class='st_facebook_large' st_title='A segurança dos transgênicos' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2012/01/18/a-seguranca-dos-transgenicos/' displayText='share'></span><span class='st_twitter_large' st_title='A segurança dos transgênicos' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2012/01/18/a-seguranca-dos-transgenicos/' displayText='share'></span><span class='st_email_large' st_title='A segurança dos transgênicos' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2012/01/18/a-seguranca-dos-transgenicos/' displayText='share'></span><span class='st_sharethis_large' st_title='A segurança dos transgênicos' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2012/01/18/a-seguranca-dos-transgenicos/' displayText='share'></span></p>
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		<title>Armadilhas biológicas</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 17:07:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dinorah Ereno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Biotecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Percevejo-marrom da soja pode ser monitorado com feromônio sintético]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1461" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-1461" title="art4560img1" src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/01/art4560img1.jpg" alt="" width="300" height="200" /><p class="wp-caption-text">Percevejo-marrom no campo</p></div>
<p>Sinalizadores químicos que servem de comunicação entre indivíduos da mesma espécie, os feromônios são usados pelos insetos na atração de parceiros para o acasalamento, demarcação de território ou mesmo como alerta em situação de perigo. Quando sintetizados, podem ser aplicados em armadilhas no campo para capturar insetos com diferentes objetivos, como identificação, monitoramento populacional ou ainda controle populacional. No Brasil, seu uso ainda é restrito a poucas culturas, como maçã, café, citros e cana&#8211;de-açúcar, mas o potencial de aplicação tende a se ampliar, como mostram resultados obtidos em pesquisa conduzida na Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, de Brasília, que levaram à síntese química do feromônio sexual do percevejo-marrom (<em>Euschistus heros</em>), considerado a principal praga das lavouras de soja. Testada experimentalmente em campo, a tecnologia foi transferida para a empresa Isca Tecnologia, de Ijuí, no Rio Grande do Sul, que está na fase de experimentos em grande escala no campo.</p>
<p>No Brasil, os produtores usam cerca de 6 milhões de litros de inseticida a cada safra de soja apenas para combater o percevejo. “Além de causar um problema ambiental, inseticidas em excesso também acabam com os insetos benéficos para a plantação”, diz o pesquisador Miguel Borges, do Laboratório de Semioquímicos da Embrapa, responsável pela pesquisa com os feromônios. A soja não é a única cultura atacada pelo percevejo-marrom. Milho, trigo e algodão também são alvos do apetite do inseto. “Embora existam algumas plantas geneticamente modificadas, elas foram estruturadas para controlar pragas mastigadoras, como as lagartas, e não sugadoras como os percevejos”, diz Borges. Por isso hoje eles ocuparam outros nichos além da soja.</p>
<p>As substâncias liberadas pelos insetos são, em sua maioria, compostos voláteis. Os percevejos machos, quando sexualmente maduros, liberam o feromônio sexual para atrair as fêmeas ao acasalamento. Para viabilizar o seu uso no campo, as primeiras tarefas do pesquisador são identificar do que são constituídos esses sinais químicos, reconhecidos prontamente pelas fêmeas da mesma espécie, e sintetizar o composto em laboratório. Os testes têm início após o reconhecimento e síntese das substâncias que compõem o buquê aromático. “Colocado dentro de uma armadilha no campo, o feromônio sintético tem que liberar o composto de forma idêntica à liberada pelo inseto, para atrair o parceiro ao acasalamento”, diz Borges. Ao cair na armadilha, o percevejo fica preso e, com base no número de insetos encontrado, dá para saber se há necessidade ou não de aplicação de inseticida. “Mesmo quando a aplicação for necessária, ela será feita de forma seletiva, o que resultará em redução de gastos para o produtor, além de proteção para o trabalhador e para o ambiente”, diz Borges.</p>
<div id="attachment_1462" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-1462" title="art4560img2" src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/01/art4560img2.jpg" alt="" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Armadilha que libera feromônio sexual, feita com telas por onde o percevejo-marrom entra com facilidade, mas não consegue sair</p></div>
<p>O único método existente para monitoramento de percevejos é o chamado pano de batida, em que se usa um pano ou lona, com 1 metro de comprimento por 0,5 metro de largura, com suporte de madeira nas bordas laterais inserido entre duas fileiras de soja. As plantas são inclinadas e batidas sobre o pano, sendo feita então a contagem dos percevejos. Mas a redução do espaçamento entre as plantas, as grandes extensões das lavouras de soja e o porte elevado de alguns cultivares, principalmente em anos chuvosos, tornaram pouco prática a utilização desse método. A cultura, espalhada por 16 estados e com área plantada superior a 24 milhões de hectares, responde por uma produção anual de 67 milhões de toneladas no Brasil. “O dano que o percevejo causa na soja é irreversível”, diz Borges. Isso porque, diferentemente das lagartas, que comem apenas as folhas, esse inseto consegue perfurar a planta e sugar a seiva e as vagens. “Alguns produtores, no entorno do Distrito Federal, já tiveram perdas de 80% a 100% da plantação por conta desse inseto”, relata o pesquisador, que iniciou o trabalho com feromônios em 1989, durante seu doutorado na Universidade de Southampton, na Inglaterra. Atualmente o controle tem sido feito com a aplicação de inseticidas perto da época da floração da planta, sem levar em conta a dinâmica dos percevejos no campo.</p>
<p><strong>Menos inseticida</strong><br />
O feromônio sintético foi testado experimentalmente em lavouras de Goiás, no entorno do Distrito Federal, em Mato Grosso e em Uberlândia (MG). “O uso das armadilhas com feromônio permite monitorar as populações de percevejos de forma mais precisa e evita o surto da praga principalmente na fase mais crítica de formação da soja, quando há o enchimento do grão”, diz Borges. “Em um dos experimentos feitos em Uberlândia, na área tratada com feromônios, a aplicação de inseticida caiu em 50%.” As armadilhas foram colocadas a cada 1 hectare de plantação e funcionaram perfeitamente. “Se forem colocadas a cada 200 metros, o custo-benefício vai ser muito grande.”</p>
<p>A parceria com a Isca foi fechada  em outubro de 2010. Mas só agora, depois de encerrados os ensaios experimentais em campo, é que a empresa deu início a testes mais amplos com produtores de soja no Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso, Minas Gerais e Distrito Federal. Os testes começaram em outubro deste ano, início da safra de soja, e se estenderão até março, quando ela se encerra. “Vamos comparar as armadilhas com feromônios com a técnica batida de pano”, diz Rafael Borges, gerente de pesquisa e desenvolvimento da Isca. A empresa também está desenvolvendo três tipos de armadilha, com maior poder de captura e retenção de insetos, e avaliando a melhor concentração dos compostos sintéticos. “O primeiro desafio é desenvolver uma armadilha com viabilidade comercial, que facilite a introdução da tecnologia no campo.”
<p><a style="float:left" href="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2011/11/076-077-189.pdf"><img  src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/themes/revistafapesp/images/icon_pdf.png" /></a><a style="float:left" href="http://www.printfriendly.com/print/v2?url=http://revistapesquisa.fapesp.br/tag/agropecuaria/feed/" rel="nofollow"><img src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/04/ico_print_pt.png" alt="Print Friendly"></a><span class='st_facebook_large' st_title='Armadilhas biológicas' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/11/11/armadilhas-biologicas/' displayText='share'></span><span class='st_twitter_large' st_title='Armadilhas biológicas' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/11/11/armadilhas-biologicas/' displayText='share'></span><span class='st_email_large' st_title='Armadilhas biológicas' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/11/11/armadilhas-biologicas/' displayText='share'></span><span class='st_sharethis_large' st_title='Armadilhas biológicas' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/11/11/armadilhas-biologicas/' displayText='share'></span></p>
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		<title>Máquina versátil</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 15:07:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dinorah Ereno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>

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		<description><![CDATA[Menor compactação do solo e acesso a terrenos íngremes na colheita]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-1450" title="art4558img1" src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/01/art4558img1.jpg" alt="" width="300" height="201" />Uma proposta inovadora para o plantio e a colheita de cana-de-açúcar, cujo objetivo é aumentar a produtividade em campo e reduzir custos, está em gestação no Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE), em Campinas, no interior paulista. Trata-se de uma máquina chamada de estrutura de tráfego controlado (ETC), capaz de executar todas as operações mecanizadas do ciclo agronômico da cana. O equipamento consegue atingir áreas íngremes que as colhedoras de hoje não alcançam.</p>
<p>“A operação de colheita mecanizada como é feita atualmente utiliza basicamente a mesma tecnologia de 50 anos atrás, desenvolvida na Austrália”, diz o professor Oscar Braunbeck, da Faculdade de Engenharia Agrícola (Feagri) da Universidade Estadual de Campinas, coordenador do projeto da ETC. Uma das vantagens da nova máquina, atualmente em testes num laboratório que imita as condições de campo de uma lavoura de cana, é reduzir o tráfego na área plantada e, com isso, a compactação do solo, prejudicial para o crescimento das plantas nas safras seguintes.</p>
<p>Enquanto a ETC tem uma bitola (distância entre as rodas) de 9 metros, as colhedoras atuais têm bitola de 1,6 a 2,4 metros. Em razão disso e de seu peso, elas só conseguem colher uma linha de cana de cada vez da plantação e provocam uma compactação de cerca de 60% da superfície do solo, que acaba prejudicando o desenvolvimento da cultura. “A compactação estimula a erosão e dificulta a entrada da água no solo”, diz Braunbeck. Os 40% de terreno por onde as máquinas atuais não circulam são a área preservada, em que a cana consegue produzir. “Com uma bitola mais larga, a área preservada para plantio chegaria a 87%”, compara Braunbeck. “Reduzindo o tráfego pesado nos canaviais, abrimos oportunidade para o plantio direto da cana, como é feito com os cereais.”</p>
<p>A primeira versão do equipamento foi concebida para se adaptar à estrutura de mecanização atual. Assim, ele foi feito de maneira articulada, com tração e direção nas quatro rodas, braços que se recolhem para poderem ser transportados na estrada e frentes de colheita que se posicionam para colher seis linhas de cana, sendo duas de cada vez. A direção ficará a cargo de um piloto automático com GPS, que será supervisionado por um operador.</p>
<div id="attachment_1451" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-1451" title="art4558img2" src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/01/art4558img2.jpg" alt="" width="300" height="200" /><p class="wp-caption-text">Sistema de colheita feito com a máquina atual resulta em tráfego pesado nos canaviais</p></div>
<p><strong>Terrenos íngremes<br />
</strong>A ETC vai conseguir trafegar por áreas mais íngremes. “A primeira versão do equipamento que estamos desenvolvendo, por ser mais largo, consegue se manter estável em locais com até 19% de declividade”, diz Braunbeck. As colhedoras de hoje conseguem entrar em terrenos com declives de até 12%. “Acima disso, como são estreitas, tombam com relativa facilidade”, diz o engenheiro agrícola Guilherme Ribeiro Gray, ex-aluno da Fea-gri e um dos sócios da Agricef, empresa que participa do projeto.</p>
<p>Fundada em 2005, a empresa ficou abrigada até 2008 na incubadora da Unicamp, a Incamp. A Agricef já teve três projetos aprovados na modalidade Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (Pipe), da FAPESP, e desde 2009 participa do projeto do CTBE, em que é responsável pelo desenvolvimento do módulo de colheita.</p>
<p>Braunbeck ressalta que não houve evolução no sistema de manejo agrícola da cana na medida em que mudaram as exigências ambientais, econômicas e sociais. A colheita, por exemplo, embora tenha passado por um grande avanço com a proibição gradual da queima da palha da cana no sistema manual, ainda utiliza máquinas concebidas na década de 1950 na Austrália. “As máquinas para colheita de cana sofreram apenas algumas adaptações desde a concepção, enquanto a colheita de cereais teve grande avanço.”</p>
<p>O foco nos cereais tem razão de ser. A área plantada com cereais no mundo é de cerca de 700 milhões de hectares, enquanto a cana ocupa 22 milhões de hectares. “A perda durante a colheita mecânica nos canaviais hoje está em torno de 10%”, diz Gray. Para efeito de comparação, a perda na colheita de grãos é de cerca de 1,5%. “Para reduzir os danos nos canaviais estamos propondo um princípio diferente do atual.” Em vez de uma colhedora que tem um divisor para separar as linhas dos canaviais – o que resulta em emaranhamento e quebra da cana –, a base da operação proposta é fixar a cana na máquina, depois disso ela é cortada na base, puxada e removida por tração para a parte superior, quando é picada em rebolos (pequenos pedaços) e transferida para o transbordo – veículo de transporte da cana. “O separador que fica nas laterais  do equipamento é sincronizado com a velocidade de deslocamento da máquina”, diz Gray. Ele levanta o colmo (caule) para o mecanismo puxador – com correntes ou esteiras – pegar a cana. A ideia é mexer o mínimo possível com a cana antes de ela ser cortada, para reduzir os danos às soqueiras (raiz que fica na terra para rebrotar) e as perdas no campo.</p>
<p>Quando os rebolos são transferidos para o transbordo, a proposta do projeto é colocar junto parte da palha e o restante ficará como cobertura do solo no campo. Essa cobertura ajuda a diminuir a temperatura do solo, controla as ervas daninhas e reduz a evaporação de água. Atual­mente, na maioria dos casos, toda a palha é jogada no solo, pois como ela tem densidade muito baixa o custo do transporte acaba ficando alto. A proposta é levar a palha de carona com os rebolos, picada em pedaços pequenos de forma que se acomode nos interstícios da cana. O projeto da nova máquina tem como empresa parceira a Jacto, indústria de máquinas agrícolas e veículos elétricos com sede em Pompeia, no interior paulista, e apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no valor de R$ 16 milhões. Em quatro anos o equipamento tem que estar testado e funcionando e a empresa parceira tem mais dois anos para colocar o produto à venda.</p>
<div id="attachment_1452" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-1452" title="art4558img3" src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/01/art4558img3.jpg" alt="" width="300" height="193" /><p class="wp-caption-text">Maquete eletrônica da nova máquina com distância de 9 metros entre os eixos</p></div>
<p><strong>Manejo sustentável<br />
</strong>O plantio direto da cana, em que a plantação é feita sem arar o solo,  é uma das vertentes do projeto. “É um manejo mais sustentável, porque cada vez que se ara o solo há perda, que terá impacto ao longo dos anos”, diz Braunbeck. A ideia é que a máquina abra sulcos em lugares predefinidos, onde serão depositados os rebolos na quantidade correta e com distribuição uniforme. Atualmente as máquinas os distribuem irregularmente. “A distribuição é muito ruim e mais de 50% das mudas morrem por competição entre elas.”</p>
<p>O CTBE tem também um projeto de exploração da agricultura de precisão, para aumentar a produtividade, reduzir os custos de adubação e os impactos ambientais. O objetivo é fazer o manejo do solo personalizado. Nos canaviais deverão ser desenvolvidos sensores para medir propriedades do solo ou da planta. Com as informações dos sensores, as máquinas, ao se locomoverem, já tratariam o solo com os insumos necessários. Uma área de 100 hectares na Usina da Pedra, em Serrana, no interior paulista, está sendo utilizada para testes. Outros parceiros são a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a empresa Valtra, fabricante de tratores de Mogi das Cruzes, no interior de São Paulo, além da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Jaboticabal, a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (USP) e a Unicamp.</p>
<p>Os estudos que resultaram no projeto da máquina agrícola tiveram início na década de 1990 e se estenderam pelos anos seguintes, quando Braunbeck, com apoio da FAPESP, fez pesquisas básicas sobre corte e limpeza de cana. Posteriormente, outros estudos, abordando aspectos da colheita mecanizada, foram feitos pelos sócios da Agricef sob orientação de Braunbeck. “Todo esse conhecimento serviu de base para o projeto atual”, diz o professor. Na sua avaliação, a mudança da colheita manual para a mecânica foi bem rápida, considerando o passado de 500 anos da lavoura de cana no Brasil.</p>
<table class="tabela_interna" style="width: 169px; height: 360px;" border="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Os Projetos</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>1. Desenvolvimento de um auxílio mecânico para colheita de<br />
cana-de-açúcar sem queima prévia – <a href="http://www.bv.fapesp.br/pt/projetos-pipe/569/desenvolvimento-auxilio-mecanico-colheita-cana/">nº 2004/14468-5</a><br />
2. Controle automatizado do sincronismo entre a colhedora de cana-de-açúcar e o transbordo – <a href="http://www.bv.fapesp.br/pt/projetos-pipe/282/controle-automatizado-sincronismo-colhedora-cana/">nº 2006/56581-8</a><br />
3. Implemento acoplado a trator para colheita de cana-de-açúcar sem queima prévia – <a href="http://www.bv.fapesp.br/pt/projetos-pipe/5441/implemento-acoplado-trator-colheita-cana/">nº 2007/59163-5</a></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Modalidade</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>1. 2. e 3. Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (Pipe)</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Co­or­de­na­dores</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>1. Efraim Albrecht Neto – Agricef<br />
2. Rodrigo Fernando Galzerano Baldo – Agricef<br />
3. Guilherme Ribeiro Gray – Agricef</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Investimento</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>1. R$ 430.251,88 (FAPESP)<br />
2. R$ 35.954,21 (FAPESP)<br />
3. R$ 12.491,00 (FAPESP)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No estado de São Paulo, principal produtor de cana brasileiro, um acordo firmado em 2007 entre produtores, usina e governo, chamado Protocolo Agroambiental, determina a eliminação da queima da palha em 2014 em áreas mecanizáveis e em 2017 em todas as áreas com cultivo de cana. No resto do país, a legislação ambiental dá prazo até 2020 para acabar com as queimadas dos canaviais.</p>
<p>“Na conversão da colheita manual para mecanizada, há um duplo ganho ambiental”, diz o pesquisador Marcelo Valadares Galdos, do programa de Sustentabilidade do CTBE, que fez um balanço completo de carbono do etanol da cana-de-açúcar no Brasil, estudo feito em parceria com pesquisadores da Esalq.  “De um lado, quando os resíduos da cana não são mais queimados, deixamos de mandar para a atmosfera dióxido de carbono, mas também outros gases que contribuem para o efeito estufa e são ainda mais potentes, como o óxido nitroso”, diz Galdos.</p>
<p>O segundo ganho é que, ao manter a palha na lavoura, quando ela se decompõe acaba sendo incorporada ao terreno e há um aumento no estoque de carbono no solo, muito importante para o ecossistema. “Identificamos uma média de acúmulo anual de 1.500 quilos de carbono por hectare com o sistema sem queima e mantendo a palhada no solo”, completa Galdos. “Há cerca de duas a três vezes mais carbono em uma camada de até 1 metro do solo do que em toda a vegetação.” Dessa forma há uma redução nas emissões de gases de efeito estufa. No balanço foi computado também o material particulado, a fuligem. “Esse material vai para a atmosfera e tem um efeito relacionado ao aquecimento global.”</p>
<p><strong>Artigo científico</strong><br />
GALDOS, M.V. <em>et al</em>. <a href="http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1757-1707.2010.01037.x/abstract">Net greenhouse gas fluxes in Brazilian ethanol production systems</a>. <strong>Global Change Biology Bioenergy</strong>. v 2. p. 37-44. 2010.
<p><a style="float:left" href="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2011/11/068-071-189.pdf"><img  src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/themes/revistafapesp/images/icon_pdf.png" /></a><a style="float:left" href="http://www.printfriendly.com/print/v2?url=http://revistapesquisa.fapesp.br/tag/agropecuaria/feed/" rel="nofollow"><img src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/04/ico_print_pt.png" alt="Print Friendly"></a><span class='st_facebook_large' st_title='Máquina versátil' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/11/11/maquina-versatil/' displayText='share'></span><span class='st_twitter_large' st_title='Máquina versátil' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/11/11/maquina-versatil/' displayText='share'></span><span class='st_email_large' st_title='Máquina versátil' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/11/11/maquina-versatil/' displayText='share'></span><span class='st_sharethis_large' st_title='Máquina versátil' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/11/11/maquina-versatil/' displayText='share'></span></p>
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		<item>
		<title>Corredores nas lavouras</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Aug 2011 19:46:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Guimarães</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Orientação das fileiras de cultivo pode ajudar locomoção de pequenos mamíferos]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright  wp-image-4856" title="art4487img1" src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/04/art4487img1.jpg" alt="" width="270" height="323" />As plantas ordenadas em fileiras, formando um campo listrado, destoam em tudo das ilhas de floresta que despontam aqui e ali na paisagem, em geral acompanhando os morros. É nessa paisagem, nos municípios fluminenses de Guapimirim e Cachoeiras de Macacu, que os biólogos Jayme Prevedello e Marcus Vinícius Vieira, do Departamento de Ecologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), avaliaram a movimentação de pequenos mamíferos em meio a plantações de mandioca. Eles descobriram que as fileiras de cultivo funcionam como corredores que facilitam a movimentação dos animais, conforme mostram em artigo na revista <em><a href="http://www.sbmz.org/arquivos/socios/ConservacaoManejo/conservacao-manejo01.pdf">Biological Conservation</a></em>.</p>
<p>Para avaliar a capacidade das plantações como conectores dos pequenos remanescentes de floresta que ainda restam na região, os pesquisadores capturaram marsupiais típicos da mata atlântica – o gambá-de-orelha-preta <em>Didelphis aurita</em> e a cuíca-cinza <em>Philander frenatus </em>– e os soltaram em pontos desconhecidos pelos animais: a pelo menos um quilômetro de distância, em pleno mandiocal, em distâncias variadas de outro fragmento de floresta. Cada um deles levava, preso às costas, um novelo de fio de náilon que se desenrolava à medida que o animal avançava, deixando a rota registrada. Uma técnica simples e eficaz muito usada por biólogos, semelhante à que permitiu a Ariadne sair do labirinto na lenda grega do Minotauro.</p>
<p>Vieira e Prevedello testaram, ao todo, 24 gambás e 37 cuícas, e nas duas  espécies a maior parte dos animais tentou encontrar o caminho de casa andando ao longo dos corredores formados por fileiras de mandioca, em vez de cruzá-los em rotas perpendiculares à orientação da lavoura. “Eles só saíam das linhas de plantio quando estavam muito próximos de um fragmento de floresta, no máximo 50 metros. Mesmo assim, alguns ainda escolhiam os caminhos feitos pelos agricultores”, conta Vieira, coordenador do estudo.</p>
<p><strong>Isolados<br />
</strong>Na área de estudo, esses marsupiais raramente saem da mata, segundo mostra o grupo da UFRJ. Mais recentemente, os pesquisadores cariocas acompanharam alguns desses animais dentro dos fragmentos de floresta e viram que eles saem muito pouco. “A maioria só se aventura fora da cobertura do dossel quando descobrem uma árvore frutífera carregada, no pasto ou na plantação, bem perto do fragmento”, diz Vieira, “nesse caso eles vão até a árvore e voltam imediatamente para a mata, a não ser que haja outro fragmento próximo: vimos que 8-10% dos indivíduos avançam até o outro fragmento”. A partir dessas observações, ele e Prevedello defendem que as plantações impensadas acabam causando uma fratura entre as ilhas de floresta ainda mais drástica do que o inevitável.</p>
<div id="attachment_4857" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/04/Mata-Atlantica-1.jpg" rel="lightbox[4853]" title="Mata Atlantica (1)"><img class="size-medium wp-image-4857" title="Mata Atlantica (1)" src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/04/Mata-Atlantica-1-300x124.jpg" alt="" width="300" height="124" /></a><p class="wp-caption-text">Proposta para os agricultores: reunir ilhas</p></div>
<p>Conversando com agricultores, os ecólogos averiguaram que na maior parte das vezes não há uma justificativa forte para a orientação das fileiras de mandioca, a não ser em terreno inclinado. Muitas vezes elas são dispostas com base em algum riacho que corta o terreno, alguma outra interrupção como uma cerca ou mesmo de forma quase aleatória. “Sentimos que, na maior parte dos casos, não haveria resistência a planejar o plantio de forma a melhorar a conexão entre os fragmentos de floresta”, afirma Vieira.</p>
<p>Segundo o professor da UFRJ, ninguém até agora tinha olhado as plantações com esse enfoque. “Há na literatura internacional alguns relatos ocasionais de animais seguindo as linhas de plantio, mas sem que a movimentação fosse testada como fizemos.” Mesmo que os pequenos mamíferos relutem em sair da proteção do dossel de sua floresta, Vieira não acha impossível que as fileiras possam servir como trilhas que facilitam a migração entre um fragmento e outro de mata. “Em nosso estudo não tínhamos situações em que a linha de plantio chegasse até a mata”, conta, imaginando uma situação em que o corredor desimpedido se apresente aos animais logo na borda de seu hábitat natural.</p>
<p>Vieira tem continuado os estudos para entender a relação dos habitantes da mata atlântica com as plantações que isolam os trechos de floresta e avaliar que impacto podem ter ideias simples. “Mudar a orientação das fileiras é uma solução sem custo que pode ter efeito”, avalia. Como não tem custo, ele considera que vale a pena mesmo que o efeito seja modesto. Terminado o projeto de Jayme Prevedello, Vieira tem agora outros estudantes dedicados a estudos na mesma região. O gambá e a cuíca são os mais comuns entre os pequenos mamíferos dessa área de estudo, mas os corredores formados pela mandioca também podem facilitar o trânsito de outros animais, como roedores e lagartos.
<p><a style="float:left" href="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2011/08/052-053-186.pdf"><img  src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/themes/revistafapesp/images/icon_pdf.png" /></a><a style="float:left" href="http://www.printfriendly.com/print/v2?url=http://revistapesquisa.fapesp.br/tag/agropecuaria/feed/" rel="nofollow"><img src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/04/ico_print_pt.png" alt="Print Friendly"></a><span class='st_facebook_large' st_title='Corredores nas lavouras' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/08/04/corredores-nas-lavouras/' displayText='share'></span><span class='st_twitter_large' st_title='Corredores nas lavouras' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/08/04/corredores-nas-lavouras/' displayText='share'></span><span class='st_email_large' st_title='Corredores nas lavouras' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/08/04/corredores-nas-lavouras/' displayText='share'></span><span class='st_sharethis_large' st_title='Corredores nas lavouras' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/08/04/corredores-nas-lavouras/' displayText='share'></span></p>
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		<title>Sistema de informação estatística</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Jul 2011 21:07:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[SciELO]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>

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		<description><![CDATA[Aplicação da estatística à cadeia produtiva óleo-suco-citrícola nacional]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O trabalho em questão aborda a aplicação das classificações do Sistema de Informação Estatística em vigência no Brasil na cadeia produtiva agroindustrial, preenchendo assim uma lacuna existente na literatura das ciências agrárias, de acordo com os autores Adailson da Silva Santos, do Instituto Nacional da Propriedade Industrial, e Leila Costa de Souza Santos, do Instituto Nacional de Tecnologia. Em razão de seu destaque no setor, em termos de produção/comercialização/exportação, selecionou-se a cadeia produtiva da indústria brasileira óleo-suco-citrícola. O objetivo é identificar o posicionamento de cada classificação na cadeia e as demandas a jusante e a montante para cada atividade e produto. De modo geral, essas classificações de atividades econômicas e produtos não são mutuamente excludentes, mas podem sobrepor-se umas às outras com relativa facilidade e mínima intervenção. Os elos da cadeia produtiva da indústria óleo-suco-citrícola brasileira envolvem as atividades de cultivo, produção, colheita, processamento dos sucos e afins, aproveitamento industrial de subprodutos e resíduos/refugos, <em>packing houses</em>, distribuição, comercialização e consumo. Os produtos são: insumos agrícolas, laranja, sucos, óleos essenciais, águas aromáticas, terpenos, terpenoides, limoneno, perfumes e cosméticos. O trabalho está descrito no artigo “Aplicação das classificações do sistema de informação estatística brasileiro à cadeia produtiva óleo-suco-citrícola nacional”.</p>
<p><em>Ciência Rural </em>– vol. 41 – nº 4 – Santa Maria – abr. 2011</p>
<p><a href="http://www.scielo.br/pdf/cr/v41n4/a922cr2940.pdf">Link para o artigo completo</a>
<p><a style="float:left" href="http://www.printfriendly.com/print/v2?url=http://revistapesquisa.fapesp.br/tag/agropecuaria/feed/" rel="nofollow"><img src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/04/ico_print_pt.png" alt="Print Friendly"></a><span class='st_facebook_large' st_title='Sistema de informação estatística' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/07/09/sistema-de-informa%c3%a7%c3%a3o-estat%c3%adstica/' displayText='share'></span><span class='st_twitter_large' st_title='Sistema de informação estatística' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/07/09/sistema-de-informa%c3%a7%c3%a3o-estat%c3%adstica/' displayText='share'></span><span class='st_email_large' st_title='Sistema de informação estatística' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/07/09/sistema-de-informa%c3%a7%c3%a3o-estat%c3%adstica/' displayText='share'></span><span class='st_sharethis_large' st_title='Sistema de informação estatística' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/07/09/sistema-de-informa%c3%a7%c3%a3o-estat%c3%adstica/' displayText='share'></span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Cabras e Bodes Transgênicos</title>
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		<pubDate>Wed, 25 May 2011 19:27:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnociência]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Biotecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Obtidos descendentes de caprinos machos e fêmeas transgênicos]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7082" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="wp-image-7082" title="notcont71530" src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/04/notcont71530.jpg" alt="" width="300" height="219" /><p class="wp-caption-text">Filhotes da raça Canindé: leite medicamentoso</p></div>
<p>Descendentes de caprinos machos e fêmeas transgênicos foram obtidos por um grupo de pesquisadores sob a coordenação do médico veterinário Vicente José Freitas, professor do Laboratório de Fisiologia e Controle da Reprodução da Universidade Estadual do Ceará (Uece), em Fortaleza. Esses animais possuem em seu genoma um gene que produz a proteína do fator estimulante de colônia de granulócitos humanos (hG-CSF, na sigla em inglês) usado em doenças imunológicas, principalmente relacionadas ao uso de quimioterapia. O medicamento é secretado no leite da cabra transgênica e depois extraído e purificado (<a href="http://revistapesquisa2.fapesp.br/?art=3522&amp;bd=1&amp;pg=1&amp;lg=" target="_blank"><em>ver</em> Pesquisa Fapesp<em> n° 147</em></a>). Existem medicamentos feitos em laboratório para suprir o hG-CSF, mas cada ampola custa R$ 500,00. Alguns tratamentos necessitam até de 14 ampolas. Uma cabra pode produzir quase duas ampolas em uma lactação induzida. Chamados de biorreatores, o uso de animais transgênicos para produção de medicamentos é uma tendência mais barata e mais fácil de implantar, ao contrário do cultivo de bactérias e de células. Depois de conseguirem reproduzir os animais transgênicos, que são da raça Canindé, em via de extinção na Região Nordeste do país, o passo seguinte antes de comercializar o produto é fazer testes clínicos para a aprovação do medicamento. O projeto conta também com pesquisadores da Univesidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Academia de Ciências da Rússia e recebe financiamento do Ministério de Ciência e Tecnologia e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) (<em>Notícias MCT</em>, 8 de abril).
<p><a style="float:left" href="http://www.printfriendly.com/print/v2?url=http://revistapesquisa.fapesp.br/tag/agropecuaria/feed/" rel="nofollow"><img src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/04/ico_print_pt.png" alt="Print Friendly"></a><span class='st_facebook_large' st_title='Cabras e Bodes Transgênicos' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/05/25/cabras-e-bodes-transg%c3%aanicos/' displayText='share'></span><span class='st_twitter_large' st_title='Cabras e Bodes Transgênicos' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/05/25/cabras-e-bodes-transg%c3%aanicos/' displayText='share'></span><span class='st_email_large' st_title='Cabras e Bodes Transgênicos' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/05/25/cabras-e-bodes-transg%c3%aanicos/' displayText='share'></span><span class='st_sharethis_large' st_title='Cabras e Bodes Transgênicos' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/05/25/cabras-e-bodes-transg%c3%aanicos/' displayText='share'></span></p>
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		<title>A ferrugem do trigo</title>
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		<pubDate>Tue, 24 May 2011 23:03:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnociência]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>

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		<description><![CDATA[Epidemias têm ameaçado a segurança alimentar regional]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7017" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-7017" title="notcont71511" src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/04/notcont71511-300x210.jpg" alt="" width="300" height="210" /><p class="wp-caption-text">Nova praga: perdas de 40% nas safras</p></div>
<p>Na maioria dos países da África, do Oriente Médio, da Ásia Central e do Cáucaso, o trigo chega a contribuir com mais de 40% das calorias e com 20% das proteínas ingeridas pela população. Porém epidemias têm ameaçado a segurança alimentar regional e causado dificuldades econômicas para os agricultores e suas famílias. Foi o que divulgaram pesquisadores reunidos no Simpósio Internacional sobre Ferrugem da Folha de Trigo, realizado na Síria em abril. Os cientistas alertaram que as doenças chamadas ferrugem da folha e ferrugem do colmo dizimaram cerca de 40% das plantações nas últimas safras. Áreas do Norte da África, do Oriente Médio, da Ásia Central e do Cáucaso – incluindo a Síria, o Egito, o Iêmen, a Turquia, o Irã, o Usbequistão, o Marrocos, a Etiópia e o Quênia – foram afetadas. O aumento das temperaturas e a variabilidade da época de chuvas teriam contribuído para a disseminação dessas doenças, que estão se adaptando às temperaturas extremas como nunca observado até hoje. Para combater o problema, durante o congresso, pesquisadores indicaram que os agricultores precisam adotar variedades resistentes à ferrugem.
<p><a style="float:left" href="http://www.printfriendly.com/print/v2?url=http://revistapesquisa.fapesp.br/tag/agropecuaria/feed/" rel="nofollow"><img src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/04/ico_print_pt.png" alt="Print Friendly"></a><span class='st_facebook_large' st_title='A ferrugem do trigo' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/05/24/a-ferrugem-do-trigo/' displayText='share'></span><span class='st_twitter_large' st_title='A ferrugem do trigo' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/05/24/a-ferrugem-do-trigo/' displayText='share'></span><span class='st_email_large' st_title='A ferrugem do trigo' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/05/24/a-ferrugem-do-trigo/' displayText='share'></span><span class='st_sharethis_large' st_title='A ferrugem do trigo' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/05/24/a-ferrugem-do-trigo/' displayText='share'></span></p>
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		<title>Biociência agrícola</title>
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		<pubDate>Tue, 24 May 2011 21:51:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégias]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>

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		<description><![CDATA[Campus de Botucatu da Unesp torna-se sede de escritório do Cabi]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O <em>campus </em>de Botucatu da Universidade Estadual Paulista (Unesp) tornou-se sede do primeiro escritório para a América do Sul do Centro Internacional de Biociência Agrícola (Cabi, na sigla em inglês), organização internacional que reúne 400 pesquisadores voltada para publicações e projetos de pesquisa em agricultura e meio ambiente. Entre seus serviços estão o CAB Abstracts, um dos principais bancos de dados agrícolas e ambientais do mundo, e o Global Health, base de dados bibliográfica sobre informações de saúde pública. O Cabi também gerencia uma das maiores coleções de recursos genéticos de culturas de fungo. Entre os projetos realizados pelo centro está o Plantwise, que busca melhorar a segurança alimentar e a vida das populações rurais pobres, através da redução das perdas nas colheitas.
<p><a style="float:left" href="http://www.printfriendly.com/print/v2?url=http://revistapesquisa.fapesp.br/tag/agropecuaria/feed/" rel="nofollow"><img src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/04/ico_print_pt.png" alt="Print Friendly"></a><span class='st_facebook_large' st_title='Biociência agrícola' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/05/24/bioci%c3%aancia-agr%c3%adcola/' displayText='share'></span><span class='st_twitter_large' st_title='Biociência agrícola' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/05/24/bioci%c3%aancia-agr%c3%adcola/' displayText='share'></span><span class='st_email_large' st_title='Biociência agrícola' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/05/24/bioci%c3%aancia-agr%c3%adcola/' displayText='share'></span><span class='st_sharethis_large' st_title='Biociência agrícola' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/05/24/bioci%c3%aancia-agr%c3%adcola/' displayText='share'></span></p>
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		<title>Cultivo de cana na Amazônia</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Apr 2011 20:16:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[SciELO]]></category>
		<category><![CDATA[Agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>

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		<description><![CDATA[A inserção recente da cana-de-açúcar no sudoeste da Amazônia]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O cultivo da cana-de-açúcar alcança recentemente espaços agrícolas localizados na Amazônia brasileira. O texto “A inserção recente da cana-de-açúcar no sudoeste da Amazônia: novos indícios da instabilidade do território em Rondônia e Acre”, de Mirlei Fachini Vicente Pereira, da Universidade Federal de Uberlândia, avalia algumas experiências de inserção recente desse cultivo nos estados de Rondônia e Acre, reconhecendo fragilidades e novas instabilidades territoriais advindas do cultivo da cana e da instalação de usinas por grupos externos.</p>
<p><em>Interações (Campo Grande) </em>– vol. 11 – nº 2 – Campo Grande – jul./dez. 2010</p>
<p><a href="http://www.scielo.br/pdf/inter/v11n2/a07v11n2.pdf" target="_blank">Link para o artigo</a>
<p><a style="float:left" href="http://www.printfriendly.com/print/v2?url=http://revistapesquisa.fapesp.br/tag/agropecuaria/feed/" rel="nofollow"><img src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/04/ico_print_pt.png" alt="Print Friendly"></a><span class='st_facebook_large' st_title='Cultivo de cana na Amazônia' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/04/07/cultivo-de-cana-na-amaz%c3%b4nia/' displayText='share'></span><span class='st_twitter_large' st_title='Cultivo de cana na Amazônia' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/04/07/cultivo-de-cana-na-amaz%c3%b4nia/' displayText='share'></span><span class='st_email_large' st_title='Cultivo de cana na Amazônia' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/04/07/cultivo-de-cana-na-amaz%c3%b4nia/' displayText='share'></span><span class='st_sharethis_large' st_title='Cultivo de cana na Amazônia' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/04/07/cultivo-de-cana-na-amaz%c3%b4nia/' displayText='share'></span></p>
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		<title>Cada vez menos abelhas</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Apr 2011 20:51:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnociência]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Biologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Declínio das populações de abelhas pode estar se tornando fenômeno global]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Já registrado nos últimos anos nos Estados Unidos e na Europa, o declínio das populações de abelhas pode estar se tornando um fenômeno global (<em>The Independent</em>, 10 de março). De acordo com o relatório de um grupo de cientistas a serviço do Programa Ambiental das Nações Unidas (Unep), uma queda significativa das populações de abelhas polinizadoras, principalmente a <em>Apis mellifera</em>, foi observada também em regiões mais distantes como a China e o Japão. Além disso, sinais iniciais desse fenômeno foram registrados no Egito. As causas podem ser a redução das plantas com flores, o uso de inseticidas e a poluição. A consequência do desaparecimento dos enxames pode ser uma queda na produção agrícola, como já aconteceu nos Estados Unidos, já que 70 das 100 principais culturas agrícolas são polinizadas por abelhas. Os cientistas sugerem aos fazendeiros que restaurem ou ampliem os ambientes naturais procurados pelas abelhas e tomem mais cuidado com a aplicação de inseticidas e outros produtos químicos.</p>
<p>Leia mais: <a href="http://revistapesquisa.fapesp.br/2007/07/01/colmeias-as-moscas/" target="_blank">Colmeias às moscas</a>, de julho de 2007
<p><a style="float:left" href="http://www.printfriendly.com/print/v2?url=http://revistapesquisa.fapesp.br/tag/agropecuaria/feed/" rel="nofollow"><img src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/04/ico_print_pt.png" alt="Print Friendly"></a><span class='st_facebook_large' st_title='Cada vez menos abelhas' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/04/04/cada-vez-menos-abelhas/' displayText='share'></span><span class='st_twitter_large' st_title='Cada vez menos abelhas' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/04/04/cada-vez-menos-abelhas/' displayText='share'></span><span class='st_email_large' st_title='Cada vez menos abelhas' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/04/04/cada-vez-menos-abelhas/' displayText='share'></span><span class='st_sharethis_large' st_title='Cada vez menos abelhas' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/04/04/cada-vez-menos-abelhas/' displayText='share'></span></p>
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		<title>Cacau por café na África</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Apr 2011 18:54:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégias]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>

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		<description><![CDATA[Indústria de cacau da Libéria será revitalizada com a colaboração de Gana]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A indústria de cacau da Libéria, destruída numa recente guerra civil, vai ser revitalizada com a colaboração de Gana, um dos maiores produtores do fruto. Representantes dos dois países da África Ocidental assinaramum memorando para intensificar atividades de pesquisa. O Instituto de Pesquisa em Cacau de Gana e o Instituto de Pesquisa Agrícola Central da Libéria vão realizar projetos conjuntos e promover intercâmbio de pesquisadores, além de oferecer assistência técnica para produtores. O governo dos Estados Unidos participará da iniciativa financiando a produção de mudas. Num segundo momento, a Libéria deverá ajudar Gana a dar impulso à produção de café, fornecendo variedades de que dispõe.  “A colaboração vai impulsionar a agricultura dos dois países por meio da transferência de tecnologia”, disse à agência <em>SciDev.Net</em> Derrick Mills, dirigente do Centro de Informação e Negócios das Associações de Agricultura de Gana.
<p><a style="float:left" href="http://www.printfriendly.com/print/v2?url=http://revistapesquisa.fapesp.br/tag/agropecuaria/feed/" rel="nofollow"><img src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/04/ico_print_pt.png" alt="Print Friendly"></a><span class='st_facebook_large' st_title='Cacau por café na África' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/04/04/cacau-por-caf%c3%a9-na-%c3%81frica/' displayText='share'></span><span class='st_twitter_large' st_title='Cacau por café na África' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/04/04/cacau-por-caf%c3%a9-na-%c3%81frica/' displayText='share'></span><span class='st_email_large' st_title='Cacau por café na África' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/04/04/cacau-por-caf%c3%a9-na-%c3%81frica/' displayText='share'></span><span class='st_sharethis_large' st_title='Cacau por café na África' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/04/04/cacau-por-caf%c3%a9-na-%c3%81frica/' displayText='share'></span></p>
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		<title>Cooperação facilitada</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Mar 2011 19:30:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégias]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Financiamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Medida Provisória permite ampliar as atividades da Embrapa no exterior]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_8454" class="wp-caption alignright" style="width: 246px"><img class="size-medium wp-image-8454" title="notcont7068" src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/05/notcont7068-236x300.jpg" alt="" width="236" height="300" /><p class="wp-caption-text">Agricultura na África, um dos alvos da Embrapa</p></div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou a Medida Provisória que permite ao governo ampliar as atividades no exterior da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). A medida, que ainda será apreciada pelo Senado, muda o texto da lei que criou a Embrapa e autorizava a empresa a operar somente em território brasileiro. Antes da MP, a presença da Embrapa fora do Brasil ocorria por meio de projetos com instituições parceiras. Com a mudança, a empresa poderá, por exemplo, abrir contas no exterior ou alugar imóveis. Também poderá receber diretamente <em>royalties</em> provenientes da venda de tecnologias, produtos e serviços gerados com sua marca. “Isso tornará mais fácil mobilizar os meios necessários para a implantação de nossos projetos de cooperação”, afirmou o chefe da Secretaria de Relações Internacionais da Embrapa, Francisco Basílio de Souza. A Embrapa tem acordos de cooperação com 56 países. Mantém laboratórios virtuais em instituições parceiras de nações como Estados Unidos, França, Holanda, Inglaterra e Coreia do Sul, e escritórios em quatro países africanos e na Venezuela.
<p><a style="float:left" href="http://www.printfriendly.com/print/v2?url=http://revistapesquisa.fapesp.br/tag/agropecuaria/feed/" rel="nofollow"><img src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/04/ico_print_pt.png" alt="Print Friendly"></a><span class='st_facebook_large' st_title='Cooperação facilitada' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/03/14/coopera%c3%a7%c3%a3o-facilitada/' displayText='share'></span><span class='st_twitter_large' st_title='Cooperação facilitada' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/03/14/coopera%c3%a7%c3%a3o-facilitada/' displayText='share'></span><span class='st_email_large' st_title='Cooperação facilitada' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/03/14/coopera%c3%a7%c3%a3o-facilitada/' displayText='share'></span><span class='st_sharethis_large' st_title='Cooperação facilitada' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/03/14/coopera%c3%a7%c3%a3o-facilitada/' displayText='share'></span></p>
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		<title>Café tecnológico para todos</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Feb 2011 18:59:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnociência]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Genética]]></category>

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		<description><![CDATA[Embrapa Café lança portfólio de tecnologias na internet]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_9220" class="wp-caption alignright" style="width: 300px"><img class="wp-image-9220" title="notcont7051" src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/05/notcont7051-300x175.jpg" alt="" width="290" /><p class="wp-caption-text">Cafeeiro: expressão de genes e água</p></div>
<p>Comunicar novas tecnologias é um passo importante para a disseminação de inovações. Atingir um público mais amplo e interessado pode fazer diferença para os negócios que envolvem a transferência tecnológica. É esse o objetivo da unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, a Embrapa Café, ao lançar um portfólio de tecnologias na internet no endereço <a href="http://www.embrapa.br/cafe" target="_blank">www.embrapa.br/cafe</a>. Em fase de implantação, o site vai inicialmente disponibilizar duas tecnologias em biotecnologia. A primeira trata de sistemas para expressão dirigida de genes em raízes e folhas. São promotores que agem de forma específica na planta do café. Esse sistema serve para possíveis plantas geneticamente modificadas em que o gene só será ativado se houver algum ataque de agente biológico à planta. É um trabalho realizado em parceria com o Instituto Agronômico de Campinas (IAC) e a Universidade Estadual Paulista (Unesp). A segunda tecnologia é um sistema pós-colheita para limpar e purificar a água usada no processamento dos frutos, tornando esse recurso reutilizável.
<p><a style="float:left" href="http://www.printfriendly.com/print/v2?url=http://revistapesquisa.fapesp.br/tag/agropecuaria/feed/" rel="nofollow"><img src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/04/ico_print_pt.png" alt="Print Friendly"></a><span class='st_facebook_large' st_title='Café tecnológico para todos' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/02/24/caf%c3%a9-tecnol%c3%b3gico-para-todos/' displayText='share'></span><span class='st_twitter_large' st_title='Café tecnológico para todos' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/02/24/caf%c3%a9-tecnol%c3%b3gico-para-todos/' displayText='share'></span><span class='st_email_large' st_title='Café tecnológico para todos' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/02/24/caf%c3%a9-tecnol%c3%b3gico-para-todos/' displayText='share'></span><span class='st_sharethis_large' st_title='Café tecnológico para todos' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/02/24/caf%c3%a9-tecnol%c3%b3gico-para-todos/' displayText='share'></span></p>
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		<title>Glicerina na ração suína</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Feb 2011 23:12:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnociência]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisadores testam glicerina na alimentação de porcos]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_9204" class="wp-caption alignright" style="width: 300px"><img class="wp-image-9204" title="notcont7045" src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/05/notcont7045-300x174.jpg" alt="" width="290" /><p class="wp-caption-text">Porcos: dieta comparável à de milho e soja</p></div>
<p>O aumento da produção global de biocombustíveis e a preo­cupação com a descoberta de novos insumos para ração animal levaram pesquisadores da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, a testar a glicerina na alimentação de porcos. Os resultados mostraram que é possível incluir glicerina na dieta suína sem que exista alteração no desempenho do rebanho ou na qualidade da carne. A glicerina, um líquido viscoso e incolor, é um subproduto importante da produção de biodiesel e já apresenta excesso de oferta no mercado. De cada mil litros de óleo sobram 100 de glicerina. Ela é empregada na fabricação de resinas, cosméticos e fármacos, entre outros produtos. A partir de uma avaliação padrão de digestibilidade dos animais, os pesquisadores americanos perceberam que é possível incluir até 15% de glicerina na ração dos porcos. Nesses níveis, segundo eles, a dieta mostrou resultados comparáveis à alimentação à base de milho e soja.
<p><a style="float:left" href="http://www.printfriendly.com/print/v2?url=http://revistapesquisa.fapesp.br/tag/agropecuaria/feed/" rel="nofollow"><img src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/04/ico_print_pt.png" alt="Print Friendly"></a><span class='st_facebook_large' st_title='Glicerina na ração suína' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/02/23/glicerina-na-ra%c3%a7%c3%a3o-su%c3%adna/' displayText='share'></span><span class='st_twitter_large' st_title='Glicerina na ração suína' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/02/23/glicerina-na-ra%c3%a7%c3%a3o-su%c3%adna/' displayText='share'></span><span class='st_email_large' st_title='Glicerina na ração suína' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/02/23/glicerina-na-ra%c3%a7%c3%a3o-su%c3%adna/' displayText='share'></span><span class='st_sharethis_large' st_title='Glicerina na ração suína' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/02/23/glicerina-na-ra%c3%a7%c3%a3o-su%c3%adna/' displayText='share'></span></p>
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		<title>Mecanização agrícola</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Jan 2011 21:47:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[SciELO]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>

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		<description><![CDATA[Proposta de um sistema de medição de desempenho ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-9471" title="notcont7124" src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/05/notcont7124-230x300.jpg" alt="" width="230" height="300" />As organizações líderes dos mais diferentes setores têm como característica medir o próprio desempenho de modo sistêmico. Porém nas empresas agrícolas ainda não é comum o emprego desse conceito, incluindo o setor de mecanização, que tem um forte impacto na composição dos custos de produção, e conhecer o seu desempenho é primordial para o sucesso de empresa agrícola. A importância que as medidas de desempenho têm no auxílio à gestão e o que a mecanização representa para os custos de produção justificaram o desenvolvimento deste trabalho, que tem como objetivo propor um sistema de medição de desempenho integrado para dar suporte à gestão da mecanização agrícola. A metodologia foi dividida em duas etapas: adaptação de um modelo conceitual sistêmico, com base no Balanced Scorecard &#8211; BSC; e aplicação do modelo a um estudo de caso na agroindústria canavieira. A adaptação e a aplicação do modelo conceitual permitiram obter indicadores de desempenho de modo sistêmico e associados a custo e prazo (tradicionalmente utilizados); ao controle e melhoria na qualidade de operações e processos de apoio; à preservação ambiental; à segurança, saúde, satisfação, motivação e capacitação de colaboradores; e ao desenvolvimento de sistemas de informação. No trabalho – descrito no artigo &#8220;Proposta de um sistema de medição de desempenho aplicado à mecanização agrícola&#8221;, de Paulo R. Peloia e Marcos Milan, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz – concluiu-se que o modelo auxiliou na elaboração do sistema de medição de desempenho para a gestão de sistemas mecanizados e que os indicadores permitem uma visão integrada da empresa e associada aos objetivos estratégicos.</p>
<p><em>Engenharia Agrícola</em> – vol. 30 – nº 4 – Jaboticabal – jul./ago. 2010</p>
<p><a href="http://www.scielo.br/pdf/eagri/v30n4/12.pdf" target="_blank">Link para o artigo</a>
<p><a style="float:left" href="http://www.printfriendly.com/print/v2?url=http://revistapesquisa.fapesp.br/tag/agropecuaria/feed/" rel="nofollow"><img src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/04/ico_print_pt.png" alt="Print Friendly"></a><span class='st_facebook_large' st_title='Mecanização agrícola' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/01/29/mecaniza%c3%a7%c3%a3o-agr%c3%adcola/' displayText='share'></span><span class='st_twitter_large' st_title='Mecanização agrícola' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/01/29/mecaniza%c3%a7%c3%a3o-agr%c3%adcola/' displayText='share'></span><span class='st_email_large' st_title='Mecanização agrícola' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/01/29/mecaniza%c3%a7%c3%a3o-agr%c3%adcola/' displayText='share'></span><span class='st_sharethis_large' st_title='Mecanização agrícola' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/01/29/mecaniza%c3%a7%c3%a3o-agr%c3%adcola/' displayText='share'></span></p>
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		<title>Capital da sede</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Jan 2011 20:55:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégias]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[Iêmen tem problemas com escassez de água]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_9348" class="wp-caption alignright" style="width: 290px"><img class="wp-image-9348" title="notcont6948" src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/05/notcont6948.jpg" alt="" width="280" height="371" /><p class="wp-caption-text">Sana, no Iêmen: sem água</p></div>
<p>Um relatório da empresa de consultoria McKinsey encomendado pelo governo do Iêmen, país si­tuado na península da Arábia, diz que a escassez de água no país vai causar prejuízos à agricultura a ponto de extinguir 750 mil empregos e deixar sem água a capital Sana até 2025. A cidade, localizada 2.150 metros acima do nível do mar, enfrenta o esgotamento de suas reservas de água subterrâ­neas. A perfuração indiscriminada de poços exauriu os aquíferos, disse à agência <em>SciDev.Net</em> Nayef Abu-Lohom, vice-presidente do Centro de Água e Ambiente da Universidade de Sana. Antigamente era possível encontrar água a 20 metros de profundidade. Agora é preciso perfurar 200 metros. &#8220;Isso é agravado pela falta de gestão dos recursos hídricos, usados indiscriminadamente para irrigar as plantações de <em>khat</em>&#8220;, diz Abu-Lohom, referindo-se a uma planta estimulante usada por dois terços dos iemenitas. Só em Sana, o cultivo de <em>khat</em> consome 60 milhões de metros cúbicos de água por ano, o dobro do consumo das pessoas. Moufeed El Halemy, do Ministério de água e Ambiente, disse que uma reforma no setor &#8220;vai reforçar a regulação sobre perfurações de poços e a eficiência na irrigação do <em>khat</em>, entre outras medidas&#8221;.
<p><a style="float:left" href="http://www.printfriendly.com/print/v2?url=http://revistapesquisa.fapesp.br/tag/agropecuaria/feed/" rel="nofollow"><img src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/04/ico_print_pt.png" alt="Print Friendly"></a><span class='st_facebook_large' st_title='Capital da sede' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/01/28/capital-da-sede/' displayText='share'></span><span class='st_twitter_large' st_title='Capital da sede' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/01/28/capital-da-sede/' displayText='share'></span><span class='st_email_large' st_title='Capital da sede' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/01/28/capital-da-sede/' displayText='share'></span><span class='st_sharethis_large' st_title='Capital da sede' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/01/28/capital-da-sede/' displayText='share'></span></p>
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		<title>Janela de oportunidade</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Jan 2011 19:46:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégias]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[Pol. Públicas]]></category>

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		<description><![CDATA[África pode tornar-se autossuficiente na produção de alimentos]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_9321" class="wp-caption alignright" style="width: 300px"><img class="size-full wp-image-9321" title="notcont6944b" src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/05/notcont6944b.jpg" alt="" width="290" height="201" /><p class="wp-caption-text">Mercado de frutas em Burkina Faso</p></div>
<p>A África pode tornar-se autossuficiente na produção de alimentos nos próximos 20 anos se adotar técnicas agrícolas lastreadas pela ciência. A afirmação é do relatório Inovação Agrícola na África, elaborado por 20 especialistas e financiado pela Fundação Bill &amp; Melinda Gates. O continente tem uma janela de oportunidade para tomada de decisões que pode levá-lo a acabar com a fome, diz o documento. Ele cita histórias de sucesso como a de Malawi, um dos países mais pobres do mundo situado na África Oriental. Lá, a importação de sementes melhoradas e o subsídio a fertilizantes fizeram dobrar a área plantada de milho, transformando o país em exportador do grão em apenas dois anos. &#8220;A África agora tem acesso a uma grande quantidade de conhecimento científico&#8221;, disse à agência <em>SciDev.Net </em>o coordenador do relatório, o queniano Calestous Juma, professor da Universidade Harvard. Conforme afirmou, é preciso reconhecer o esforço de líderes e formuladores de políticas da África para incorporar a tecnologia à agricultura. O relatório foi taxado de otimista em demasia por Bruce Campbell, chefe do programa de segurança alimentar do Grupo Consultivo em Pesquisa Agrícola Internacional, consórcio de centros de pesquisa. &#8220;Devemos ter noção de que há tremendos desafios que não são fáceis de superar&#8221;, disse.
<p><a style="float:left" href="http://www.printfriendly.com/print/v2?url=http://revistapesquisa.fapesp.br/tag/agropecuaria/feed/" rel="nofollow"><img src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/04/ico_print_pt.png" alt="Print Friendly"></a><span class='st_facebook_large' st_title='Janela de oportunidade' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/01/28/janela-de-oportunidade/' displayText='share'></span><span class='st_twitter_large' st_title='Janela de oportunidade' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/01/28/janela-de-oportunidade/' displayText='share'></span><span class='st_email_large' st_title='Janela de oportunidade' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/01/28/janela-de-oportunidade/' displayText='share'></span><span class='st_sharethis_large' st_title='Janela de oportunidade' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/01/28/janela-de-oportunidade/' displayText='share'></span></p>
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		<title>Agricultores imigrantes</title>
		<link>http://revistapesquisa.fapesp.br/2010/12/04/agricultores-imigrantes/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=agricultores-imigrantes</link>
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		<pubDate>Sat, 04 Dec 2010 19:14:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnociência]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Arqueologia]]></category>
		<category><![CDATA[Genética]]></category>

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		<description><![CDATA[Novos dados sobre a origem da agricultura na Europa]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma contribuição da genética lançou nova luz sobre um debate antigo que também envolve arqueologia e antropologia: foi a transferência de ideias ou de pessoas que deu origem à agricultura na Europa? O modo de produzir alimentos que permitiu aos seres humanos abandonar o nomadismo e criar o estilo de vida hoje dominante surgiu no Oriente Médio há cerca de 11 mil anos, e só na chamada transição neolítica, entre 8 mil e 4 mil anos atrás, se instalou na Europa. Um grupo liderado por Wolfgang Haak, da Universidade de Adelaide, na Austrália, analisou o DNA de 21 pessoas do sítio arqueológico Derenburg Meerenstieg II, na Alemanha, com idade estimada entre 5.500 e 4.900 anos, e verificou que há grande semelhança entre elas e os habitantes atuais da Anatólia, na parte asiática da Turquia. Para os pesquisadores, que publicaram os resultados em novembro na <em>PLoS Biology</em>, os dados indicam claramente que os primeiros agricultores europeus teriam sido migrantes que chegaram de longe trazendo na bagagem técnicas de cultivar os alimentos.
<p><a style="float:left" href="http://www.printfriendly.com/print/v2?url=http://revistapesquisa.fapesp.br/tag/agropecuaria/feed/" rel="nofollow"><img src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/04/ico_print_pt.png" alt="Print Friendly"></a><span class='st_facebook_large' st_title='Agricultores imigrantes' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2010/12/04/agricultores-imigrantes/' displayText='share'></span><span class='st_twitter_large' st_title='Agricultores imigrantes' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2010/12/04/agricultores-imigrantes/' displayText='share'></span><span class='st_email_large' st_title='Agricultores imigrantes' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2010/12/04/agricultores-imigrantes/' displayText='share'></span><span class='st_sharethis_large' st_title='Agricultores imigrantes' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2010/12/04/agricultores-imigrantes/' displayText='share'></span></p>
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		<title>O efeito estufa e as batatas</title>
		<link>http://revistapesquisa.fapesp.br/2010/09/04/o-efeito-estufa-e-as-batatas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-efeito-estufa-e-as-batatas</link>
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		<pubDate>Sat, 04 Sep 2010 20:21:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[SciELO]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Ciênc. Atmosféricas]]></category>

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		<description><![CDATA[Efeitos no crescimento, no desenvolvimento e na produtividade de batata]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A concentração atmosférica dos gases do efeito estufa, principalmente o CO2, tem aumentado nas últimas décadas em razão das atividades antrópicas. A concentração de CO2 aumentou de aproximadamente 280 partes por milhão por volume (ppmv) no período pré-industrial para a atual concentração de 380 ppmv. Há registros de que, durante o século XX, houve um aumento da temperatura média da superfície global de 0,6 °C, e projeções indicam um provável aumento de 1,1 a 6,4 °C na temperatura média global até o final do século XXI, dependendo da região do planeta. O aumento da concentração de CO2 e da temperatura poderá alterar o desempenho das culturas, incluindo a batata. O objetivo da revisão “Aquecimento global: efeitos no crescimento, no desenvolvimento e na produtividade de batata”, de Joelma Dutra Fagundes, Gizelli Moiano de Paula, Isabel Lago, Nereu Augusto Streck e Dilson Antônio Bisognin, da Universidade Federal de Santa Maria, foi reunir informações da literatura sobre os possíveis efeitos do aumento na concentração de CO2 e da temperatura do ar no crescimento, no desenvolvimento e na produtividade da cultura de batata. O aumento do CO2, seguido de aumento na temperatura do ar, de maneira geral, resultará em menor crescimento, redução na duração do ciclo de desenvolvimento, menor produtividade e aumento da incidência de doenças da batata.</p>
<p><em>Ciência Rural – vol. 40 – nº 6 – Santa Maria – jun. 2010</em></p>
<p><a title="link para artigo" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-84782010000600039&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt" target="_blank">Link para o artigo</a>
<p><a style="float:left" href="http://www.printfriendly.com/print/v2?url=http://revistapesquisa.fapesp.br/tag/agropecuaria/feed/" rel="nofollow"><img src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/04/ico_print_pt.png" alt="Print Friendly"></a><span class='st_facebook_large' st_title='O efeito estufa e as batatas' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2010/09/04/o-efeito-estufa-e-as-batatas/' displayText='share'></span><span class='st_twitter_large' st_title='O efeito estufa e as batatas' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2010/09/04/o-efeito-estufa-e-as-batatas/' displayText='share'></span><span class='st_email_large' st_title='O efeito estufa e as batatas' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2010/09/04/o-efeito-estufa-e-as-batatas/' displayText='share'></span><span class='st_sharethis_large' st_title='O efeito estufa e as batatas' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2010/09/04/o-efeito-estufa-e-as-batatas/' displayText='share'></span></p>
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		<title>Bioestimulantes na soja</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Sep 2010 20:13:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[SciELO]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>

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		<description><![CDATA[Aumento da produtividade de soja com a aplicação de bioestimulantes]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-12969" title="notcont6700" src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/07/notcont6700-300x184.jpg" alt="" width="300" height="184" />A utilização de bioestimulantes proporciona incrementos no desenvolvimento vegetal, embora poucos estudos tenham abordado aspectos fisiológicos da soja (foto) relacionados à aplicação desses produtos. Um experimento com a cultura da soja foi instalado com o objetivo de avaliar o uso de um bioestimulante composto por citocinina, ácido indolbutírico e ácido giberélico via sementes ou via foliar em diferentes estádios fenológicos de duas cultivares, sendo uma cultivar convencional e outra geneticamente modificada. A cultivar convencional proporcionou maior produção de grãos do que a cultivar transgênica. A utilização do bioestimulante incrementou o número de vagens por planta e a produtividade de grãos, e os resultados para aplicação via sementes e via foliar não diferiram entre si. Na produtividade de grãos, o tratamento com bioestimulante proporcionou aumento de 37% em relação à testemunha. O bioestimulante aumentou o número de vagens por planta e produtividade de grãos tanto em aplicação via sementes quanto via foliar, confirmando a hipótese desse estudo. Todavia, a maior produtividade não está relacionada ao maior crescimento da parte aérea, considerando-se a altura das plantas, ramos por planta, altura de inserção da primeira vagem. Em relação ao aumento da produtividade, o bioestimulante é mais efetivo quando aplicado na fase reprodutiva. O experimento está relatado no artigo “Aumento da produtividade de soja com a aplicação de bioestimulantes”, de Danila Comelis Bertolin, Marco Eustáquio de Sá, Orivaldo Arf, Enes Furlani Junior, Adriana de Souza Colombo, Francielle Louise Bueno Melo de Carvalho, da Universidade Estadual Paulista, campus de Ilha Solteira.</p>
<p><em>Bragantia – vol. 69 – nº 2 – Campinas – 2010</em></p>
<p><a title="link para artigo" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0006-87052010000200011&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt" target="_blank">Link para o artigo</a>
<p><a style="float:left" href="http://www.printfriendly.com/print/v2?url=http://revistapesquisa.fapesp.br/tag/agropecuaria/feed/" rel="nofollow"><img src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/04/ico_print_pt.png" alt="Print Friendly"></a><span class='st_facebook_large' st_title='Bioestimulantes na soja' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2010/09/04/bioestimulantes-na-soja/' displayText='share'></span><span class='st_twitter_large' st_title='Bioestimulantes na soja' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2010/09/04/bioestimulantes-na-soja/' displayText='share'></span><span class='st_email_large' st_title='Bioestimulantes na soja' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2010/09/04/bioestimulantes-na-soja/' displayText='share'></span><span class='st_sharethis_large' st_title='Bioestimulantes na soja' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2010/09/04/bioestimulantes-na-soja/' displayText='share'></span></p>
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		<title>Regiões de risco em São Paulo</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Aug 2010 00:29:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[SciELO]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>

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		<description><![CDATA[Ava­liação de risco à produção de frango de corte do estado de São Paulo]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright  wp-image-13271" title="notcont6641" src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/07/notcont6641.jpg" alt="" width="290" />As perdas produtivas na avicultura de corte, provenientes de climas com temperaturas diárias elevadas, são potencialmente de grande magnitude, pois abrangem perdas diretas e indiretas. A pesquisa “Ava­liação de risco à produção de frango de corte do estado de São Paulo em função da temperatura ambiente”, de Douglas D. Salgado, doutor em engenharia agrícola, e Irenilza de A. Nääs, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), teve a finalidade de apontar os municípios localizados onde há mais risco de temperaturas extremas diárias. Os dados históricos meteorológicos de temperaturas diárias, máximas e mínimas, fornecidos pelo Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura (Cepagri/Unicamp), foram adaptados para análise estatística, descritiva e exploratória. O trabalho indicou que os municípios da região oeste do estado de São Paulo foram os mais suscetíveis a apresentarem perda na produção avícola devido às temperaturas ambientais, sendo recomendado maior cuidado com o excesso de calor nos alojamentos das granjas. Também foi constatado que os valores médios e medianos das temperaturas mínimas são bons preditores do risco, em razão da alta associação entre o risco e essas variáveis.</p>
<p><em>Engenharia Agrícola – vol. 30 – nº 3 – Jaboticabal – jun. 2010</em></p>
<p><a title="Scielo" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0100-69162010000300001&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt" target="_blank">Link para o artigo</a>
<p><a style="float:left" href="http://www.printfriendly.com/print/v2?url=http://revistapesquisa.fapesp.br/tag/agropecuaria/feed/" rel="nofollow"><img src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/04/ico_print_pt.png" alt="Print Friendly"></a><span class='st_facebook_large' st_title='Regiões de risco em São Paulo' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2010/08/10/regi%c3%b5es-de-risco-em-s%c3%a3o-paulo/' displayText='share'></span><span class='st_twitter_large' st_title='Regiões de risco em São Paulo' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2010/08/10/regi%c3%b5es-de-risco-em-s%c3%a3o-paulo/' displayText='share'></span><span class='st_email_large' st_title='Regiões de risco em São Paulo' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2010/08/10/regi%c3%b5es-de-risco-em-s%c3%a3o-paulo/' displayText='share'></span><span class='st_sharethis_large' st_title='Regiões de risco em São Paulo' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2010/08/10/regi%c3%b5es-de-risco-em-s%c3%a3o-paulo/' displayText='share'></span></p>
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		<title>Revisão com retrocesso</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 21:11:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégias]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Pol. Públicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Revisão do Código Florestal brasileiro provoca forte reação]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_13131" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-13131" title="notcont6618" src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/07/notcont6618-300x183.jpg" alt="" width="300" height="183" /><p class="wp-caption-text">Pecuária em área de mata ciliar: restauração</p></div>
<p>A revisão do Código Florestal brasileiro, em votação no Congresso Nacional, provocou uma forte reação da comunidade científica. Uma carta publicada na revista Science, assinada por seis pesquisadores ligados ao Programa Biota-FAPESP, diz que o Brasil estaria “arriscado a sofrer seu mais grave retrocesso ambiental em meio século, com consequências críticas e irreversíveis que irão além das fronteiras do país”, caso as mudanças na legislação ambiental sejam aprovadas. O texto é assinado, entre outros, por Jean-Paul Metzger, do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP), e Carlos Alfredo Joly, do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e coordenador do Biota-FAPESP. As novas regras, segundo eles, reduzirão a restauração obrigatória de vegetação nativa ilegalmente desmatada desde 1965. A comunidade científica, de acordo com o texto, foi “amplamente ignorada durante a elaboração” do relatório de revisão do Código Florestal. A mesma crítica foi apresentada em carta enviada por duas das principais instituições científicas do país, Academia Brasileira de Ciências (ABC) e Sociedade Brasileira pelo Progresso da Ciência (SBPC), no dia 25 de junho, à Câmara dos Deputados.
<p><a style="float:left" href="http://www.printfriendly.com/print/v2?url=http://revistapesquisa.fapesp.br/tag/agropecuaria/feed/" rel="nofollow"><img src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/04/ico_print_pt.png" alt="Print Friendly"></a><span class='st_facebook_large' st_title='Revisão com retrocesso' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2010/08/06/revis%c3%a3o-com-retrocesso/' displayText='share'></span><span class='st_twitter_large' st_title='Revisão com retrocesso' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2010/08/06/revis%c3%a3o-com-retrocesso/' displayText='share'></span><span class='st_email_large' st_title='Revisão com retrocesso' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2010/08/06/revis%c3%a3o-com-retrocesso/' displayText='share'></span><span class='st_sharethis_large' st_title='Revisão com retrocesso' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2010/08/06/revis%c3%a3o-com-retrocesso/' displayText='share'></span></p>
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		<title>Argentina vence Monsanto</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 21:07:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégias]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Direito]]></category>

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		<description><![CDATA[Monsanto derrotada em disputa judicial contra a Argentina]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_13127" class="wp-caption alignright" style="width: 244px"><img class="size-full wp-image-13127" title="notcont6617" src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/07/notcont6617.jpg" alt="" width="234" height="350" /><p class="wp-caption-text">Soja transgênica: patente não se aplica ao farelo</p></div>
<p>A multinacional Monsanto, maior produtora de sementes do planeta, foi derrotada numa antiga disputa judicial contra a Argentina. A empresa pedia ao Tribunal de Justiça da União Europeia para bloquear as exportações argentinas de farelo de soja para países europeus. Alegava que os agricultores do país utilizam, sem pagar <em>royalties</em>, sementes transgênicas de soja resistente ao herbicida glifosato com tecnologia desenvolvida pela companhia. O tribunal decidiu que as proteções de patentes só se aplicariam se o produto for usado com a função para a qual foi projetado, enquanto o farelo de soja “é um material morto obtido depois que a soja já passou por processos de tratamento”, de acordo com o jornal <em>The Wall Street Journal</em>. A patente da Monsanto vale na Europa, mas jamais foi reconhecida na Argentina. A companhia deixou de vender suas sementes no país em 2005, mas os agricultores seguem usando sementes oriundas de suas colheitas.
<p><a style="float:left" href="http://www.printfriendly.com/print/v2?url=http://revistapesquisa.fapesp.br/tag/agropecuaria/feed/" rel="nofollow"><img src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/04/ico_print_pt.png" alt="Print Friendly"></a><span class='st_facebook_large' st_title='Argentina vence Monsanto' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2010/08/06/argentina-vence-monsanto/' displayText='share'></span><span class='st_twitter_large' st_title='Argentina vence Monsanto' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2010/08/06/argentina-vence-monsanto/' displayText='share'></span><span class='st_email_large' st_title='Argentina vence Monsanto' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2010/08/06/argentina-vence-monsanto/' displayText='share'></span><span class='st_sharethis_large' st_title='Argentina vence Monsanto' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2010/08/06/argentina-vence-monsanto/' displayText='share'></span></p>
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		<title>Tecnologia para hortaliças</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 21:26:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[SciELO]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição]]></category>

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		<description><![CDATA[Produção segura e rastreabilidade de hortaliças]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-14239" title="notcont6583" src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/07/notcont6583-300x184.jpg" alt="" width="300" height="184" />A cada dia que passa o consumidor está mais consciente de que a saúde está diretamente relacionada a uma dieta balanceada e segura. A preocupação com o consumo de alimentos com propriedades funcionais vem crescendo pelo fato de os alimentos apresentarem atividades antioxidantes. Entretanto, o consumo de hortaliças <em>in natura</em> também pode apresentar riscos à saúde. Os principais riscos potenciais de frutas e hortaliças (<em>foto</em>) estão relacionados às contaminações química e microbiológica, que podem ocorrer no vegetal durante a sua produção. Com o aumento da competitividade nas diferentes cadeias agroindustriais, os produtores têm buscado oferecer produtos com maior qualidade e de maior valor agregado, sem perderem de vista a segurança dos alimentos. Uma forma de gerenciar perigos para a segurança dos alimentos é monitorar todo o processo desde a produção até a sua distribuição. Para tanto, é necessário implementar um sistema de rastreamento combinado com procedimentos de garantia de qualidade do tipo APPCC (Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle), a fim de minimizar as possibilidades de contaminação alimentar e identificar rapidamente qualquer fonte de contaminação.  A adoção de Boas Práticas Agrícolas (BPA) durante a produção de produtos hortícolas é pré-requisito para que o plano de APPCC obtenha sucesso. A Produção Integrada (PI) tem como objetivo principal elevar os padrões de qualidade e competitividade da olericultura e fruticultura brasileiras aos níveis de excelência requeridos pelo mercado internacional. O foco atual é a busca pela manutenção dos valores funcionais das hortaliças após a colheita, por meio da utilização de técnicas de manuseio que assegurem a inocuidade e a rastrea­bilidade, sem prejuízo de todos os atributos de qualidade anteriormente garantidos. O trabalho “Produção segura e rastreabilidade de hortaliças”, de Leonora M. Mattos, Celso Luiz Moretti e Iriani R. Maldonade, da Embrapa Hortaliças, Marcelo A. de Moura, da Universidade Federal de Viçosa, e Ester Yoshie Yosino da Silva, da Universidade de Brasília, aborda um conjunto de tecnologias que disponibiliza ao consumidor produtos seguros e rastreáveis, sem que haja perda de seu valor nutritivo e com qualidade sensorial ótima.</p>
<p><em>Horticultura Brasileira</em> – vol. 27 – nº 4 – Brasília – out./dez. 2009</p>
<p><a title="Scielo" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0102-05362009000400002&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt" target="_blank">Link para o artigo</a>
<p><a style="float:left" href="http://www.printfriendly.com/print/v2?url=http://revistapesquisa.fapesp.br/tag/agropecuaria/feed/" rel="nofollow"><img src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/04/ico_print_pt.png" alt="Print Friendly"></a><span class='st_facebook_large' st_title='Tecnologia para hortaliças' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2010/07/20/tecnologia-para-hortali%c3%a7as/' displayText='share'></span><span class='st_twitter_large' st_title='Tecnologia para hortaliças' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2010/07/20/tecnologia-para-hortali%c3%a7as/' displayText='share'></span><span class='st_email_large' st_title='Tecnologia para hortaliças' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2010/07/20/tecnologia-para-hortali%c3%a7as/' displayText='share'></span><span class='st_sharethis_large' st_title='Tecnologia para hortaliças' st_url='http://revistapesquisa.fapesp.br/2010/07/20/tecnologia-para-hortali%c3%a7as/' displayText='share'></span></p>
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