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Tecnologia

Royalties para os pesquisadores

As patentes de fosfato e polifosfato de alumínio solicitadas ao INPI serão de propriedade da UNICAMP por 15 anos, ao fim dos quais os processos tecnológicos nelas registrados serão de domínio público. Durante a vigência das patentes, a universidade receberá royalties pelo licenciamento dos processos ao setor produtivo.

Isso abre a perspectiva de o grupo liderado pelo professor Galembeck dispor de recursos originários do setor privado para o livre desenvolvimento de novas pesquisas de interesse econômico e social. Cauteloso, entretanto, o pesquisador diz que não se pode falar já em “uma autonomia financeira inédita” do grupo de pesquisa, mas da geração de recursos adcionais para material de consumo, melhoria de instalações, etc. “A situação será melhor se o novo pigmento tiver sucesso comercial”, acrescenta.

De acordo com o estabelecido entre a universidade e o grupo de pesquisadores, um terço dos royalties recebidos irá para a UNICAMP, um terço para o Instituto de Química e um terço para o grupo de pesquisadores responsáveis pelo desenvolvimento do novo pigmento.

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