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Tecnociência

O eclético exército romano

Não havia discriminação de cor entre os romanos que viviam nas proximidades da Muralha de Adriano, um paredão de 173 quilômetros e 5 metros de altura construído no ano 122, onde hoje é Gilsland, Nordeste da Inglaterra, para proteger o império do ataque dos bárbaros.

De acordo com artefatos colhidos e analisados por pesquisadores da Universidade de Newcastle, Reino Unido, havia africanos em todos os níveis da sociedade romana, desde Victor, um escravo libertado nascido em Marrocos, até o imperador Sétimo Severo, que veio da Líbia.

Podia não existir uma barreira de cor para espanhóis, franceses e alemães ingressarem no exército ou mesmo no Senado, mas era intenso o preconceito contra quem usava brincos e, principalmente, contra bárbaros, definido como todo aquele que vivesse fora dos domínios do Império Romano.

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