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Nanoesponjas

Nanoesponjas contra o câncer

Há algum tempo os pesquisadores tentam desenvolver dispositivos médicos capazes de levar drogas para o local exato de um tumor ou lesão dentro do organismo do paciente, sem atingir tecidos e regiões saudáveis vizinhas. A mais recente novidade nessa área são nanoesponjas, do tamanho aproximado de um vírus, criadas por pesquisadores das universidades de Washington, Emory, e Vanderbilt, todas nos Estados Unidos. Os dispositivos foram preenchidos com drogas anticâncer e por uma substância que só permite sua liberação quando elas encontram as células cancerígenas. Ao se deparar com as células tumorais, ligam-se a sua superfície ou são sugadas para dentro, começando a liberar o conteúdo farmacológico de forma controlada. Em testes iniciais com animais, as nanoesponjas, feitas de poliéster, foram de três a cinco vezes mais eficazes do que medicamentos usados no tratamento tradicional de quimioterapia. Estudos de toxicidade ainda precisam ser realizados antes que se iniciem ensaios com humanos. A pesquisa foi financiada pela Fundação Nacional de Ciência (NSF) e publicada na revista Cancer Research (1o de junho).

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