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Infra-estrutura

Quase 800 projetos já foram aprovados na segunda fase do programa

Já foi julgada parte significativa dos projetos submetidos à FAPESP na Fase II do Programa de Apoio à Recuperação e Modernização da Infra-Estrutura de Pesquisa do Sistema Estadual de ciência e Tecnologia. Assim, até o momento, foram aprovados 747 projetos, relativos aos módulos I (Equipamentos Especiais Multiusuários), 11 (Ampliação e Modernização dos Recursos de Informática) , 111 (Bibliotecas) e V (Infra-Estrutura Geral). Somente do módulo IV, o FAP-Livros, ainda não há resultados.

No módulo I, dos 747 pedidos apresentados, 177 foram aprovados e já contratados, 304 foram denegados e 266 solicitações estão ainda em análise. Por enquanto, os recursos concedidos para esse módulo elevam-se a cerca de R$31,2 milhões, dos quais, 45,5% destinados à USP, 17,2% à UNlCAMP, 14,2% à UNESP, 14% aos Institutos ligados às Secretarias do Estado de São Paulo, 9% às Instituições Federais e 0,1% às Instituições Particulares.

No módulo 11, 50 dos 716 pedidos apresentados já foram aprovados e contratados e 666 encontram-se em análise. O valor concedido até aqui é de cerca de R$2,1 milhões. A USP tem 46,4% desse total, a UNICAMP, 23,8%, a UNESP, 7%, os Institutos ligados às Secretarias, 5,1%, as Instituições Federais, 14,3% e as Instituições Particulares, 3,4%. No módulo 111, Bibliotecas, 153 projetos estão recomendados, mas devem ainda ser submetidos a avaliação final que decidirá pela aprovação ou denegação, e 92 estão em análise.

Quanto ao módulo V, dos 1.100 pedidos feitos à FAPESP, 367 foram aprovados e contratados e 733 encontram-se ainda em análise. Foram destinados, até o momento, aproximadamente R$30,3 milhões para os projetos, dos quais 44,6% para a USP, 12,1% para a UNICAMP, 18,3% para a UNESP, 18,1% para os Institutos ligados às Secretarias Estaduais, 6,7% para as instituições federais e 0,2% para as instituições particulares.

Em relação à Fase I do Programa de Infra-Estrutura, feito seu balanço final, verificou-se que ela implicou, sem os investimentos em biotérios, uma aplicação de pouco mais de R$76,5 milhões, destinados a 852 projetos. Quanto aos biotérios, que se configuraram como uma espécie de módulo específico na Fase I, as aplicações em 74 projetos aprovados, dentre os 98 apresentados, atingiram pouco mais de R$8 milhões.

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