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Estratégias

A FAPESP e a cidadania

O presidente da FAPESP, Celso Lafer, foi um dos vencedores da 17ª edição do Prêmio PNBE de Cidadania, oferecido pelo Pensamento Nacional das Bases Empresariais (PNBE) aos “cidadãos e entidades que praticaram ações significativas e que são exemplos nacionais de comportamento cidadão”. A premiação, que ocorreu na noite de 25 de maio em São Paulo, tem como base o Projeto Brasil 2022 “Do Brasil que temos para o Brasil que queremos”, lançado em 2003 pela entidade. Professor titular da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), membro das academias brasileiras de Ciências (ABC) e de Letras (ABL), empresário, ex-ministro das Relações Exteriores (em 1992 e de 2001 a 2002) e do Desenvolvimento (1999), Lafer foi homenageado na categoria Empresário Empreendedor, na condição de presidente da FAPESP, cargo que assumiu em agosto de 2007. Ele ressaltou os reflexos do trabalho da Fundação na promoção da cidadania. “A FAPESP desempenha um papel fundamental na formação de recursos humanos, oferecendo bolsas desde a iniciação científica até pós-doutorado. Essas pessoas que se qualificam com as bolsas da FAPESP passam a ser pessoas que podem, pelo seu conhecimento, contribuir para o desenvolvimento e para a responsabilidade social e política no nosso estado e no nosso país”, afirmou, ressaltando outras duas dimensões importantes das atividades da FAPESP. Uma delas é o apoio à pesquisa. “O conhecimento e a inovação são meios pelos quais ampliamos essa capacidade e, dessa forma, alargamos o horizonte da cidadania”, afirmou. A segunda são os programas estruturados que a Fundação lançou, como o Genoma-FAPESP, o de bioenergia (Bioen), o da biodiversidade paulista (Biota) e o de mudanças climáticas. “Tais programas cumprem um papel social relevante, pois o conhecimento que produzem servem e servirão de subsídio na formulação de políticas públicas”, disse Celso Lafer.

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