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Artes plásticas

Acadêmicos e modernistas

reproduçãoA partir de uma citação do romance Mocidade morta, de Gonzaga-Duque, e da análise de algumas pinturas brasileiras, produzidas entre a segunda metade do século XIX e a primeira do século XX, o texto “De Anita à academia: para repensar a história da arte no Brasil”, de Tadeu Chiarelli, da Universidade de São Paulo, problematiza alguns paradigmas da história da arte no Brasil (na imagem, Autorretrato, de Anita Malfatti). E enfatiza a necessidade de rever a periodização da arte brasileira, uma vez que as diferenças entre produções “acadêmicas” e outras “modernistas” parecem apenas tópicas.

Novos Estudos Cebrap – nº 88 – São Paulo – dez. 2010

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