guia do novo coronavirus
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Vírus

Batata com brotos sadios

Batata-semente nacional livre de doenças

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Plantar batatas está se tornando um cultivo mais seguro, livre de doenças produzidas por vírus, com uma nova tecnologia desenvolvida pelo Instituto Agronômico, o IAC, com sede em Campinas (SP), e aplicada comercialmente pela empresa N Piccin, de Limeira (SP). A inovação é produzir batatas-semente por meio dos brotos e não mais com o próprio tubérculo usado no plantio. Esse novo método produz batata-semente nacional de alta sanidade em ambiente protegido sem o perigo de disseminação de doenças, principalmente das eventualmente trazidas com sementes importadas. Nos últimos cinco anos, o Brasil gastou US$ 9 milhões com a importação de batata-semente. A novidade foi elaborada sob a coordenação do pesquisador José Alberto Caram de Souza, do IAC, que disponibilizou a técnica para vários produtores. “Nós absorvemos a tecnologia e desenvolvemos os estudos de fundamentação agronômica para implantação comercial da inovação, testando fertilização, irrigação, controle biológico de doenças, padronização, produtividade e custo de produção, além de conseguirmos a certificação do primeiro lote de batata-semente no Ministério da Agricultura”, diz a agrônoma Carla de Meo, coordenadora de um projeto da N. Piccin financiado pelo programa Pesquisa Inovativa na Pequena e Micro Empresa (Pipe) da FAPESP, que estabeleceu a formatação comercial do produto, ao custo de R$ 116.758,53 e US$ 1.384,56.

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