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Agricultura

Bioestimulantes na soja

www.iapar.brA utilização de bioestimulantes proporciona incrementos no desenvolvimento vegetal, embora poucos estudos tenham abordado aspectos fisiológicos da soja (foto) relacionados à aplicação desses produtos. Um experimento com a cultura da soja foi instalado com o objetivo de avaliar o uso de um bioestimulante composto por citocinina, ácido indolbutírico e ácido giberélico via sementes ou via foliar em diferentes estádios fenológicos de duas cultivares, sendo uma cultivar convencional e outra geneticamente modificada. A cultivar convencional proporcionou maior produção de grãos do que a cultivar transgênica. A utilização do bioestimulante incrementou o número de vagens por planta e a produtividade de grãos, e os resultados para aplicação via sementes e via foliar não diferiram entre si. Na produtividade de grãos, o tratamento com bioestimulante proporcionou aumento de 37% em relação à testemunha. O bioestimulante aumentou o número de vagens por planta e produtividade de grãos tanto em aplicação via sementes quanto via foliar, confirmando a hipótese desse estudo. Todavia, a maior produtividade não está relacionada ao maior crescimento da parte aérea, considerando-se a altura das plantas, ramos por planta, altura de inserção da primeira vagem. Em relação ao aumento da produtividade, o bioestimulante é mais efetivo quando aplicado na fase reprodutiva. O experimento está relatado no artigo “Aumento da produtividade de soja com a aplicação de bioestimulantes”, de Danila Comelis Bertolin, Marco Eustáquio de Sá, Orivaldo Arf, Enes Furlani Junior, Adriana de Souza Colombo, Francielle Louise Bueno Melo de Carvalho, da Universidade Estadual Paulista, campus de Ilha Solteira.

Bragantia – vol. 69 – nº 2 – Campinas – 2010

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