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Cirurgia cardiovascular

Circulação extracorpórea

A revisão Circulação extracorpórea em adultos no século XXI: ciência, arte ou empirismo?, de André Lupp Mota, Alfredo José Rodrigues e Paulo Roberto Barbosa Évora, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, tem por objetivo ressaltar alguns aspectos pouco discutidos da circulação extracorpórea (CEC), levando-se em consideração fisiologia, fisiopatologia e algumas novas tecnologias de perfusão.

Assim, alguns aspectos, até certo ponto filosóficos, motivaram a elaboração desta revisão: a) preservar e atualizar os conhecimentos do cirurgião sobre a CEC, pelo simples fato de manter a sua liderança pedagógica sobre a sua equipe; b) questionar se pacientes idosos e diabéticos pelas suas características individuais, assim como adotado para crianças, talvez merecessem protocolos mais apropriados; c) questionar a reação inflamatória sistêmica causada pela exposição do sangue à superfície não endotelizada do circuito de CEC diante da importância crescente do contato do sangue com a ferida cirúrgica; d) em relação ao tratamento da síndrome vasoplégica, o azul de metileno continua sendo a melhor opção terapêutica, embora muitas vezes não seja eficiente pela existência de uma “janela terapêutica” embasada na dinâmica da ação da guanilato ciclase (saturação e síntese “de novo”); e) razão da escolha do título, ressaltando que, em seus moldes atuais, a CEC seria conseqüência do empirismo, da arte ou da ciência? Os autores acreditam que tanto o empirismo, a arte e a ciência são muito fortes em se tratando da CEC.

Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular – v. 23 – nº 1 – São José do Rio Preto –  jan./mar. 2008

www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-76382008000100013&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt
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