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Estratégias

Como lidar com as patentes

Patentear primeiro e publicar depois deveria ser a lógica vigente entre os pesquisadores brasileiros, de acordo com Roberto Castelo, diretor-geral da Organização Mundial de Propriedade Industrial (Ompi). Se o Brasil tem tecnologia, trabalho científico, bons cientistas e inovação tecnológica por que o aparente desinteresse pela conquista de mercado?

Pensando em fortalecer os pedidos de patentes, o Ministério da Ciência e Tecnologia vai incentivar a criação de pólos de propriedade intelectual por meio dos Fundos Setoriais. A maior preocupação é com o baixo número de patentes internacionais depositado pelo Brasil. O ministério e a Ompi firmaram uma parceria no começo de maio para promover uma série de atividades para aumentar a proteção intelectual resultante das pesquisas realizadas nas universidades e institutos brasileiros.

Os pólos devem seguir o modelo da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), responsável por 25% das patentes internacionais brasileiras no ano passado. A Embrapa tem toda uma estrutura com advogados, pesquisadores e especialistas no assunto para registrar e acompanhar os processos de patenteamento.

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