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Brasil

Competitividade comprometida

Um estudo encomendado pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) à consultoria americana Dri-Wefa comparou o potencial de crescimento da economia brasileira com a de oito países: México, Argentina, Chile, Coréia, Taiwan, Estados Unidos, Alemanha e Espanha. Utilizando indicadores como investimento em tecnologia, desenvolvimento da infra-estrutura, educação, custo de financiamento, inflação, câmbio e custos trabalhistas, a pesquisa constatou que o Brasil é pouco competitivo em relação a esses países, perdendo apenas para a Argentina e Espanha.

O Brasil, por exemplo, obteve a pior colocação na comparação da infra-estrutura de transportes e índice de escolaridade, com a menor taxa de matrículas em universidades e menor percentagem de mão-de-obra em idade ativa com pelo menos grau superior. A qualidade de nossas escolas públicas só não é pior que a do México, destacou o diretor operacional da Firjan, Augusto Franco. O Brasil tem, ainda, a segunda maior carga tributária do grupo (38,82% do PIB, em 2001), menor apenas que a da Alemanha, país que possui renda per capita muito superior e oferece serviços públicos de melhor qualidade.

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