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FAPESP week

Conversas produtivas na Universidade da Califórnia

Pesquisadores de São Paulo e da Califórnia discutem parcerias na última FAPESP Week de 2014

diego freire / fapespPesquisadores de São Paulo e da Califórnia discutem parcerias na última FAPESP Week de 2014diego freire / fapesp

A FAPESP realizou entre os dias 17 e 21 de novembro mais uma edição do simpósio internacional FAPESP Week. O evento foi sediado na Universidade da Califórnia, nos campi de Berkeley e de Davis, nos Estados Unidos, com apoio do Wilson Center. O objetivo é dar mais visibilidade no exterior para a ciência feita em São Paulo e estreitar contatos entre pesquisadores paulistas e da Califórnia para promover novas colaborações. A programação foi abrangente, com painéis sobre temas como eficiência energética, segurança alimentar, genômica, democracia e desigualdade social, nanotecnologia, oceanos, entre outros. Um dos painéis debateu os desafios e as oportunidades em colaborações científicas. “O papel das instituições em fazer as colaborações funcionarem está em oferecer aos pesquisadores os incentivos certos para que eles possam enxergar boas oportunidades e tenham os mecanismos para fazer parcerias. É desse modo que temos trabalhado com colaborações internacionais em pesquisa na FAPESP”, disse o diretor científico da FAPESP, Carlos Henrique de Brito Cruz. Ralph Hexter, reitor da Universidade da Califórnia, Davis, ressaltou a importância do evento. “Nós apoiamos qualquer esforço que permita o fortalecimento de nossas parcerias com a FAPESP, para garantir o melhor dos resultados”, diz. Uma das janelas de oportunidades para cooperação internacional discutida no evento foi o desenvolvimento de tecnologias para o controle de partículas e compostos de cerâmica. “Meu grupo de pesquisa em Berkeley investiga modelagem de processos de fabricação de novos materiais. Um exemplo é a aplicação de pequenas partículas em superfícies, uma técnica que está começando a se tornar popular em impressoras 3D”, diz o pesquisador Tarek Zohdi. Edgar Dutra Zanotto, da Universidade Federal de São Carlos, apresentou sua pesquisa com cerâmicas vítreas. “Esse material nos permite combinar várias propriedades. Podemos fazer um material bioativo que é muito mais duro e resistente que o vidro”, disse ele.

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