- A porcentagem de jovens adultos (25-34 anos) que concluíram pelo menos um programa de graduação
vem sendo o indicador mais utilizado para comparações internacionais sobre escolaridade de nível superior - Segundo levantamento da OCDE1, 48% da população desse grupo populacional, em 2023, havia completado o ensino superior, na média dos países-membros (abaixo)
dados
Escolaridade de nível superior de jovens adultos
- O Brasil apresentava taxa de 24%2, ou metade da média da OCDE. Esse índice vem subindo ao longo dos anos e cresceu 8 pontos percentuais desde 2013, quando era de 15,8%
- Dos outros países da América Latina, o Peru apresentava o maior índice (50%), seguido por Chile (41%), Colômbia (35%), Costa Rica (32%), México (28%) e Argentina (19%)
- A variabilidade do indicador entre países também se verifica nas unidades da federação (UF) brasileiras, como se vê acima, na média do último triênio3
- Os indicadores das UF da região Sudeste e de quase todos das regiões Sul e Centro-Oeste superam a média nacional, além de Tocatins, da região Norte. Os das UF da região Nordeste são todos menores que aquela média
- No Brasil, como na maioria dos países, há diferenças significativas na escolaridade de mulheres e de homens. Para o triênio mais recente, a taxa de escolaridade de nível superior na população de 25 a 34 anos era de 28,2% para as mulheres e de 20,7% para os homens
Notas (1) Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (2) O valor exato é 23,8%. No gráfico são apresentados os valores arredondados por razão de espaço (3) O uso de triênio evita que a filtragem, por UF, idade e escolaridade, apresente número muito baixo na amostra da PNAD-C, em alguns casos Fontes OCDE/Data Explorer e IBGE/PNAD-C Elaboração FAPESP/DPCTA/GPAFI
Republicar