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Temas de pesquisa

Foco no envelhecimento

As tendências da pesquisa sobre envelhecimento humano no Brasil são discutidas no artigo “A pesquisa sobre envelhecimento humano no Brasil: pesquisadores, temas e tendências”, escrito por Shirley Prado e Jane Sayd, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). O estudo se desenvolve a partir de indicadores que compõem o Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil (2002), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O critério para a identificação dos grupos estudados foi o desenvolvimento de, pelo menos, uma linha de pesquisa referente ao envelhecimento humano. Ao todo, foram analisados 144 grupos, 511 pesquisadores e 209 linhas de pesquisa descritas como ativas na geração de conhecimento relativo ao envelhecimento humano no Brasil. O artigo revela que, no interior desses grupos, foram identificados dois subconjuntos: 43 grupos específicos, ou seja, aqueles que se voltam exclusivamente para o estudo dos idosos, da velhice e do processo de envelhecimento, e 101 grupos não específicos, ou seja, que têm a temática como uma questão abordada em uma área maior de interesse. “A pesquisa relativa à velhice, ao velho e ao processo de envelhecimento se volta de forma enfática para o estudo das doenças crônicas e degenerativas e das síndromes geriátricas. A educação, a promoção da saúde e a prevenção de doenças, ao lado do envelhecimento biológico, se situam também como temas privilegiados”, concluem os pesquisadores. Segundo o artigo, há no Brasil alguns grupos altamente qualificados, com geração de conhecimento reconhecida nacional e internacionalmente, desenvolvendo suas pesquisas em associação com renomados programas de pós-graduação.

Ciência & Saúde Coletiva, vol. 9,  nº 3, Rio de Janeiro, jul./set. 2004

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