- Entre 2014 e 2022, o total de ingressantes em cursos de graduação no país cresceu de 3,1 milhões para 4,8 milhões de estudantes
- No mesmo período, na grande área de engenharia e correlatas, esse número diminuiu de 469 mil para 344 mil; já na de computação e TIC1, cresceu de 146 mil para 410 mil, superando as engenharias
- Em 2014, os cursos de engenharia e correlatas responderam por 15,1% dos ingressos, diante de 7,2%, em 2022; a participação no total de ingressantes na área de computação e TIC passou de 4,7% para 8,6%, no mesmo período
- Com isso, a área de engenharias e correlatas foi da 3ª para a 5ªposição, a de computação e TIC, da 5ª para a 4ª posição
Dados
Ingressos em programas de engenharia e de computação
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- O total de ingressantes em cursos presenciais retraiu-se de 2,4 milhões para 1,7 milhão, mas nos cursos a distância o crescimento foi intenso: de 728 mil para 3,1 milhões
- Na área de engenharias e correlatas, a quantidade de novos alunos em cursos presenciais diminuiu de 442 mil para 176 mil, mas o ingresso nos cursos a distância aumentou de 28 mil para 169 mil. Logo, quase a metade dos novos estudantes da área ingressou em programas a distância, em 2022, mas esse aumento não compensou a queda no presencial
- Aumentou ligeiramente o ingresso na área de computação e TIC, nos programas presenciais (de 114 mil para 120 mil novos estudantes) e com grande intensidade na modalidade a distância (de 32 mil para 290 mil ingressantes)
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Nota (1) TIC: Tecnologia de Informação e Comunicação Fonte Microdados do Censo da Educação Superior, INEP/MEC Elaboração Gerência de Estudos e Indicadores, Fapesp
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