
stephentcandrews / pexelsExames periódicos favorecem o controle dos fatores de risco para o coraçãostephentcandrews / pexels
Um estudo da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Minas Gerais, registrou um leve aumento da mortalidade hospitalar por insuficiência cardíaca, doença caracterizada pela incapacidade de o coração bombear o sangue de forma adequada. Os pesquisadores examinaram 2.851.437 internações de homens e 2.749.424 de mulheres registradas no Sistema Único de Saúde (SUS) de 2000 a 2021. As taxas de internação de homens caíram entre 6,7% (de 40 a 49 anos) e 8,1% (acima de 80). Entre as mulheres, a queda variou de 7,5% (70 a 79 anos) a 8,3% (50 a 59). No entanto, a mortalidade hospitalar aumentou entre os homens de 1,8% (40 a 49 anos) a 3,6% (acima de 80) e entre as mulheres de 3,1% (acima de 80 anos) a 3,5% (60 a 79). Para a equipe coordenada por José Marcos Girardi, da SBC, os resultados refletem melhorias no controle ambulatorial da doença, indo para internação apenas casos mais graves que evidenciam a necessidade de intensificação do controle dos fatores de risco para doença, em especial hipertensão arterial, altas taxas de colesterol, obesidade, sedentarismo, tabagismo e diabetes (Arquivos Brasileiros de Cardiologia, junho).
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