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Energia

Painel solar mais potente

Ilustração com moléculas de perovskita

SVEN HEIN/EPFLIlustração com moléculas de perovskitaSVEN HEIN/EPFL

Depois das tentativas com polímeros fotossensíveis e condutores de eletricidade ainda sem atingir grandes resultados, um grupo de materiais que compartilham uma estrutura molecular característica ao mineral perovskita é a mais nova opção para superar e substituir o silício nos painéis de energia solar. Em experimentos de laboratório, pesquisadores da Escola Politécnica Federal de Lausanne (EPFL), da Suíça, conseguiram transformar 20,2% da luz solar em eletricidade por meio de uma lâmina de perovskita, um recorde. O resultado supera os painéis comerciais de silício que ficam entre 15% e 17%. O material sintetizado de perovskita que recebeu o nome de fluoreno-ditiofeno dissimétrico (FDT) poderá, segundo estudo publicado na revista Nature Energy em 18 de janeiro, custar um quinto de um painel de silício. Os pesquisadores liderados por Mohammad Nazeeruddin também desenvolveram um arranjo molecular do material que facilita a movimentação de cargas positivas através da nova célula solar. O estudo teve a colaboração de pesquisadores da Itália, do Japão e do Catar.

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