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cartas | 307

Comentários | 307

Inpe
Com tristeza, leio em Pesquisa FAPESP (edição 306) sobre a situação do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). A edição também traz uma nota sobre bilionários gastando fortunas em viagens espaciais, como Richard Branson, que parece se divertir com os controles de sua nave. Parece uma ironia quando se pensa no nosso Inpe, destinado a questões espaciais e responsável por tantos projetos sérios, que vem se arrastando com falta de apoio financeiro. Estou perplexo com a forma como os recursos financeiros se distribuem no planeta.
Eduardo Krüger
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Temos institutos públicos centenários (Butantan, Fiocruz) e sexagenários como o Inpe. Todos têm duas coisas em comum: respeito da população e desprezo das autoridades. É para celebrar e lamentar ao mesmo tempo.
Emerson Scada

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Sérgio Pena
Na entrevista “Sob a pele” (edição 306), em nenhum momento Sérgio Pena se referiu aos antepassados negros usando o termo “escravos”. Sempre usou africanos escravizados. Parece uma diferença sutil, mas não é. Vamos aprendendo diariamente a desfazer essa construção social.
Marcela Sá
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Pode até ser que geneticamente seja como Sérgio Pena diz. Mas sociologicamente, historicamente e economicamente não é assim.
Juvando Carmo de Oliveira

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Mobilidade acadêmica
Na pesquisa, quem não se move evolui menos (“Horizonte limitado”, edição 306).
José Roberto Cardoso

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Boas práticas
Aqueles que compartilharam o artigo para desqualificar as vacinas têm o dever de publicar a retratação da revista por erro de cálculo em revisão por pares (“O tumulto causado por um cálculo equivocado”, edição 306).
Silvia Chuffi

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Vídeo
Interessante o vídeo mostrando o campo geomagnético (“Uma falha no campo magnético da Terra passeia sobre o Brasil”). Apenas deveriam ter colocado o eixo inclinado, pois quando pensamos em nosso planeta no espaço este está inclinado em relação ao plano da órbita da Terra.
Adilson J. A. de Oliveira

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Língua portuguesa
A revista Pesquisa FAPESP reluz em conteúdo técnico e apresentação visual, e também na correção linguística, vê-se nos detalhes. Parabéns aos revisores pela atenção dedicada à língua portuguesa, de hábito castigada na imprensa brasileira e na própria academia.
Paulo de Tarso da Cunha Chaves

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Sua opinião é bem-vinda. As mensagens poderão ser resumidas por motivo de espaço e clareza. cartas@fapesp.br

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