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Credibilidade em alta

Uma sondagem feita pela internet com mais de 21 mil leitores de 18 países das revistas Nature e Scientific American indica que a credibilidade da ciência e dos cientistas é elevada. Numa escala de confiança de zero a cinco, os cientistas receberam a nota média de 3,98. Em segundo lugar, empatados com a nota 3,09, vieram os grupos de amigos/familiares e as entidades não governamentais. A seguir vieram os grupos de defesa dos cidadãos (2,69), os jornalistas (2,57), as empresas (1,78), os políticos eleitos (1,76) e as autoridades religiosas (1,55). Os autores ressaltam que a sondagem não seguiu uma metodologia científica, como acontece com as enquetes da internet. “Muitos dos resultados batem com a opinião de um grupo de pessoas bem informadas sobre ciência”, escreveu a Nature. Afinal, 19% das pessoas que participaram da enquete disseram ter o título de doutor. As amostras de cada país tiveram tamanhos bem diferentes. Do Brasil, por exemplo, participaram 422 pessoas, 10% do número de norte-americanos. Ainda assim, algumas diferenças regionais apareceram. Os europeus são os que mais temem os riscos associados ao uso da energia nuclear e possíveis problemas causados pelo cultivo de transgênicos. Já os norte-americanos são os que menos se inquietam com essas questões. Os chineses são os que mais defendem a ideia de que os cientistas não devem se meter em política, seguidos pelos brasileiros.

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