A fim de questionar o “quanto de nós é refletido nos processos históricos”, Rodrigo Monteiro lança hipóteses como a de Carlo Ginzburg, em que os espelhos deformariam seus objetos, ou a de Umberto Eco, segundo quem as diferenças dos reflexos seriam causadas pelas posições dos ângulos. O livro fala sobre a necessidade de interpretar as imagens distorcidas do passado que, se não trabalhadas, se perdem ao longo do tempo.
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