Imprimir PDF Republicar

imunologia

Implante de células de insulina

MITGerador de oxigênio do dispositivo mantém as células saudáveisMIT

Uma equipe do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, desenvolveu um dispositivo implantável com células das ilhotas pancreáticas, que produzem insulina, para tratar o diabetes tipo 1. O dispositivo mantém as células em uma cápsula, que evita a rejeição do organismo, e tem um gerador de oxigênio que as mantém saudáveis. O gerador consiste em uma membrana de troca de prótons que separa o vapor de água, abundante no corpo, em hidrogênio e oxigênio. O hidrogênio se difunde inofensivamente e o oxigênio entra em uma câmara de armazenamento que alimenta as células das ilhotas por meio de uma membrana fina e permeável. O implante é alimentado sem fio por uma antena externa colocada sobre a pele, que transfere energia para o dispositivo. Ao otimizar o circuito, os pesquisadores conseguiram aumentar a quantidade de energia que chegava ao sistema de geração de oxigênio. Em camundongos que receberam os implantes, as células sobreviveram por pelo menos 90 dias e produziram insulina suficiente para controlar os níveis de açúcar no sangue dos animais. Se avançar, poderá ser uma alternativa aos implantes feitos com células de cadáveres humanos ou a partir de células-tronco, que apresentam risco de rejeição (Device, 26 de março).

Republicar