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Mundo

Lentidão que mata

A organização não-governamental Médicos Sem Fronteiras (MSF) denunciou em Genebra que os tratamentos adequados contra a malária continuam a faltar aos doentes da África, continente onde a moléstia mata uma criança a cada 30 segundos. O MSF, segundo a agência de notícias EFE, afirma que suas equipes vêem os pacientes receber remédios antigos, como a cloroquina, mesmo quatro anos depois de a Organização Mundial da Saúde (OMS) ter recomendado a adoção de uma terapia combinada baseada em outro remédio, a artemisina. Em muitos países, o parasita da malária criou resistência aos métodos convencionais. O problema é que a artemisina, mais eficaz, custa dez vezes mais. “A transição entre os dois tratamentos está lenta demais”, informou o comunicado do MSF.

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