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Química

Membrana energética

Engenheiros do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) desenvolveram um novo tipo de dispositivo para células a combustível capaz de melhorar o rendimento desses equipamentos em 50%. Semelhantes a baterias, as células transformam hidrogênio em energia elétrica com ampla vantagem ambiental sobre outras alternativas porque apenas emitem vapor d’água. O novo material é um tipo de membrana formada por filmes poliméricos finos que funcionam melhor como cobertura ou na substituição do náfion, membrana polimérica criada pela empresa DuPont, para permitir a passagem de prótons de hidrogênio no interior da célula. Segundo os pesquisadores liderados por Paula Hammond, em comunicado do MIT, o novo material será útil para equipamentos do tipo célula a combustível de metanol direto (DMFC na sigla em inglês) em que o hidrogênio é absorvido pela célula diretamente desse tipo de álcool, alternativa prevista para abastecer baterias de equipamentos eletrônicos num futuro próximo. O problema é que o metanol é líquido e o náfion torna-se permeável, provocando perda de combustível e baixo rendimento energético. Com a cobertura do náfion pelo novo produto, o rendimento de energia elétrica cresce. As pesquisas foram financiadas pela DuPont e pela Fundação Nacional de Ciência (NSF).

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