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programas acadêmicos

Mestres na Amazônia

Educação é a área de maior destino de titulados na região Norte

A região Norte do país teve um aumento de 940% no número de mestres titulados num período de 13 anos. No total foram 7.778 mestres entre 1996 e 2009, sendo que 95% estavam empregados no final da pesquisa realizada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado do Amazonas (Secti-AM). Na participação nacional, embora ainda em último lugar, a região subiu de 2,81% para 5,05% de mestres. Os dados constam da segunda edição dos Cadernos de CT&I Amazonas da Secti-AM, que seguiu uma metodologia aplicada pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) para reunir os titulados em programas de mestrado acadêmico e profissional.

No mesmo estudo foi contabilizada a situação de empregabilidade desses mestres, abrangendo os estados do Amazonas, com 2.012 titulados, Pará, 2.818, Tocantins, 814, Rondônia, 756, Roraima, 365, Amapá, 364, e Acre, 295. Dos 7.424 mestres formados e empregados no período, a maior parte, 3.021, trabalhava formalmente no final de 2009 na área de educação. Em seguida, 2.982 trabalhavam em administração pública, defesa e seguridade social. Em atividades científicas e técnicas, 403, saúde humana e serviços sociais, 168, indústrias de transformação, 152, atividades financeiras e seguros, 99, indústrias extrativas, 98, eletricidade e gás, 64, agricultura, pecuária, pesca e produção florestal, 60, e outras atividades e serviços, 168.

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