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distinção acadêmica

Nova safra de pesquisadores eméritos do CNPq

Pacheco, professor da Unicamp e diretor-presidente do CTA da FAPESP

Léo Ramos Chaves

Dez pesquisadores foram agraciados este ano com o título de pesquisador emérito pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) pelo conjunto de suas obras científico-tecnológicas e seu renome na comunidade científica. A distinção foi conferida ao engenheiro eletrônico Carlos Américo Pacheco, diretor-presidente do Conselho Técnico-Administrativo (CTA) da FAPESP e professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), e ao engenheiro químico e matemático Guilherme Ary Plonski, diretor do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da Universidade de São Paulo (USP). O ecólogo José Galizia Tundisi, professor aposentado da USP, recebeu a honraria na área de ecossistemas e a química Adelaide Faljoni-Alario, da Universidade Federal do ABC (UFABC), em bioquímica. Ana Maria Giulietti Harley e Erney Plessmann de Camargo, ambos da USP, foram os homenageados, respectivamente, em botânica e parasitologia. O título na área de antropologia foi para Josildeth Gomes Consorte, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), e da educação para Magda Becker Soares, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O engenheiro civil Djairo Guedes Figueiredo e o químico Fernando Galembeck, professores aposentados da Unicamp, tornaram-se pesquisadores eméritos em matemática e química.

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