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Inclusão

O plano dos NIH para combater o racismo

Francis Collins e o bioquímico nigeriano Idowu Aimola em 2019, em treinamento de pós-doutorado nos NIH

Chia-Chi Charlie Chang/NIH

Em um comentário na revista Cell de 10 de junho, Francis Collins, diretor dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NIH), apresentou o programa Unite, lançado em fevereiro para combater o racismo estrutural e aumentar a diversidade, a equidade e a inclusão nas 27 unidades da instituição. Em resposta a críticas feitas no início do ano, Collins reconheceu problemas urgentes a serem enfrentados: falhas em reconhecer os relatos sobre racismo no local de trabalho e em atrair, reter e promover aos mais altos níveis cientistas de minorias raciais e étnicas, além do subfinanciamento de pesquisas sobre saúde de minorias e iniquidades em saúde. As primeiras ações previstas incluem um pedido de contribuição do público e de organizações interessadas e a criação de oportunidades de financiamento para abordar o impacto do racismo estrutural e da discriminação na saúde das minorias. “Nosso compromisso deve ser medido não apenas por nossas palavras, mas por nossas ações”, observou Collins no comentário. Também no início do mês, a revista The Journal of the American Medical Association (Jama) mudou o corpo editorial depois de um dos editores ter menosprezado o impacto do racismo sobre o sucesso de negros e outras minorias em um podcast.

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