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Tecnociência

Ostras livres da hepatite A

As ostras são ricas em proteínas, cálcio e sais minerais, mas, como normalmente são ingeridas cruas, cultivá-las requer um rigoroso controle de qualidade para que não causem danos à saúde quando consumidas. Uma das doenças mais sérias causadas pela ingestão de frutos do mar crus ou levemente cozidos é a infecção pelo vírus da hepatite A (HAV), que pode provocar febre e perda de apetite.

Para identificar a contaminação pelo HAV em ostras, o Laboratório de Virologia Aplicada da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) aprimorou uma metodologia que permite a análise de concentrados da carne desse molusco a partir da Técnica de Amplificação Gênica (RT-PCR). Essa técnica é tão sensível que detecta até vírus não adaptados ao cultivo in vitro. As pesquisas que resultaram no desenvolvimento da metodologia começaram em 1998 e envolvem diferentes técnicas de cultivo do vírus em laboratório.

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