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Brasil

Patentes

Inovações financiadas pelo Núcleo de Patenteamento e Licenciamentode Tecnologia (Nuplitec) da FAPESP. Contato: nuplitec@fapesp.br

Dióxido de estanho na fibra óptica
Um novo método de obtenção de dispositivos cerâmicos para fusão de vidros especiais e fibras ópticas, à base de SnO2 (dióxido de estanho), foi desenvolvido no Laboratório Interdisciplinar em Eletroquímica e Cerâmica (Liec) do Instituto de Química de Araraquara, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), e do Departamento de Química da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Esses dispositivos resultam de técnicas e temperaturas convencionais de obtenção de materiais cerâmicos utilizando óxidos presentes em grandes quantidades no território brasileiro. E podem vir a substituir a platina, o ouro e o grafite, materiais atualmente usados para fundir fibras ópticas e outros vidros especiais.

Título: Obtenção de Dispositivos Cerâmicos Densos à Base de SnO2 com Alta Resistência à Corrosão Química
Inventores: Leinig Antonio Perazolli, José Arana Varela e Elson Longo
Titularidade: FAPESP/Unesp

Comunicação acelerada
Técnica para redução do tempo de chaveamento eletroóptico que faz o sistema liga e desliga de amplificadores ópticos semicondutores, equipamentos utilizados em experimentos em laboratório e que deverão ser usados nas redes de telecomunicações em áreas metropolitanas. A técnica inventada na Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) reduz o chaveamento em dez vezes, de 2 bilionésimos de segundo ou 2 nanossegundos (tempo dos sistemas usados nas redes de Internet) para 0,2 nanossegundo. Essa redução oferece maior capacidade ao sistema em receber e despachar a luz do laser durante as transmissões.

Título: Redutor do Tempo de Chaveamento de Amplificadores Ópticos e Semicondutor, por Chaveamento em Degrau, com Pré-Impulso de Corrente
Inventores: Evandro Conforti e Cristiano Gallep
Titularidade: FAPESP/Unicamp

Teste para hipertensão
Um grupo do Departamento de Nefrologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) identificou uma nova forma da enzima conversora de angiotensina I (Eca), a isoforma de 90 kDa, que funciona como marcador genético da hipertensão. A partir dessa descoberta, os pesquisadores desenvolveram um teste que pode detectar a presença da enzima com o auxílio de várias técnicas laboratoriais, como cromatografia ou espectrometria de massa.

Título: Identificação e Quantificação de Proteínas, Isoformas da Enzima Conversora de Angiotensina I (Eca, 190 kDa, 90 kDa [N-domínio, marcador genético de hipertensão]e 65 kDa) em Tecidos, Células e Fluidos Orgânicos (por exemplo, urina). Métodos Analíticos para Diagnóstico, Estratificação de Risco, Decisão
Inventores: Dulce Elena Casarini, Odair Marson, Frida Plavnic, José Eduardo Krieger
Titularidade: FAPESP/Unifesp

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