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Especial

Pensando São Paulo – Universidades e Institutos

Reitores e diretores mostram como suas instituições se preparam para os desafios do século 21

As universidades e os institutos de pesquisa estão conscientes de que seu papel é muito importante para que São Paulo e o Brasil superem seus problemas e consigam, no século 21, sociedades mais justas. Esta é a conclusão geral de uma série de palestras nas quais reitores de universidades e diretores de institutos apresentaram suas visões para o futuro, em mais uma fase do Fórum São Paulo Século 21, promovido pela Assembléia Legislativa do Estado. Resumos dessas conferências aparecem neste encarte da revista Pesquisa FAPESP.

Durante dois dias no mês de março, reitores e diretores apresentaram suas idéias, seus problemas e, também, suas vitórias. Cláudio Rodrigues, do Ipen, por exemplo, mostrou dados que indicam o sucesso da incubadora de empresas montada no câmpus da USP; Hermano Tavares, da Unicamp, contou como o país montou o melhor sistema de pós-graduação do Terceiro Mundo, e Alberto Duque Portugal, da Embrapa, lembrou que o Brasil, hoje, é o maior detentor de tecnologia agropecuária tropical e subtropical do mundo.

Os problemas, porém, não foram escondidos.”O Instituto acumula dívidas no mercado”, lembrou Plínio Assmann, do IPT. Sidney Storch Dutra, da Universidade de Santo Amaro, comparou o Brasil a uma saci, que pula com uma perna só, produzindo conhecimentos científicos, mas poucas patentes.”As tecnologias de que o mundo tropical precisa não chegam pela Internet nem por satélite”, destacou o presidente da Associação dos Pesquisadores Científicos, Nelson Raimundo Braga.

O presente encarte inclui um texto especialmente preparado pelo deputado Carlos Zarattini, coordenador do grupo de Ciência, Tecnologia e Comunicações do Fórum. Nele, ele expõe suas idéias sobre a situação dessa área no estado.

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