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Mundo

Pesquisas risíveis

O Prêmio IgNobel, paródia do Nobel que homenageia achados inúteis ou absurdos de pesquisadores, chegou à 15ª edição sem perder a verve. Concedido pela revista Annals of Improbable Research, o prêmio foi entregue no dia 6 de outubro no Sanders Theatre, na Universidade Harvard, em Cambridge. Benjamin Smith, da Universidade de Adelaide, na Austrália, venceu na categoria Biologia, graças a um trabalho que estudou os odores exalados por uma centena de espécies de sapos submetidos a estresse. Conclusão: alguns recendiam a castanha, outros a alcaçuz, outros a peixe estragado… Um estudo da Universidade de Minnesota venceu na categoria Química. Os ganhadores buscaram comprovar se as pessoas poderiam nadar mais velozmente numa solução à base de xarope que em água. O IgNobel de Medicina coube ao empreendedor Gregg Miller, que inventou próteses de testículos para cães castrados – e faturou US$ 500 mil com a inovação, vendendo 150 mil próteses. John Mainstone e Thomas Parnell, da Universidade de Queensland, na Austrália, levaram o IgNobel de Física. Há  oito décadas, a instituição acompanha o gotejamento de piche num funil, que produz um pingo a cada nove anos. O Prêmio Ig Nobel da Paz foi concedido a pesquisadores da Universidade Newcastle, na Grã-Bretanha, que monitoraram a atividade cerebral de gafanhotos enquanto assistiam a clipes do filme Guerra nas estrelas.

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