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SciELO

Prostitutas americanas

Antropologia

O trabalho “As American girls: migração, sexo e status imperial em 1918”, de Thaddeus Gregory Blanchette e Ana Paula da Silva, do Centro Universitário Augusto Motta, do Rio de Janeiro, baseado em pesquisas históricas nos documentos do consulado americano no Rio de Janeiro, analisa um caso envolvendo a prostituição de mulheres norte-americanas naquela cidade, em 1918. Tachadas pelo cônsul norte-americano como “escravas brancas”, as dançarinas da companhia de burlesque Baxter and Willard Company quase foram expulsas do Brasil por causa de suas atividades como prostitutas. Os autores analisam a história delas à luz das pressões políticas e sociais da época.

Horizontes Antropológicos – vol. 15 – nº 31 – Porto Alegre – jan./jun. 2009

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