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Ecologia

Serpentes acuadas

9'12"

Algumas espécies de serpentes perderam até 80% da área de floresta ou campos que ocupavam três décadas atrás, segundo um levantamento coordenado pelo biólogo Cristiano Nogueira, do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (MZ-USP). A perda de espaço, associada à expansão das cidades e da agropecuária, implica o desaparecimento de evidências da história evolutiva não apenas das cobras, mas também de outros grupos de seres vivos, que se formaram e ocuparam seus espaços ao longo de milhões de anos. No vídeo produzido pela equipe de Pesquisa FAPESP, Nogueira explica por que a perda de vegetação nativa constitui uma das principais ameaças às serpentes do Brasil e fala sobre a pesquisa zoológica com cobras, a descrição de novas espécies e como se amplia o conhecimento sobre os padrões de distribuição dos animais. Também o biólogo Otavio Marques mostra como a jararaca-ilhoa, que só existe na ilha da Queimada Grande, é mantida no Instituto Butantan visando a preservação da espécie.

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