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Estratégias

USP sobe no ranking da web

A Universidade de São Paulo (USP) subiu para o 38º lugar no ranking mundial de universidades Webometrics, que considera o volume, a visibilidade e o impacto do conteúdo científico abrigado nos domínios da web de cada instituição. A escalada da USP no ranking é impressionante. Em 2007 estava em 97º lugar (ver Pesquisa FAPESP nº 134). No início do ano havia subido para a 87ª colocação. Nas primeiras posições aparecem três instituições norte-americanas, o Massachusetts Institute of Technology e as universidades Harvard e Stanford. O Webometrics não é um ranking de qualidade acadêmica como os publicados pelo Higher Education Supplement do jornal britânico The Times e pela Universidade Shangai Jiao Tong (nos quais a USP aparece, respectivamente, em 196ª e 121ª posições). Em vez de se ater a números de pesquisa e de produtividade acadêmica, o Centro de Informação e Documentação (Cindoc) do Conselho Nacional de Pesquisa da Espanha (CSIC), criador do ranking, leva em conta a ideia de que as universidades devem disponibilizar ao público a sua produção científica através da internet – e mede esta visibilidade no indicador. Por esse critério, as universidades brasileiras se destacam. A segunda instituição do país que aparece na lista é a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), na 115ª colocação. A terceira é a UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), no 134º lugar. Num artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo, a reitora da USP, Suely Vilela, afirmou que a evolução da USP em rankings acadêmicos reflete a qualidade da pesquisa desenvolvida por docentes e estudantes da universidade e repercute o aumento substantivo (58,1%) da produção científica indexada de 2005 a 2008. “Reflete, além disso, a qualidade da pós-graduação e sua importância co­mo indicador de vi­sibilidade institucional, tendo-se em vista que ao redor de 90% da pesquisa é desenvolvida por pós-graduandos e que a USP é responsável por 28% dos programas de excelência do Brasil”, afirmou.

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