Mistura brasileira
Que pesquisa incrível (“Pai europeu, mãe africana ou indígena”, edição 352). Muito além do campo da ciência biológica, podemos analisar com olhos para a geografia, a história e a sociologia.
Carolina Altenfelder Silva
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Gênero e universidade
Em uma pesquisa de 2017, minha aluna Gabriela Boechat descreveu esses dados sobre a presença de homens e mulheres nas universidades públicas de São Paulo (“A desigualdade no espelho”, edição 351). De lá para cá, se vão quase 10 anos e nada mudou.
Maria Caramez Carlotto
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Pressão de revisores
Práticas de ciência aberta, como a revisão aberta, podem mitigar esses efeitos, além de contribuírem para fomentar o debate científico, que deve ser a finalidade principal das publicações acadêmicas (“Crítica de autores sobre a pressão de revisores para incluir citações leva à retratação de artigo”, edição 351).
Adelaide Silva
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Inovação
Procurar o extramuros e fazer parcerias público-privadas e públicas colabora para que a universidade cumpra uma de suas missões (“Blindagem na inovação”, edição 352).
Erivaldo Teixeira
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Vídeos
Não existem vínculos na escola (“Explosão de conflitos nas escolas: o que está por trás dos ataques recentes?”). Daí a falta de percepção e reconhecimento dos problemas. Professores não param e uma pessoa com curso superior não quer ganhar R$ 2.500,00. Virar motorista de aplicativo dá mais retorno financeiro e é mais seguro do que enfrentar de 300 a 400 alunos por ano com suas famílias e uma gestão que “não pode fazer nada”.
Catarina Troiano
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É lamentável como a humanidade não consegue entrar em acordo sobre o que é crucial para nossa existência (“Atlântico Sul em alerta”).
Ivo Andrade
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Como professor de história, espero que venham mais vídeos sobre esse assunto (“Os segredos da floresta”).
Fabio Manohar
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