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Biomedicina

Fibra óptica de gelatina

Fujiwara, E. et al. Scientific Reports. 2020

Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no Brasil, e da Universidade de Gunma, no Japão, usaram o ágar, um tipo de gelatina extraída de algas marinhas, para desenvolver uma fibra óptica biodegradável e biocompatível. Por não ser tóxica nem causar danos aos tecidos, ela poderia ser implantada no corpo e depois absorvida pelo organismo. A estrutura tem a forma de um cilindro transparente de 2,5 milímetros (mm) de diâmetro. Conta ainda com um arranjo interno regular formado por seis orifícios cilíndricos com 0,5 mm de diâmetro cada um. A ideia é de que a estrutura seja usada em diversas aplicações na área médica, como a produção de imagens de órgãos, para conduzir a luz usada em procedimentos de fototerapia ou para ativar circuitos gênicos no interior de neurônios em experimentos de optogenética (Scientific Reports, 27 de abril). Outra utilidade aventada pelos desenvolvedores da nova estrutura é a entrega localizada de medicamentos no corpo.

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