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Tecnologia de alimentos

Vinhos brasileiros

O trabalho “Discriminação de vinhos tintos brasileiros de acordo com a região vitícola, varietal e vinícola”, de Alberto Miele, Luiz Antenor Rizzon e Mauro Celso Zanus, da Embrapa Uva e Vinho, avaliou a composição físico-química de 171 vinhos tintos brasileiros feitos na safra de 2006, representados por 21 varietais (feitos por um tipo de uva predominantemente ou exclusivamente). Os vinhos foram preparados por 58 vinícolas localizadas em sete regiões do país com latitudes variando de 9o a 31o Sul. Os resultados mostraram que, ao se considerar as regiões vitícolas, as bebidas de São Joaquim caracterizaram-se por valores mais elevados de A420, A520, A620, intensidade de cor, compostos fenólicos totais, antocianinas e extrato seco, enquanto as de Toledo apresentaram valores mais baixos dessas variáveis; as do Vale do São Francisco tiveram valores mais elevados de potássio, pH, densidade e acidez volátil; as da Serra do Nordeste A, maior acidez titulável; e as do Planalto Superior B, matiz mais elevado. No que se relaciona aos vinhos varietais, a análise de componentes principais discriminou os vinhos feitos com as variedades Ancellotta, Teroldego, Egiodola, Refosco, Marselan, Cabernet Sauvignon, Pinotage, Pinot Noir, Malbec, Arinarnoa, Barbera e Alfrocheiro.

Ciência e Tecnologia de Alimentos – vol. 30 – nº 1 – Campinas – jan./mar. 2010

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